<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933</id><updated>2011-12-21T10:05:44.468-08:00</updated><category term='CADEESO'/><category term='Pastor Robson Aguiar'/><category term='Pastor Mário Souza'/><title type='text'>REFLEXÕES TEOLÓGICAS</title><subtitle type='html'>PENSAR TEOLOGICAMENTE É PENSAR CORRETAMENTE....</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>188</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7873182542401505525</id><published>2011-12-10T11:47:00.001-08:00</published><updated>2011-12-10T11:54:21.560-08:00</updated><title type='text'>O DIA DE ADORAÇÃO E SERVIÇO A DEUS (Sábado ou Domingo ?) – LIÇÃO 11</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;SÁBADOOU DOMINGO?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-P5lTibyTizY/TuO4TSyIdMI/AAAAAAAAAWo/2b56GmFN8N0/s1600/IMGP3916.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-P5lTibyTizY/TuO4TSyIdMI/AAAAAAAAAWo/2b56GmFN8N0/s320/IMGP3916.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Devidoa muitos fatores, constantemente nós que não somos sabatistas sofremos delesconcernente ao domingo. Eles dizem que nós guardamos erradamente o domingo.Segundo eles, a guarda do domingo é o selo da besta de apocalipse, baseado nainterpretação de Ap 13.16 –18;&amp;nbsp; 14.9-12.O primeiro a perceber esta relação foi o sabatista José Bates. Há ummal-entendido nesta questão. Nós não guardamos o domingo, pois não temos nenhumtexto no Novo Testamento que nos obrigue a tal atitude, e nem tão pouco ele éum mandamento. Então nos parece que estas considerações que são feitas comrelação ao domingo não tem nenhuma validade, pois nunca a igreja evangélicapublicou isso como se fosse um dogma.&amp;nbsp;Talvez estas acusações sejam feitas a um grupo de cristãos não sabatistas,mas que defendem a idéia da observância do domingo em lugar do sábado na novaaliança. Mesmo reconhecendo esta idéia por parte deste grupo de cristãos,podemos afirmar que tais pessoas não guardam o domingo a semelhança que que osjudeus guardavam o sábado na antiga aliança. Existem alguns textos consideradoscomo clássicos, que são usados por este grupo não sabatistas, para afirmarem aobservância do domingo em lugar do sábado. Os textos são: At 20.1-7; I Co16.1,2; Ap 1.10. Além destes, os que falam sobre a ressurreição de Cristo sãousados como argumentos em favor desta substituição. Analisando estes textos àluz à luz de seus contextos, verificaremos que a igreja nunca criou a guarda dodomingo em lugar do sábado. Estes textos dão indício de que a igreja se reuniano domingo. Mas nenhum deles afirma que o dia do Senhor fora mudado.&amp;nbsp; Comecemos com Atos 20. O texto nos fala que,após Paulo sair de um tumulto incitado por um ourives chamada Demétrio,despediu-se dos discípulos e partiu para a Macedônia (At 20.1). Depois foi atéa Grécia onde passou três meses (At 20.2) e voltou para a Macedônia. Depois dosdias dos pães asmos, ele foi de Filipos para Troas (At 20.6). No primeiro diada semana, o domingo, eles se reuniram para partir o pão. O partir do pão, nolivro de atos e em todo o novo testamento, tem o significado da celebração dasanta ceia (At 2.42,46; 20.7; I Co 10.16; 11.24). Com certeza eles creram, poiso partir o pão era designativo para a santa ceia. O verbo traduzido para nossalíngua: “falando com eles”, ou “exortava-os”, no grego é o imperfeito “&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;dielegeto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;” (dielegueto),que é originalmente traduzido como ensinar, instruir. Não podemos negar demaneira nenhuma que era um culto, pois este verbo é usado em outros textos paraexpor a idéia de ministração em cultos (At 17.2). A problemática deste texto ésaber se esta reunião era comum, ou foi uma necessidade que surgiu, pois Pauloestava partindo no outro dia (At 20.7). Acreditando na realização permanentedeste culto nos domingos, temos um grande indício de que a igreja primitivacelebrava seus culto neste dia. Porém, os que não acreditarem assim, deverãoperceber que temos mais textos da igreja se reunindo nos primeiros dias dasemana do que tendo a sua reunião aos sábados, ou melhor, não temos nenhumtexto, em todo o novo testamento que indique o povo de Deus do Novo Testamentose reunindo nos sábados. O mesmo problema é apresentado em I Co 16.1,2. Paulosolicita que a igreja em Corinto providencie uma coleta como foi ordenado àsigrejas da Galácia. Paulo indica o primeiro dia para a igreja executar estatarefa, mas no verso 2, como apresenta o texto, percebemos que ele dá aindicação que esta coleta seja feita no primeiro dia para que os coríntios nãofizessem quando ele fosse tem com eles. Por mais uma vez não sabemos se aigreja se reuniu no primeiro dia para realizar meramente esta coleta, ou seeste dia era o dia constante da reunião deles. Voltamos mais uma vez a dizer,mesmo que este texto não indique uma constante reunião no primeiro dia dasemana, o domingo, temos pelos menos alguma indicação de que algum culto forarealizado neste dia, em contraste com nenhuma citação de culto realizado no sábado.Por fim temos o texto de apocalipse 1.10. João estava exilado na ilha de Patmospor causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus (Ap 1.9). Dize-nos otexto que João estava em espírito no dia do Senhor. A expresão “dia do Senhor”é muito usada em toda a escritura (Is 2.12; Jr 46.10; Ez 30.3; Jl 1.15; 2.11;Am 5.18; Zc 14.1; Fl 1.16; Ts 5.2; II Pe 3.10; Ap 1.10), porém em Ap 1.10, elatem uma forma diferente de apresentação. Enquanto que nos outros textos a formagrega é “&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;huerakurio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;”&amp;nbsp; (rêmera kyriu),literalmente, dia do Senhor; a frase de Ap 1.10 é colocada no sentido adjetivo “&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;kuriakh nuera&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;” (kiriakêrêmera), que indica uma atribuição. Nesta frase temos uma atribuição deste diaao Senhor. Esta palavra era usada naquela época para designar algo quepertencia ao imperador. Por exemplo, existia o dia de Augusto “&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;seBasth nuera&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;” (sebastêrêmera), que era o primeiro dia da cada mês e esta estrutura atributiva erausada. Pela estrutura ser comum na época, Dr Champlin acredita que este termode apocalipse fora utilizado por empréstimo lingüístico para indicar o domingocomo pertencente ao Senhor. A implicação deste termo nos escritos imediatamenteposteriores ao apocalipse pode ser visto em alguns escritos da igreja primitivacomo Didaquê 14 e em Inácio Magno 9, onde há a apresentação do domingo domo o diado Senhor. Além destes, temos muitos outros escritos primitivos que contéminformações de que a igreja se reunia no dia do Senhor, o domingo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7873182542401505525?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7873182542401505525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/12/o-dia-de-adoracao-e-servico-deus-sabado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7873182542401505525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7873182542401505525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/12/o-dia-de-adoracao-e-servico-deus-sabado.html' title='O DIA DE ADORAÇÃO E SERVIÇO A DEUS (Sábado ou Domingo ?) – LIÇÃO 11'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-P5lTibyTizY/TuO4TSyIdMI/AAAAAAAAAWo/2b56GmFN8N0/s72-c/IMGP3916.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-5085265126351095608</id><published>2011-12-01T07:48:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T07:51:42.471-08:00</updated><title type='text'>O EXERCÍCIO MINISTERIAL NA CASA DO SENHOR – Lição 10</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kdJa2DOZ-2Q/TteiOQBbsGI/AAAAAAAAAWg/qXo6TskChxM/s1600/DSCF0188.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://4.bp.blogspot.com/-kdJa2DOZ-2Q/TteiOQBbsGI/AAAAAAAAAWg/qXo6TskChxM/s320/DSCF0188.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Existeo provérbio popular&amp;nbsp; que diz: “Quer saberquem o homem, entregue poder para ele”. Quando observarmos as Escrituraspensando nessa expressão, facilmente chegamos a conclusão que esse princípio éaplicável na experiência em grandes proporções. Quando as pessoas assumemposições de domínio elas passam sofrer pressões de todos os lados, as quais muitasvezes tendem a moldar o próprio caráter de cada um. Todavia, o homem que temcomo modeladores do seu caráter os princípios e valores da Palavra de&amp;nbsp; Deus jamais permitirá que o seu status econforto pessoal sejam priorizados em detrimento da verdade de Deus. Um dosprincipais requisitos que o apóstolo Paulo apresenta para que alguém exerça oministério, é que o tal não seja avarento, pois, ele também diz que o amor aosvalores materiais é a origem de todos os males. Estamos presenciando umarealidade muito triste nos tempos modernos, pois, abrir igrejas, construirtemplos, comprar horário na televisão com pretexto de anunciar o evangelho virouo grande negócio que proporciona muito retorno financeiro e também cria umgrande gabinete de empregos para parentes de todos os graus, amigos, e todos osdemais a quem o “imperador” quer favorecer. Estão substituindo a “visãocelestial” por “visão empresarial”, enquanto a primeira se preocupa com as &amp;nbsp;almas dos homens investindo em evangelismo,missões, ensino teológico e obra social, a segunda está gastando fortunas comcanais de TV (diga-se de passagem com um conteúdo que deixa a desejar);&amp;nbsp; espaços super confortáveis com todas asbeneses da tecnologia &amp;nbsp;para as lideranças,enquanto muitos templos não tem um som com qualidade, não tem ventilaçãoapropriada, assentos confortáveis, e as vezes nem ao menos copo descartávelpara alguém tomar água. As lideranças subalternas das congregações são pressionadasa gastar o mínimo, pois, toda a arrecadação deve ser levada o tesouro central,pois, o Eliasibe juntamente com Tobias e todos os seus parentes e amigosprecisam manter&amp;nbsp; o seu luxo e conforto desuas apartamentos luxuosos, seus carros importados, super planos de saúde, econstates viagens “para atender o trabalho do Senhor” , mas que também envolveumas comprinhas no shopping, um city tour e outras coisinhas desse tipo.&amp;nbsp; Essa era a infame postura do ministério naépoca em que Neemias esteve atuando em Jerusalém, o sacerdote Eliasibe era um lídernepotista, interesseiro e imparcial (Ne 13.1-8), por isso fez parcerias com opropósito de tirar proveito material da sua função como sacerdote ao procurarbeneficiar a si mesmo e aos seus próprios parentes. Infelizmente essa infameprática do NEPOTISMO é praticada discaradamente na maioria das igrejas evangélicase demais instituições nesse pais. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;OLIDER E SUA RELAÇÃO COM O PODER&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Otexto bíblico de Lucas 12.41-48 narra a conversa de Pedro com Jesus em lugar deseus colegas, os discípulos. A preocupação de Lucas em narrar o fato deve-se àsua preocupação com um problema permanente no movimento cristão. O poder tem atendência de corromper, especialmente em círculos religiosos onde o seu usopode ser santificado em nome de Deus. Pedro ao perguntar, dá oportunidade paraJesus falar contra o abuso de liderança.&amp;nbsp;Primeiro, o Mestre se dirige aos discípulos, mas atinge a todos que seocupam dessa responsabilidade. Na realidade, Deus espera do mordomo (no caso, olíder) fidelidade e prudência). O mordomo fiel e prudente usa os bens e aleconfiados conforme o desejo do seu Senhor, ou seja, o de cuidar daqueles porquem é responsável. O interessante é notar que, como recompensa ao fiel, Deusdá mais responsabilidade. No ministério, quanto mais fiel &amp;nbsp;o ministro busca ser, mais tarefas secolocarão à sua frete provando e comprovando a sua capacidade.&amp;nbsp; A parábola continua e demonstra que o líderenganado por falsa segurança devido à demora da volta do Senhor começa amaltratar as pessoas (v.45). É o abuso do poder, e contra isso Jesus adverte osseus. O cargo de ministro cristão, como é o nosso caso, é muito sério. Muitasvezes, por não compreender a posição que ocupa, o ministro pode, em nome deDeus, exercer autoridade em demasia, prejudicando as pessoas que lhe sãoconfiadas. E o ministro que conhece a vontade de Deus e não a cumpre é maisculpado do que aquele que age por ignorância. Ser um ministro na casa do Senhornão é honrar que se procura, mas tremenda responsabilidade, da qual se devedesincumbir “com temor e tremor”. Quanto mais capacidade Deus dá aos líderes,mais lhes é requerido. O ministro fiel é colocado sobre todos os bens (Mt24.25) do seu Senhor.&amp;nbsp; E que bem maiortemos nós, como ministros da casa do Senhor, do que pessoas que querem crescerna maturação de sua personalidade global através de nossa atuação? Convémlembrar que a parábola contém uma advertência especial para a liderança cristãque usa a sua posição para adquirir vantagens pessoais, tentando ser senhores enão servos. Isto se revela no exercício de uma tirania sobre os que não osapóiam e sendo indulgentes para os que os apóiam.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-5085265126351095608?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/5085265126351095608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/12/o-exercicio-ministerial-na-casa-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5085265126351095608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5085265126351095608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/12/o-exercicio-ministerial-na-casa-do.html' title='O EXERCÍCIO MINISTERIAL NA CASA DO SENHOR – Lição 10'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kdJa2DOZ-2Q/TteiOQBbsGI/AAAAAAAAAWg/qXo6TskChxM/s72-c/DSCF0188.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-4186738140534028497</id><published>2011-11-25T18:28:00.001-08:00</published><updated>2011-11-26T04:03:44.761-08:00</updated><title type='text'>A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO–Lição 9</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d0I0GqfHZr0/TtBRBWz-RdI/AAAAAAAAAWY/b-kSQdMmzRc/s1600/DSCF0147.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://2.bp.blogspot.com/-d0I0GqfHZr0/TtBRBWz-RdI/AAAAAAAAAWY/b-kSQdMmzRc/s320/DSCF0147.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A expressão &lt;b&gt;serviço religioso&lt;/b&gt; abrange um imenso universo de práticas e atitudes porparte dos indivíduos que estão comprometidos com algum sistema religioso,porém, a expressão máxima desse servir sempre terá uma visibilidade maior nopróprio momento de culto desenvolvido por cada desses sistemas. A palavra “culto”tem a sua raiz vinda da língua latina (do substantivo &lt;b&gt;cultu&lt;/b&gt;; e do verbo &lt;b&gt;colere&lt;/b&gt;),possuindo assim os seguintes significados ‘cultivar’; &amp;nbsp;‘cuidar’; ‘tratar’; ‘honrar’; ‘venerar’.Segundo o dicionário Aurélio de língua portuguesa, culto designa um ato de “adoraçãoou homenagem à divindade em qualquer de suas formas, e em qualquer religião”. Écabível perceber que o termo não ligado apenas ao cristianismo, mas abrange asreligiões de um modo geral. Na perspectiva cristã o culto pode ser simplesmentedefinido como uma forma externa de expressão da crença num único Deus, onde asespecificidades são determinadas pelo cristianismo. Apesar de simples, estadefinição resume toda a visão geral de um culto cristão. O ponto principal noentendimento das definições do culto cristão não está na adoração a Deus, masno núcleo centralizador deste culto. O culto cristão é extremamente encarnacionale prático. Todos os eventos relacionados a Cristo devem ser inseridos no culto.Com isto, percebe-se que a ´exteriorização`&amp;nbsp;&amp;nbsp;apresentada na definição acima, reveste-se e certa coerência estrutural.Uma teóloga de tradição anglo-católica aborda que o culto é uma resposta dascriaturas ao eterno, trazendo assim uma nova concepção. Neste caso o culto cristãose caracteriza pela concepção do cultuante a respeito de Deus e sua relação comDeus. Longe de ser geral, o culto cristão sempre é condicionado e determinadopela crença cristã. Esta é a mesma idéia defendida pela perspectiva ortodoxa.Em círculos católicos é comum definir o culto como a glorificação de Deus e asantificação da humanidade. Irineu já dizia que a santidade é a maiorglorificação do ser humano a Deus. Assim a glorificação a Deus e a santificaçãodo homem caracterizam o culto cristão. Em todas as definições citadas a atençãoà praticidade do aspecto dinâmico do culto cristão é destacado. Desde muitotempo a concepção de culto cristão esta atrelada às reuniões realizadas peloscristãos nos templos. Porém, esta visão está totalmente fora do real valor e doverdadeiro significado de tal atitude. A abrangência do conceito real de cultoperdeu seu poder de compreensão a partir da separação entre a teoria e aprática do que era o culto cristão. Não se sabe quando fora alcançado estaseparação, mas os surgimentos de novas teologias contribuíram com certeza paraesta visão antibíblica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;OSERVIÇO RELIGIOSO ANTES DA LEI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Antesda formação do povo de Israel e da entrega da lei, já se tinham formas deadoração. Nas escrituras sagradas, a primeira menção efetivamente feita sobreum culto no A T é a de Gn 4.2-7. Não sabe o tempo nem o local em que foraofertado o culto, porém,&amp;nbsp; sabe-seclaramente que a oferta de Caim foi rejeitada e a de Abel aceita. Nesteprimeiro relato bíblico acerca de um ato efetivo de adoração, encontramos Caimtrazendo uma oferta ao Senhor, fruto da terra, e Abel trazendo dos primogênitosdas suas ovelhas e da sua gordura (Gn 4.3,4). Diz a Bíblia que a oferta de Abelfoi vista por Deus, pois ele deu o melhor. Sobre esse episódio, o Dr RusselShedd comenta que a oferta de Abel agradou mais do que a de Caim, não porquetivesse cumprido as exigências materiais, mas porque o coração de Abel estavaem harmonia com o coração de Deus.&amp;nbsp; Háuma ligeira afirmação de que os sacrifícios passaram a ser a principal forma deadoração posteriormente a este episódio. Todas as citações de culto durante avida dos patriarcas&amp;nbsp; foram destacadaspela realização dos sacrifícios. Os patriarcas erigiram altares (Gn 8.20;&amp;nbsp; 17.7,8; 13.18; 26.25; 35.1; 17.15)econsideravam também árvore e poços como sagrados (Gn 12.6; 35.4; 16.14; Dt11.30; Js 24.26).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O SERVIÇORELIGIOSO DEPOIS DA LEI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Moisésinaugurou uma nova etapa nas práticas do serviço religioso dos primeiros servosde Deus. Começou quando ele conduziu o povo de Israel para fora do Egito, e seestendeu até a era dos juízes. Durante o tempo dos juízes, o povo de Deus aindaadorava em tendas e em tabernáculo. Somente quando Davi foi coroado rei, que sefizeram planos para a construção de um templo. Houve uma série de atividadesacrescentadas nesta nova etapa. Quando Deus entregou os Dez mandamentos aMoisés, deixou bem claro as instruções conforme encontramos em Êxodo 20.3-5.Neste texto encontramos as palavras &lt;b&gt;encurvarás&lt;/b&gt;e &lt;b&gt;servirás, &lt;/b&gt;as quais significamatitude de culto. O &lt;b&gt;serviço &lt;/b&gt;comoculto, traduzido do grego, significa serviço sacerdotal. Serviço também podeser tradução de “&lt;b&gt;latreia&lt;/b&gt;”,encontrado no texto de Mateus 4.10, quando Jesus rebate a Satanás, dizendo: “...Vai-te,Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus &lt;b&gt;adorarás &lt;/b&gt;e só a ele &lt;b&gt;servirás&lt;/b&gt;”.Neste texto, o &lt;b&gt;serivirás &lt;/b&gt;vem de “&lt;b&gt;latreuseis&lt;/b&gt;”, enquanto que o &lt;b&gt;adorarás &lt;/b&gt;vem de “&lt;b&gt;proskuneseis&lt;/b&gt;”, que é também uma palavra grega com significado deculto. Começa assim a descrição de uma série de outras ordens para a realizaçãodo culto pós-lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ALGUNSELEMENTOS DO CULTO PÓS-LEI – Tem-se um forte indício que Deus já havia aprovadoos sacrifícios. Nos dias de Moisés, Deus também sancionou um &lt;b&gt;novo local de culto&lt;/b&gt;. Quando o grandelegislador subiu ao Monte Sinai, recebeu não só os dez mandamentos, mas tambémoutras diretrizes para a vida do povo. Dentre estas orientações, foi dado aplanta baixa do tabernáculo. Era um local fechado diferente dos altareserigidos a céu aberto. O próprio altar era diferente (Ex 27.1-3&lt;b&gt;). O Sacerdócio&lt;/b&gt;, nesse ínterim, emIsrael passou a existir o que se conhece por sacerdócio ordenado. De acordo coma ordem de Deus (Ex 28.1), Moisés consagrou seu irmão (Arão) e sobrinhos. Esteshomens eram da tribo de Levi, e o sacerdócio passou a pertencer efetivamente aesta tribo. Havia um distinção entre o sumo sacerdote e os sacerdotes. Estesrealizavam todas as atividades competentes aos sacerdotes. Aqueles, porém, alémdas atividades normais de um sacerdote, tinham a responsabilidade de executaremo sacrifício do dia da expiação, onde eles podiam entrar no santo dos santos(Lv 16.1-25). &lt;b&gt;O sistema sacrificial&lt;/b&gt;,apesar da vasta referência concernente aos sacrifícios em toda a bíblia, tem-seos rituais sacrificiais mais especificamente registrado nos sete primeiroscapítulos do livro de levítico. O sistema sacrificial é composto basicamente decinco tipos de sacrifícios específicos: ofertas queimadas (holocaustos),ofertas de cereais (manjares), ofertas pacificas, ofertas pelo pecado, ofertaspelas transgressões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;OSERVIÇO RELIGIOSO PÓS-EXÍLIO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Noano 586 a.C., o Rei Nabucodonosor&amp;nbsp;saqueou Jerusalém e destruiu o templo santo que Salomão havia edificado,impossibilitando a realização de cultos. Porém, quando acabou o cativeiro,Ciro, rei da Persia, ordenou aos israelitas que construíssem um templo em Jerusalém(Esd. 1.2), restituindo os vasos levados por Nabucodonosor (Esd 5.14). Emmuitas coisas, o segundo templo seria como o de Salomão. Mas a arca da aliançafora definitivamente perdida (destruída) durante a invasão do babilônios. Osrecursos para a construção do segundo templo foram mínimos, devido a própriasituação pós-exílio do povo israelita. O novo templo era menor e menos adornadodo que o de Salomão, mas seguia as mesmas linhas descritas para o tabernáculo. Todoculto judaico a partir deste retorno era centralizado no novo templo. Os judeusdesta época julgavam estar sob a ira e juízo divinos e, para reparar a culpa,eles voltaram a oferecer sacrifícios e ofertas. Neste ínterim, os levitas foramos primeiros a regressarem a Judá. Durante a monarquia outros ramos da tribo deLevi tinham sido aceitos como sacerdotes. Mas, após o exílio, todos os quealegam ser sacerdotes tinham &amp;nbsp;que provarque descendiam de Arão antes de ser admitidos no ofício (Esd 2.61-63; Nem7.65-67). Outros funcionários do templo, que voltaram de imediato, foram oscantores e os porteiros. O livro das crônicas refere-se aos cantores eporteiros como ´levitas`, mas eles eram de origem estrangeira, eram descendentesde cativos de guerras, que assistiam os levitas no templo de Salomão. No tempode Neemias estas pessoas juraram que andariam na lei de Deus e não se casariamcom estrangeiros (Nem 10.28-30). Nestes momentos, a atmosfera de cultoritualístico fora substituída pelo contexto de remorso. As festas se tornaram refeiçõessociais. Um novo festival surgiu – a festa de Purim. Esta festa era realizadanos dias 14 e 15 do mês de adar, para comemorar o livramento dos judeus dasmãos de Hamã.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-4186738140534028497?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/4186738140534028497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/11/organizacao-do-servico-religioso-licao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4186738140534028497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4186738140534028497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/11/organizacao-do-servico-religioso-licao.html' title='A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO–Lição 9'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-d0I0GqfHZr0/TtBRBWz-RdI/AAAAAAAAAWY/b-kSQdMmzRc/s72-c/DSCF0147.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-3772191260358520693</id><published>2011-10-26T07:23:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T07:23:18.064-07:00</updated><title type='text'>A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS – Lição 5</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-J5zGrrt85FE/TqgXw1uw--I/AAAAAAAAAWQ/m8e-PVcHscg/s1600/recycled-red-brick-wall-10811277835686spn0.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-J5zGrrt85FE/TqgXw1uw--I/AAAAAAAAAWQ/m8e-PVcHscg/s1600/recycled-red-brick-wall-10811277835686spn0.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Todocristão precisa estar preparado para enfrentar a oposição que se levantarácontra o seu projeto de vida com Deus. A extensão da oposição na vida de cadacristão é diretamente proporcional ao teor do comprometimento dele com a fé e oserviço cristão.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O apóstolo Pedro nosdiz que satanás, o nosso inimigo, está sempre nos cercando, bramando como umleão buscando a quem possa tragar. Jesus também nos alertou que devemoscultivar uma atitude de oração e constante vigilância. Analisando estasexpressões concluímos que não podemos pensar numa experiência cristã isenta delutas provocadas pela oposição que acontece tanto em nível espiritual como nonível físico da nossa existência.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Énecessário mantermos o equilíbrio para não nos tornarmos cristãos obcecados quetem mania de perseguição, que não vivem em harmonia com a palavra do senhor eao sofrerem as conseqüências de seus atos indevidos, atribuem que tais ações procedemde perseguições por parte das pessoas envolvidas ou até mesmo de umaconspiração do mundo espiritual. A maturidade espiritual nos proporciona discernimentopara definirmos com segurança se as lutas que enfrentamos tem origem numaconspiração dos homens ou dos demônios, ou se apenas tem haver com questõesrelacionadas com erros que cometemos. O inferno conspira continuamente contranós, pois, o diabo planeja nos impedir de alcançar uma eternidade com Deus,porém, o Senhor colocou a sua proteção sobre nós, existe um exército de anjos anossa disposição para frustrar os intentos dele contra as nossas vidas. Oescritor aos hebreus nos diz que os anjos foram designados para ministrar àquelesque hão de herdar a salvação. O poder dos nossos inimigos não pode sersubestimado, porém, temos de estar plenamente conscientes que o poder do nossoDeus é ilimitado e garante vitória a todos que a&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ele recorrem. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Neemiastinha absoluta consciência da grandeza da obra que estava realizando, a qualexigia da parte dele muita seriedade e máxima dedicação “Estou fazendo umagrande obra, de modo que não poderei descer”. Os inimigos de Neemias tentamdesviar-lhe o foco, provocar descontinuidade da ação, esfriar o ritmo detrabalho, semelhante a um técnico de futebol que o quando o seu time está sendopressionado e ele quer segurar o resultado, então manda queos seus jogadoressimulem contusões e caiam em campo para gastar o tempo. Quando estamostrabalhando em ritmo acelerado na obra de Deus os inimigos armam estratégiaspara nos tentar parar por um momento, tentando assim diminuir as nossas forçase nosso entusiasmo. Todavia, temos em Neemias um grande exemplo de discernimentoe determinação, por isso ele não se permitiu ser manipulado pela astutaestratégia do inimigo.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;VIVENDONUM CONTEXTO PROPÍCIO A OPOSIÇÃO. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Coma fortificação e reconstrução da cidade de Jerusalém, estava dado o primeiropasso concreto para o restabelecimento de Judá como província. É provável queboa parte dos conflitos com as províncias circunvizinhas possam ser explicadosa partir dessa mudança. O fato de Judá ter em Neemias um governador comautoridade e respaldo imperial, que conseguia se impor frente aos governadoresdas demais províncias vizinhas que tiveram prejuízos com essa mudança políticana satrapia. Samaria não &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;receberia maisos impostos da sub-província. O avanço dos árabes ao sul, para dentro doterritório de Judá provavelmente foi barrado. Da mesma maneira, é provável queas outras províncias tenham tido de respeitar melhor os limites da Província deJudá. O atrito com Samaria provavelmente foi mais acentuado porque em Jerusalémtambém estava se formando uma comunidade cultual, que procurava por sua identidade,afastando-se dos estrangeiros. Nesse período, talvez, já poderiam estar osprimeiros passos na direção do cisma judaico-samaritano. As acusações deSambalá e seus aliados de uma possível rebelião em Judá não deveriam serconsideradas totalmente sem fundamento, pois é possível que em Judá houvessepessoas desejosas de que tal acontecesse. Portanto, administrar o equilíbrioentre essas esperanças de ver Judá como reino e, por outro lado, de estabelecerJudá como província, proporcionando-lhe a possibilidade de um desenvolvimento maior,sem provocar uma rebelião contra Império, era um desafio considerável. QuandoNeemias se defendeu das acusações de que planejava rebelar-se (Ne 2.19; 6.7)dizendo que eram mentiras, estava sendo sincero. Nesse ponto, Neemias não eraidealista. Ele sabia onde estavam os limites de sua atuação. Um mínimo esboçode revolta seria entendido por Artaxerxes I como alta traição e reprimido pelorei com violência. Esse desafio de conseguir mais liberdade e autonomia para Judá,sem provocar uma revolta, parece ter sido vencido. Sua agilidade é digna denota. Ele sabia como tratar o rei (Ne 2.1ss). Governava com planejamento (Ne2.7ss), relacionando muito bem a precaução (Ne 2.12,16), astúcia (Ne 6.1-14) edeterminação (Ne 4.15-23; 5.16; 13.28). Porém, a motivação mais profunda de suaatuação foi o temor a Deus (Ne 1.4-11; 2.20; 5.15b). Mesmo não sendo teólogo,Neemias conhecia muito bem a tradição de fé do seu povo. A oração de Ne 1.5-11é a única reflexão teológica maior que se tem dele. No entanto, toda a suaatuação está orientada teologicamente. Sua linguagem é fortementedeuteronômica. A oração estava presente em todos os momentos (Ne 1.5ss; 2.4;4.3).&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Temos aqui uma oportunidade deaprendermos com Neemias princípios de liderança para neutralizarmos todas asestratégias dos inimigos da obra de Deus. A conspiração dos inimigos de Neemiasbuscava fundamentação em elementos históricos, políticos e sócias e por issotentavam legitimar suas ações para conseguir o engajamento do povo etransformar o homem de Deus no vilão de história. Neemias não só recorreu a suaconfiança em Deus, mas também soube articular uma contra-estratégia com opropósito de anular todas as investidas contra ele. Neemias não gastou muitotempo fazendo discursos sensacionalistas ou tratados teológicos prolixosvisando levar o povo na conversa, não, de forma nenhuma, pois ele estavaedificando e fazendo com que o resultado do seu trabalho falasse por si mesmo.A seriedade administrativa, a competência e o planejamento consistente, foramas grandes muralhas nas quais os inimigos de Neemias esbarraram. Vale lembrarque apesar de toda a astúcia e competência, Neemias deixa claro que o segredodo seu sucesso é oriundo da providência de Deus na vida dele.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-3772191260358520693?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/3772191260358520693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/10/conspiracao-dos-inimigos-contra-neemias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/3772191260358520693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/3772191260358520693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/10/conspiracao-dos-inimigos-contra-neemias.html' title='A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS – Lição 5'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-J5zGrrt85FE/TqgXw1uw--I/AAAAAAAAAWQ/m8e-PVcHscg/s72-c/recycled-red-brick-wall-10811277835686spn0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7466993065986767462</id><published>2011-09-29T21:20:00.001-07:00</published><updated>2011-10-01T08:39:31.534-07:00</updated><title type='text'>QUANDO A CRISE MOSTRA A SUA FACE – Lição 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-W67pGlRi_e0/ToXMJvk0cNI/AAAAAAAAAWM/jE5ZFWI_z8Q/s1600/PROJETO-NEEMIAS-IMAGEM-SITE.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" src="http://1.bp.blogspot.com/-W67pGlRi_e0/ToXMJvk0cNI/AAAAAAAAAWM/jE5ZFWI_z8Q/s320/PROJETO-NEEMIAS-IMAGEM-SITE.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Aexistência humana é marcada por altos e baixos, isto é, por sucessos efracassos. Na experiência da fé o sucesso individual ou coletivo estádiretamente relacionado a capacidade humana em entender e submeter-se a vontadede Deus. No Salmo primeiro temos uma perfeita noção dessa realidade.&amp;nbsp; Em maior parte os momentos de crisevivenciados pelo povo de Deus, conforme registrado no Antigo Testamento atravésrelato na história do povo Hebreu, ocorreram como resultado da desobediência epecados cometidos pelo povo de Deus num contexto geral. Todavia, nem sempre ascrises que homens e mulheres crentes enfrentam são geradas pelos seuspróprios erros. Nesse contexto as crises se constituem em grandes oportunidadespara testarmos a nossa própria determinação, a nossa capacidade deperseverarmos sem jamais aceitarmos a decretação miséria. Como nos diz salmistano Sl 20.8 “uns se encurvam e caem, mas nós levantamos e estamos de pé”. &amp;nbsp;Os que se encurvam são aqueles que desistemquando a crise apresenta a sua verdadeira face, perdem a esperança, entregam asarmas e assumem a fatalidade da derrota. &amp;nbsp;A fé em Deus proporciona uma esperançailimitada, e uma capacidade para se enxergar possibilidades além de qualquerprevisão humana. Aquele que tem fé ainda que venha cair, mesmo assim encontraráforças para levantar e continuar de pé para enfrentar a crise com postura,integridade, fibra de caráter e esperança na certeza de que dias melhores hãode chegar. A nossa primeira lição do último trimestre/2011 traz uma abordagem sobre um desses momentos críticos vivido pela nação judaica alguns anos após o exílio babilônico. Tudocomeça quando um hebreu chamado Neemias, provavelmente um descendente de umafamília da nobreza judaica e também da linhagem davídica, que estava a serviçodo Rei da Pérsia, Artaxerxes I, recebeu uma comitiva de Judeus oriundos deJerusalém que lhe trouxeram notícias sobre a caótica e decadente situação emque se encontrava a cidade de Jerusalém. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;CONTEXTOSOCIAL E POLÍTICO RELACIONADO COM O “PROJETO NEEMIAS”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Osdois primeiros capítulos do livro de Neemias introduzem o “projeto de Neemias”; reedificar a cidade de Jerusalém (Ne 2.5). O texto de Ne 1-2&amp;nbsp; forma um pequeno bloco literário e deconteúdo coeso dentro do livro de Neemias. A maioria dos estudiosos entende queo texto é composto por duas partes perfeitamente relacionadas, cujo o temaprincipal é o estado e destruição de Jerusalém. Falar de programa dereconstrução de Jerusalém e reorganização de Judá não significa dizer que houveum programa com metas estabelecidas que se queria atingir; significa muito maisdescrever o processo dentro do qual Judá foi sendo reorganizado. Ao que parece,esse processo foi deveras complicado. Não se pode esquecer também que o períodoentre a destruição de Jerusalém e a reconstrução de seu muro foi de quase umséculo e meio. É importante ficarmos cientes que no período exílico, Judá nãoera um “deserto populacional” como alguns pensam. Segundo algumas pesquisas, apopulação de Judá nesse período girava em torno de 180.000 habitantes. Conforme o Livrode Esdras, já no primeiro ano após a conquista da Babilônia (538 a. C.), Ciroautorizou o retorno dos exilados e a reconstrução do templo de Jerusalém. Oponto inicial para o processo da volta dos exilados foi a promulgação do Editode Ciro, cuja a variante do texto aramaico se encontra em Ed 6.3-5. Sãomencionados vários grupos que retornaram do exílio. Ainda de acordo comestudioso Kreissig, na metade do V a. C. a população de Judá já contavam comaproximadamente 210.000 pessoas, correspondendo a uma densidade demográfica emtorno de 130 habitantes por Km quadrado. A descrição do estado de Jerusalém porocasião da chegada de Neemias parece evidenciar que a cidade e o templo foramrestaurados em períodos diferentes, de modo que faz sentido encontrardiferentes tradições acerca de pessoas que reedificaram o templo (Ed 1 e 3). Oslivros dos profetas Ageu, Zacarias e Malaquias parecem revelar que o interessede reconstrução em Jerusalém, nas primeiras décadas, foi muito mais no âmbitoparticular. Isso a tal ponto que Ageu critica severamente tal comportamento: “Acasoé tempo de habitardes vós em casas apaineladas, enquanto esta casa permanece emruínas?” (Ag 1.4). Quando Neemias chegou a Jerusalém em 445 a. C., aindaencontrou a cidade de Jerusalém em situação desoladora. Os muros estavamdestruídos a cidade em situação desoladora. Os muros estavam destruídos e oportões queimados (Ne 1.1-13). Todavia, mesmo após a reconstrução dos muros, acidade ainda estava quase desabitada (Ne 7.4). Tudo parece indicar que elavoltou a ter uma vida ordinária, mas que de certa forma Jerusalém ainda nãohavia se tornado um pólo próspero e atrativo até a metade do V século a.C.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Umpouco antes da atuação de Neemias, a dinastia aquemenida tinha estado envolvidacom assassinatos na disputa pelo trono. Xerxes (486-465 a.C.) fora asssssinadoem 465 a.C., quando assumiu seu filho, Artaxerxes I (465-424 a.C.). Para galgaro trono, ele teve que mandar eliminar os seus irmãos. Quando Neemias chegou aJerusalém em 445 a. C., pobreza e penúria reinavam na cidade. A partir do livrodo profeta Malaquias são conhecidos alguns males morais e cultuais da vidacomunitária. Algumas pesquisas têm chegado a conclusão de que a indicação deNeemias para a reconstrução do muro foi favorecida por uma forte motivaçãopolítica, tendo em vista a ocorrência de revoltas em algumas Satrapias, oimpério&amp;nbsp; buscava uma situação maisestável ou mais eficácia da administração persa em Judá. Talvez o rei achassesensato reconstruir Jerusalém, a fim de ter um pequeno forte ao sul de Judá.Além do mais, era muito importante que na Judéia houvesse um súdito leal a aorei, considerando-se as recentes rebeliões havidas. &amp;nbsp;A grande maioria dos estudiosos vincula adestruição mencionada em Ne 1.2-3, de uma outra maneira, com o relato de Ed.4.23. Os acontecimentos narrados em Ed 4.7-23 devem ser datados nos primeirosanos do reinado de Artaxerxes I. Neste período os habitantes de Samaria e osfuncionários persas de Samaria procuravam dificultar a reconstrução deJerusalém, especialmente do muro. A partir de Ed. 4.23 e de Ne 1.1, Schneiderentende que inclusive uma parte da cidade, que havia sido restaurada, foinovamente destruída com violência e fogo. Para ele, a situação relatada pelaspessoas que vieram de Judá é conseqüência do mais recente decreto de ArtaxerxesI (Ed 4.17-23), que determinou a interrupção da obra de restauração deJerusalém. Outros estudiosos &amp;nbsp;também concordam que a destruição relatada para Neemias deve ter tido lugar algum tempo após a missão de Esdras.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A ORAÇÃOÉ O PRIMEIRO RECURSO DE NEEMIAS &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Neemiasestava vivendo em uma situação muito confortável e de muito status político e social. Na nossa compreensão, conforme os nossos padrõesprofissionais, a profissão de copeiro, ainda que fosse do presidente darepública, nunca seria encarada como um alto posto nos dias atuais, porém, naquelecontexto a situação era bem diferente. O copeiro o rei era uma pessoa de suaextrema confiança, pois, ele era o responsável para impedir que o rei viesse aser envenenado, participava de grande parte da privacidade do rei e muitas vezesse tornava confidente dele, o que nos parece ter sido o caso de Neemias.&amp;nbsp; O fato de Artaxerxes questionar Neemiassobre a angustia que ele expressava por meio do semblante, demonstra que o reitinha uma certa afinidade por ele, pois, geralmente os reis persas se mostravamindiferentes aos problemas sentimentais dos seus súditos e não costumavammisturar problemas pessoais com profissionais. A função de copeiro rei era tãoimportante, que alguns deles, muitas vezes exerciam paralelamentea essa função, altos cargos na administração pública, a semelhança de um ministro de estado.&amp;nbsp;Aabertura da oração de Neemias tem um paralelo com Dn 9.4.&amp;nbsp; A linguagem deuteronomista perpassa toda aoração. Ela indica que Neemias era bem versado nessa linguagem e um estudiosodas Escrituras, do contrário não poderia usar o AT tão livremente, como se podeperceber também em outras partes do livro (Ne 13.10,12,15). Neemias introduz aoração, não para comprovar sua piedade, mas para levar à presença&amp;nbsp; de Deus toda problemática da qual tomouconhecimento. Neemias expressa sua fé quando recorre à oração. Ele reconheceque Deus é “grande e temível”, único e universal, é o Deus dos céus”. Todavia,o Deus que terá misericórdia dos que estiverem prontos ao arrependimento.Neemias se atém, assim, á promessa de que Deus é fiel àqueles que permanecemfiéis ao Senhor e mantém a sua aliança. É na lembrança dessa promessa queNeemias baseia sua esperança: Deus ouvirá sua oração. Miséria e exílio são conseqüênciada ira divina. Neemias invoca Deus, pedindo sua atenção (v.6) eapresentando-lhe a confissão de pecados, dos seus próprios e dos seus irmãos (VV.6-7). No reconhecimento de que a pessoa só pode estar diante de Deus depois deconfessar sua culpa, o primeiro conteúdo concreto da oração é a confissão deculpa. A auto-inclusão de Neemias nessa confissão demonstra sua honestidade.Após a confissão de pecados, segue-se o pedido de fato: Deus havia anunciado oexílio como castigo para a quebra da fidelidade, mas também havia prometidosalvação aos arrependidos (Dt 30.1-5). Neemias está apelando para a promessa deJavé. O apelo de Neemias é um apelo à misericórdia de Deus. A situação de Judá mostraque Deus cumpriu sua palavra, quando disse que puniria o povo se estepersistisse no pecado. Neemias vê essa condição calamitosa de Judá comoindicação do poder de Deus (Jr 18.6). Dessa forma, ele defende que Deus éigualmente capaz para restaurar a sorte de Judá, desde que haja sinais dearrependimento. No final da oração, Neemias volta a invocação inicial de queJavé lhe ouça a oração, mas agora com um aspecto muito concreto: que ele,Neemias, encontre um ouvido aberto da parte do rei. O pedido de que “sejabem-sucedido hoje o teu servo” (v.10) deve se referir aos planos de Neemias dereconstruir&amp;nbsp; Jerusalém; que Neemias tenhasucesso no seu arrependimento de pedir ao rei que lhe dê autorização parareedificar Jerusalém. Neemias sabe muito bem que sua vida estará nas mãos dorei quando fizer o pedido. Fazer tal pedido diante do rei poderia ser altamenteperigoso, mesmo para alguém que era protegido por ele, pois Artaxerxes Ipoderia entender o pedido de Neemias como uma afronta. Sabe-se que os reis doAntigo Oriente eram muito temperamentais, e suas reações muito imprevisíveis. Olivro de Ester mostra que,afinal, é sempre um risco de vida chegar diante dorei (Et 4.11-16). Mas Neemias sabe que Deus é soberano, Senhor da história. Eassim, nesse contexto da oração, ele pode usar a expressão “este homem” paradesignar o rei. Esta expressão não é tão anormal se se considerar que ela estásendo usada em oração diante de Deus, perante o qual o rei não passa de umapessoa qualquer que também pode ser conduzida pela vontade de Deus.Por isso, aúltima decisão final será dada pelo Senhor da História!&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7466993065986767462?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7466993065986767462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/quando-crise-mostra-sua-face-licao-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7466993065986767462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7466993065986767462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/quando-crise-mostra-sua-face-licao-1.html' title='QUANDO A CRISE MOSTRA A SUA FACE – Lição 1'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-W67pGlRi_e0/ToXMJvk0cNI/AAAAAAAAAWM/jE5ZFWI_z8Q/s72-c/PROJETO-NEEMIAS-IMAGEM-SITE.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-2406676136063662965</id><published>2011-09-22T08:33:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T20:12:01.210-07:00</updated><title type='text'>A PLENITUDE DO REINO DE DEUS – Lição 13</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KDceLTRgboM/Tnv3RcOvNyI/AAAAAAAAAVo/4gOVcZ1K4ts/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-KDceLTRgboM/Tnv3RcOvNyI/AAAAAAAAAVo/4gOVcZ1K4ts/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os temas relacionados com a escatologiabíblica são, sem sombras de dúvidas, os que mais apresentam dificuldades para amaioria dos ramos do cristianismo. Talvez seja porque a disciplina da escatologia épara os crentes como a matemática é para a maioria dos estudantessecundaristas. Devido a essa fama de “tema complicado”, a maioria doscristãos têm demonstrado muito interesse para estudar esse assunto. Porém, vamosabordá-lo conforme nos impulsiona o tema referente a plenitude do Reino deDeus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Através da história do cristianismoforam muitos os momentos em que algum profeta apareceu para anunciar o finaldos tempos. Pelo fim do ano 1000 também se esperava o fim do mundo, isto emrazão de uma interpretação errada do trecho simbólico do Ap 20.1-10, mas tambémpor causa&amp;nbsp; da decadência do Ocidente:século de ferro (900-1000), famílias ducais de Roma lutavam pelo papado. Ospróprios judeus esperavam que a vinda do Reino fosse espetacular. Pegar-se-iaem armas para vencer o inimigo romano e Israel reinaria. Estrelas cairiam docéu, segundo a esperança apocalíptica.&amp;nbsp; APalavra do Senhor não fornece nenhuma base para que sejam estabelecidas dataspara o fim do mundo, pelo contrário, Jesus diz que ninguém sabe o dia, nem o Filhodo Homem (Mt 24.42; Mc 13.32). A Bíblia condena, pois, a inclinação humana de determinaro dia em que o mundo findará. Também evita as descrições fantásticas comumenteem uso. A sua descrição é sumamente moderada, em comparação com a visão apocalípticade seu tempo. Toda a sua mensagem está concentrada no próprio fato de que Deusreinará. Vejamos o que nos diz Jesus sobre isso: Mt 24.29...Lc 21.25: “Logoapós esses dias de tribulação, o sol se escurecerá, a lua não dará mais suaclaridade, os astros cairão do céu, os poderes do céu serão abalados. Então,aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem”. Como entender isso? Devemos verisso como um gênero literário. Perturbação nos astros, disso já os profetas doAT falavam. Assim, Isaías descrevendo a queda da Babilônia fala das estrelas,do sol e da lua que não difundem mais o seu brilho (Is 13.9). A ruína de Israelé anunciada em termos semelhantes (o sol se porá ao meio-dia e a terra serárecoberta de trevas);&amp;nbsp; e de Edom também(Is 34.4), como a do Egito (Ex 32.7) e os fenômenos são por sua vez preditos emSofonias 1.14. Os autores bíblicos tinham um prazer em associar a natureza aosacontecimentos humanos; como cordeiros (Sl 113.4). É claro que aqui temos umsentido puramente metafórico e por que não o teria também em referência ao fimdo mundo? Pedro (II Pe 3.7) diz que os céus e a terra que agora existem sãoreservados para o fogo no dia do juízo e da perdição dos ímpios”. Será estemundo destruído? Uma destruição por meio da bomba atômica e a de hidrogênio provocariafenômenos semelhantes aos citados pelo apóstolo Pedro. O sol perde a suaenergia, os pólos também degelam. No contexto da filosofia grega tambémexistiam referências a destruição do mundo pelo fogo. Todavia, o mesmo Pedroque fala da destruição do mundo pelo fogo, também se refere a novos céus e novaterra (II Pe 3.13; Ap 21.1). Nessa perspectiva será mais coerente dizer que omundo físico será transformado. Os seguidores do teólogo Orígenes, que diziamque o mundo corpóreo seria totalmente destruído subsistindo apenas purosespíritos, foram condenados pelo sínodo de Constantinopla (543 d.C). Na idadeMédia também havia gente que defendia a destruição total, como João EscotoEriúgena e vários outros estudiosos afamados. Portanto, como compreender estenovo céu e nova terra?&amp;nbsp; Embasado nasEscrituras podemos dizer que os redimidos pelo sangue do Cordeiro, os quaisconstituem agora o verdadeiro povo de Deus, em estado de glorificação, estãoaptos para reinar com o Senhor Jesus, Paulo nos diz: “&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #444444;"&gt;Sesofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;&lt;/span&gt;”II Tm 2.12. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Algumas pessoas as vezes indagam sobre como será o ambientedepois da consumação, e então perguntam: “ existirá flora, fauna? O teólogoTomás de Aquino nega simplesmente a existência de animais, plantas e corposinanimados mistos, pois nada deles é incorruptível. Porém muitos autoresmodernos admitem tudo isso, pois isto concorre para ornamentar a natureza edeleitar os homens. Mas em geral os teólogos são muito reservados sobre isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;CONSUMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Quando Jesus veio na plenitude dos tempos trouxe redenção para a própria natureza. os milagres não são intervenções de Deus pelas quais Ele perturba a ordem da natureza. Não eram também evidência da divindade de Cristo. Jesus Cristo nunca os fez para provar tal coisa. Os milagres são o sinal da presença do Reino em nosso meio. Não são o inesperado mais sim o esperado do Reino de Deus. Com a presença de Jesus a mente e o corpo do homem ficam sãos. Não há lugar para doenças no Reino de Deus. Os mortos são ressuscitados. Não há lugar para a morte no Reino de Deus. A tempestade é acalmada. Não há lugar para violência física no Reino de Deus. Jesus diz: O Reino está no meio de vós. Isto não quer dizer que há uma semente lançada em nossos corações. Isso é pietismo e individualismo. O Reino de Deus é objetivo e presente em Jesus Cristo. Quando olhamos para o fim à luz de Cristo começamos a perceber a filosofia da história de Paulo em Rm 8. O fim, de que fala o NT é o ajuntamento de céus e terra. Ap 21.22 "A habitação de Deus está com os homens. Com isto finda-se a ruptura entre céus e terra e a natureza é redimida da maldição. A Bíblia não nos fala só de Novo Céu. A Escatologia também não se refere apenas a morrer e ir para os céus. A Escatologia tem uma perspectiva horizontal. Esperamos a redenção da natureza e da terra. Por vezes o nosso pensamento está mais próximo do romanismo do que da Bíblia. Pensamos que a terra é apenas o palco onde se desenvolve o drama da alma. A terra é suja. O corpo é carnal e seu destino é o pó. A única coisa importante é a alma e o seu fortalecimento. Assim, quando o drama da salvação terminar tudo o que está acontecendo na terra não terá significação. Os céus ficarão e a terra será destruída numa conflagração gigante. Daí a história e a vida não ter significação. A única coisa que permanecerá será a eternidade celestial. Mas a Bíblia não pensa assim do Tempo, História e Eternidade. No decorrer da História o propósito de Deus está sendo levado a cabo. Aqui e agora o todo da natureza aguarda a consumação final. A ressurreição do corpo significa, pois, que também todo o contexto de nossa vida e da natureza será restaurado. Da criação de Deus nada se perde. Todas as novas esperanças e empreendimentos no fim se realizarão e terão significação porque serão eternizadas e permanecerão na presença de Deus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;A IGREJA NO REINO ETERNO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O estado eterno do crente é vida através e com o Senhor Jesus Cristo: "E o testemunho é este, que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho não tem a vida" (I Jo 5.11,12). A vida eterna não é simplesmente a existência eterna; todos os homens, justos e injustos, existirão eternamente. A vida eterna não se refere apenas à duração da vida, mas a sua qualidade. O cristão tem a vida de Cristo (Gl 1.20), porque possui Cristo em seu íntimo (Cl 1.27). A vida em Cristo é um bem presente do cristão, assim como sua esperança futura. Ela é chamada de estado futuro do crente apenas no sentido de que na volta de Cristo a vida eterna não mais será tirada (I Jo 3.2; Ap 2.10). No paraíso, reinando com Cristo em seu reino milenar, ou habitando a Nova Jerusalém, o crente permanecerá na presença de Jesus na casa do Pai. A vida na casa do Pai é assegurada pela promessa de Cristo de preparar um lugar para nós ali (Jo 14.2,3); a preparação que nos concedeu um lugar foi a obra expiatória de Cristo na cruz do Calvário. A morada eterna do crente será no eterno reino do nosso Deus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-2406676136063662965?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/2406676136063662965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/plenitude-do-reino-de-deus-licao-13.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/2406676136063662965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/2406676136063662965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/plenitude-do-reino-de-deus-licao-13.html' title='A PLENITUDE DO REINO DE DEUS – Lição 13'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KDceLTRgboM/Tnv3RcOvNyI/AAAAAAAAAVo/4gOVcZ1K4ts/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-5756080203686109927</id><published>2011-09-15T08:40:00.000-07:00</published><updated>2011-09-16T09:00:53.331-07:00</updated><title type='text'>A INTEGRIDADE DA DOUTRINA CRISTÃ – Lição 12</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Apreservação dos ensinos dados pelo Senhor Jesus se constituiu na maiorpreocupação dos apóstolos e demais lideranças da igreja primitiva. Podemosafirmar com segurança que “Perseverança” é o vocábulo que melhor define a posturados primeiros cristãos. O livro de Atos dos Apóstolos nos proporcionatestemunhos muito importantes que nos revelam o empenho dos discípulos para atransmissão “Querigmática” do Evangelho se processasse de forma que fossemantida a integridade de toda verdade ensinada por Jesus, Paulo, Pedro, Tiago etodas demais lideranças instituídas pelo Espírito Santo para desenvolver ateologia cristã. A conceituação do termo “doutrina” pode ser muito simples,tendo em vista que esse termo pode ser definido simplesmente como “ensino”. &amp;nbsp;A base e o corpo da doutrina cristã estácontida na Bíblia, que o registro da revelação divina. A reflexão humana atravésda história sobre a revelação neo-testamentaria que foi dada aos primeiros, deuorigem a que denominamos de “Teologia”, e essa teologia com o passar do tempofoi adquirindo vários desdobramentos com as mais diversas nomenclaturas, porém,se resume num grande dos homens para apresentarem explicações mais amplas, profundase aplicáveis na existência dos seres humanos. Esses empreendimentos da teologianem sempre foram produtivos no sentido de contribuírem para a preservação daintegridade da doutrina cristão, pelo contrário, muitos movimentos teológicos têmcaminhado na “contra mão” da verdade cristã, e assim tais supostas “teologias”apenas tem servido para realizar uma descontrução da verdade. Nesse aspecto devo apenas mencionar a teologia liberal, cujos os postulados baseavam-se apenas em conceitos filosóficos e humanistas, com o propósito de reformular a fé cristã em harmonia com o iluminismo, e a das perspectivas do iluminismo. Imbuídos desse intento desferiram terríveis ataques contra as doutrinas ortodoxas, isto é, a doutrina cristã que tinha as suas raízes nos ensinos de Jesus e dos apóstolos. Essa corrente de pensamento foi mais ofensiva do qualquer outra heresia, inclusive as que foram combatidas pelos famosos pais da igreja, entre Tertuliano, Irineu, Eusébio, Atanásio e outros tantos. Entre tais heresias podemos citar o Gnosticismo, o Donatismo, o Arianismo, Unitarismo e assim por diante. Entre os principais teólogos liberais percebe-se um projeto deliberado para desfazer da integridade da doutrina cristã, até então crida e vivenciada por todos os cristãos de diversas gerações. Considerado o pai do liberalismo teólogico, Schleiermacher foi o pioneiro para a reconstrução da teologia mediante o uso de uma base filosófica articulada. Para Schleiermacher a fé e a redenção do Ser depende fundamentalmente de um "sentimento", o qual leva o homem a viver uma vida de total dependência de Deus. Nesse raciocínio o fundamento da fé já não se acha naquilo que Deus diz (a revelação divina) nem naquilo que o homem experimenta. A partir desse critério filosófico todas as doutrina cristãs são reformuladas, ou porque não dizer, eliminadas. Shleiermacher se distanciou tanto das afirmações bíblicas que foi considerado "panteísta" pela maioria dos estudiosos dessa teologia. O panteísmo é a crença que diverge do monoteísmo bíblico e ortodoxo, de um Deus único e pessoal, pois os panteístas acreditam que "tudo é Deus, e Deus é tudo", não distinguindo o Criador da coisa criada. Outro exemplo de atentado contra a integridade da doutrina cristã pode ser visto na obra do teólogo alemão Rudolf Bultmann, pois o mesmo é conhecido pela sua famosa teoria da "Desmitologização". Segundo esse teólogo a doutrina cristã precisava ser reelaborada, pois a linguagem mitológica da Bíblia estabelecia grandes obstáculos para que a mensagem cristã fosse acatada pela mente racional de um homem &amp;nbsp;havia avançado no conhecimento científico e filosófico. Por isso, Bultumann vai propagar que tudo na bíblia que contrariar a razão humana poderá ser reinterpretado por meio do método da "desmitologização", isto é, tudo que ultrapassar os limites da razão se dá fato da presença dos elementos mitológicos do texto que apenas uma relação com as crenças e lendas dos povos antigos. Por outro lado outros movimentos se levantaram para conter o ímpeto liberal, e assim evitar uma total descaracterização da doutrina cristã. Além da forte resistência da ortodoxia evangélica temos a importante participação dos chamados teólogos "neo-liberais", os quais mesmo divergindo de alguns pontos da ortodoxia não podiam permitir que tais pensadores tratassem a Palavra de Deus como se fosse apenas uma filosofia diferenciada, e não a revelação &amp;nbsp;vinda direta do Eterno Deus. Entre os teólogos neo-ortdoxos está Karl Barth, o qual foi de inestimável importância para impedir que as reformulações dos liberais viessem a suplantar a teologia cristã ortodoxa na base de fé que entende que a Bíblia é palavra Deus revelada e na mesma não existem equívocos de qualquer natureza. Apesar de ter uma elaboração teológica com algumas nuances que não se harmonizam com a teologia ortodoxa, Barth ficou conhecido como "O Teólogo da Palavra", pois a teologia dele supervaloriza a Palavra do Senhor e em todos os momentos denfende-a com a plena revelação de Deus. Para Barth uma teologia que não está centrada na Palavra de Deus, não passa de um discurso vazio e sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESVIOS DA DOUTRINA DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida em que a doutrina ortodoxa de Deus e da Trindade sofria erosão na teologia liberal, novos esforços foram feitos para reformular a doutrina de Deus. A teologia liberal realmente teve como ponto de partida o panteismo na teologia de Schleiermacher. Mas este não poderia ser o lugar &amp;nbsp;de descanso final da doutrina de Deus sustentada pelos liberais. A fim de ressaltar a imanência de Deus, sem porém, cair no panteísmo, o liberalismo falava do panteísmo , "Deus em todas as coisas". Isto salvaguardaria a doutrina da imanência divina&amp;nbsp;(a presença de Deus no mundo)&amp;nbsp;que era tão importante para o liberalismo religioso, e, porém, segundo se esperava, salvá-la-ia de um panteísmo que seria fatal para a teologia cristã. Um segundo desvio muito importante para longe do modo histórico de entender a doutrina de Deus foi o impacto da teologia ética sobre a teologia cristã. Foi o filosófo Kant que realmente introduziu o conceito da teologia ética, e este conceito recebeu um grande apoio do filósofo Johann Fichte (1762-1814), um seguidor fiel de Kant. O resultado foi uma sentimentalização do conceito de Deus. Deus o Pai celestial é também um Deus de moral sentimental. Um Deus assim não poderia castigar severamente os maus nesta vida; nem sequer era segundo a ética para Jesus carregar sobre Sí os pecados e o julgamento em prol do mundo; nem era segundo a ética castigar os homens para sempre no inferno. Logo, quando a teologia liberal ficou sendo tão preocupada eticamente, e tão sentimental na sua doutrina da paternidade de Deus, foi subvertida toda a severidade e fibra moral do modo histórico e ortodoxo de entender a Deus. O unitarismo tem tido uma longa história no cristianismo e era conhecido na igreja primitiva como o monarquismo. No século XIX tinha um defensor articulado na Grã-Betanha na pessoa do famoso estudioso, James Matineu (1815-1900). Nos Estados Unidos, a negação do trinitarismo teve suas raízes no racionalismo dos anos 1700, e emergiu como denominação nos anos 1800. Foi um abalo para o unitarismo quando um dos seus maiores defensores, T.S. Eliot, virou as costas ao unitarismo por causa da sua impotência espiritual e sua esterilidade teológica, e voltou-se para a ortodoxia anglicana.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-5756080203686109927?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/5756080203686109927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/integridade-da-doutrina-crista-licao-12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5756080203686109927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5756080203686109927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/integridade-da-doutrina-crista-licao-12.html' title='A INTEGRIDADE DA DOUTRINA CRISTÃ – Lição 12'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-5048973886467126176</id><published>2011-09-06T14:09:00.000-07:00</published><updated>2011-09-10T13:26:21.106-07:00</updated><title type='text'>A INFLUÊNCIA CULTURAL DA IGREJA - Lição 11</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;O que é cultura?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A definição de cultura não é tão simples como parece. Osantropólogos já criaram&amp;nbsp;mais de trezentas definições. O conceito mais básico decultura é relativo ao jeito&amp;nbsp;próprio de as pessoas enfrentarem suas atividades cotidianase perceberem o mundo&amp;nbsp;em que vivem. "Este conceito refere-se a coisas muitoconcretas, como a forma de&amp;nbsp;dormir, levantar-se, comer, beber, trabalhar, brincar,lutar, expressar amor, casar-se,&amp;nbsp;criar e educar os filhos, adoecer, morrer, etc. Existem, porexemplo, várias maneiras&amp;nbsp;de dormir. Nem todos dormem do mesmo jeito, usando cama,colchão e lençóis. Em&amp;nbsp;muitas comunidades do interior, dorme-se no chão ou numaplataforma de barro com&amp;nbsp;pelegos de carneiro. Na selva, como também em várias regiõesdo continente,&amp;nbsp;usam-se rede eestrados de madeira".&amp;nbsp;Os hábitos de higiene pessoal diferem muito de país parapaís. Sabe-se que os&amp;nbsp;franceses não são muito achegados ao banho diário. Paradisfarçarem os maus&amp;nbsp;adores desenvolveram a maior indústria de perfumaria domundo. Nós, brasileiros,&amp;nbsp;nos&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;banhamos todos os dias; em alguns lugares, devido aoexcessivo calor, várias vezes&amp;nbsp;ao dia. Já os escandinavos banham-se em saunas. Nos climasfrios nórdicos pouco se&amp;nbsp;transpira, e a sauna produz artificialmente um ambiente emque os poros se dilatam e&amp;nbsp;o suor limpa a pele de bactérias mortas. Edward Taylor,antropólogo norte-americano,&amp;nbsp;assim definiu a cultura:&amp;nbsp;Cultura, tomada em seu amplo sentido etnográfico, é o todocomplexo que&amp;nbsp;inclui conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes,ou qualquer outra&amp;nbsp;capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro deuma&amp;nbsp;sociedade.&amp;nbsp;Examinando os primeiros relatos históricos das civilizaçõesmais antigas,&amp;nbsp;observamos que as sociedades transformavam em arte o queprimeiramente haviam&amp;nbsp;criado apenas para atender suas necessidades mais básicas.Além de caçar, os povos&amp;nbsp;primevos buscavam desenhar suas aventuras nas paredes dascavernas. Os potes de&amp;nbsp;barro, inicialmente usados apenas para conter alimentose&amp;nbsp; cozinhá-los ao fogo,&amp;nbsp;passaram também a receber adornos. O mesmo processoaconteceu com as roupas.&amp;nbsp;Desde os tempos mais remotos, há nítida demonstração de queas roupas não eram&amp;nbsp;usadas apenas para cobrir e proteger&amp;nbsp;o corpo. Elas adquiriram valores artísticos e estéticos,expressando a criatividade&amp;nbsp;própria das pessoas e de uma determinada sociedade.&amp;nbsp;O clima, na maioria das vezes, pode determinar não apenas otipo, mas também&amp;nbsp;as cores e até o material usado na Confecção de roupas. Nosambientes frios, as&amp;nbsp;roupas não só escondem o corpo completamente, como adquiremcores pretas e&amp;nbsp;cinzentas, por serem as que melhor conservam as pessoas&amp;nbsp; aquecidas. Nos climas&amp;nbsp;tropicais, com fartura de sol, as Vestimentas são brancas oumuito coloridas, além de&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;possuírem tecidos bem leves. A moda escocesa dos homens sevestirem com saias&amp;nbsp;de lã e grossas meias só tem sentido no clima do norte daEuropa.&amp;nbsp;O deserto árido e seco obriga os árabes a se vestirem comgrandes blusões de&amp;nbsp;algodão branco; já o clima tropical e úmido da Amazônia levaos índios a andarem&amp;nbsp;nus. Os vaqueiros nordestinos usam gibões de couro, mesmovivendo sob o sol&amp;nbsp;causticante das caatingas, porque necessitam proteger-se dosgarranchos espinhosos&amp;nbsp;da mata. As mulheres bolivianas, de forma igualmentepeculiar, vestem-se com várias&amp;nbsp;camadas de roupas para se defenderem do frio andino.&amp;nbsp;Não se pode atrelar qualquer valor moral a essas diferenças;as pessoas não&amp;nbsp;optaram por se vestir de certa maneira em razão de sermoralmente depravadas ou&amp;nbsp;mais santas que outras. Pode-se concluir, deste modo, que atopografia e a vegetação&amp;nbsp;são os fatores que exigem a utilização dos maisdiversificados tipos de vestes.&amp;nbsp;Uma sociedade que veste pouca roupa, ou até nenhuma, nãosente vergonha de&amp;nbsp;viver assim e não compreende porque outros povos (de climafrio) precisam usar tanta&amp;nbsp;roupa. Quando um europeu observa um africano trajando roupastão coloridas, ele&amp;nbsp;também acha estranho. No Nordeste brasileiro é muito comumhomens calçarem&amp;nbsp;sandálias. Já estive em congressos em que alguns pastorescompareceram às&amp;nbsp;reuniões com uma chinela de couro. Esse comportamento seriatotalmente inaceitável&amp;nbsp;num congresso de pastores nos Estados Unidos.&amp;nbsp;E. A. Nida, em seu livro de antropologia missionária&amp;nbsp; Costumes e Cultura,&amp;nbsp; mostra&amp;nbsp;porque é importante saber respeitar as diferenças culturaisno cumprimento do&amp;nbsp;mandato missionário.&amp;nbsp;...estudos contemporâneos sobre os costumes e os valoresestéticos e morais&amp;nbsp;dos tipos de roupas têm concluído que o uso de pouca roupapor parte de&amp;nbsp;certos povos pouco tem a ver com a moralidade de umasociedade. O que&amp;nbsp;afeta a moralidade de uma sociedade é o desobedecer às leisque&amp;nbsp;determinam quais as roupas que podem e devem ser usadasdentro daquela&amp;nbsp;sociedade.&amp;nbsp;Isso significa que a moralidade de um povo não pode sermedida segundo as&amp;nbsp;leis de nossa sociedade, mas sim, pelas leis particulares decada sociedade&amp;nbsp;em si.&amp;nbsp;A própria origem da palavra "roupa" fornece algumaspistas&amp;nbsp; para a compreensão&amp;nbsp;de seu valor cultural. A&amp;nbsp;Enciclopédia Mirador&amp;nbsp; mostra queeste vocábulo advém do&amp;nbsp;século XII. "De origem portuguesa, 'roba' procede dovocábulo germânico 'rauba', que&amp;nbsp;significa 'saquear, roubar com violência'."&amp;nbsp;Possivelmente as roupas, como despojo de&amp;nbsp;guerra, valorizavam o guerreiro vencedor.&amp;nbsp;As civilizações, portanto, criam roupas e adornosespecíficos de acordo com os&amp;nbsp;seus parâmetros próprios. Estes, por sua vez,&amp;nbsp; são consoantes às suas próprias&amp;nbsp;convenções sociais e podem ou não ser apropriados em outrasculturas. Há roupas e&amp;nbsp;adornos característicos dos anciãos e das crianças que podemter relevância numa&amp;nbsp;cultura, mas não significar nada em outra.&amp;nbsp; Em determinadas tribos, os guerreiros se&amp;nbsp;adornam para uma batalha pintando os olhos com uma cor,enquanto noutras o&amp;nbsp;ornamento de guerra é alguma pele de animal selvagem. NoBrasil, por exemplo, os&amp;nbsp;militares possuem diversos tipos de vestes, uma para cadaocasião específica. As&amp;nbsp;noivas, em virtude&amp;nbsp; dacerimônia do casamento, também se vestem de maneira&amp;nbsp;diferenciada; nossa cultura aceita que uma mulher se case debranco, com grinalda,&amp;nbsp;véu e muito bordado. Porém, se uma mulher se vestir comroupa de noiva e for a uma&amp;nbsp;cerimônia fúnebre, as pessoas certamente irão considerá-lalouca, pois, segundo&amp;nbsp;nossos costumes, seu procedimento seria impróprio. Há roupasespecíficas, inclusive&amp;nbsp;para os sacerdotes. Desde as religiões pagãs da Babilônia,Pérsia, Grécia até as dos&amp;nbsp;índios mais primitivos, criaram-se roupas sagradas para usoexclusivo dos sacerdotes.&amp;nbsp;Na cultura judaica, a indumentária dos sacerdotes foimeticulosamente detalhada no&amp;nbsp;Pentateuco.&amp;nbsp;Em Êxodo 28:1-6, Deus forneceu uma minuciosa descrição decomo o sacerdote&amp;nbsp;deveria trajar-se. O próprio texto fornece o objetivo de seusar roupas tão distintas das&amp;nbsp;que usariam os demais judeus:&amp;nbsp;Faze também vir para junto de ti Arão, teu irmão, e seusfilhos com ele, dentre&amp;nbsp;os filhos de Israel, para me oficiarem como sacerdotes, a saber,Arão, e seus&amp;nbsp;filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Farás vestes sagradaspara Arão, teu&amp;nbsp;irmão, para glória e ornamento. Falarás também a todos oshomens hábeis,&amp;nbsp;a quem enchi do espírito de sabedoria, que façam vestes paraArão, para&amp;nbsp;consagrá-lo; para que me ministre o ofício sacerdotal. Asvestes, pois, que&amp;nbsp;farão são estas: um peitoral, uma estola sacerdotal, umasobrepeliz, uma&amp;nbsp;túnica bordada, mitra e cinto. Farão vestes sagradas paraArão, teu irmão, e&amp;nbsp;para seus filhos, para me oficiarem como sacerdotes. Tomarãoouro, estofo&amp;nbsp;azul, púrpura, carmesim e linho fino... retorcido, obraesmerada, (grifos do&amp;nbsp;autor).&amp;nbsp;A Igreja medieval tentou imitar o Antigo Testamento e vestiuseus padres com&amp;nbsp;vários tipos de vestes clericais. Havia, também, vestessacerdotais que distinguiam as&amp;nbsp;hierarquias: o papa, os cardeais, bispos e padres. NaReforma Protestante, no século&amp;nbsp;XVI, Lutero não reformou a liturgia tão profundamente, desorte que muitos pastores&amp;nbsp;luteranos continuaram basicamente com os&amp;nbsp; mesmos paramentos clericais. Calvino,&amp;nbsp;por sua vez, entendendo que a função do sacerdote não eramais sacramentai,&amp;nbsp;resolveu vestir os pastores com as roupas dos juizes. Astogas dos pastores deveriam&amp;nbsp;mostrar à congregação que as funções do homem de Deus nopúlpito eram de, à&amp;nbsp;semelhança do que faz um juiz com as leis, interpretar eexplicar a Bíblia.&amp;nbsp;Até para expressar luto, cada sociedade adota um tipo detraje. No Brasil, devido à&amp;nbsp;influência católica luso-italiana, veste-se de preto paraindicar a dor da morte. Alguns&amp;nbsp;anos atrás, exigia-se que as viúvas trajassem roupas negrase fechadas durante um&amp;nbsp;ano; aquelas que violassem esse código social seriamconsideradas levianas. Já em&amp;nbsp;Israel, para expressar luto, as pessoas vestiam-se comroupas de saco e sentavam-se&amp;nbsp;em cinzas. Na Índia, as mulheres quando choram os seusmortos trajam-se de branco.&amp;nbsp;Em Israel a cor roxa significava realeza;&amp;nbsp; mas, no Brasil, durante anos essa foi a cordas casas mortuárias.&amp;nbsp;A&amp;nbsp;cultura é semelhantemente responsável, em qualquersociedade, pelos códigos&amp;nbsp;comportamentais das pessoas. Criam-se regras&amp;nbsp; que valem apenas em determinado&amp;nbsp;círculo social. Dessa forma, fica impróprio um anciãovestir-se com as roupas de uma&amp;nbsp;criança, assim como um guerreiro trajar-se do mesmo modocomo se casou. Para&amp;nbsp;sabermos se um homem está vestido com roupas de mulher,precisamos ter&amp;nbsp;conhecimento de comoa cultura em que ele está inserido determinou o que um homem e uma&amp;nbsp;mulher devem vestir. No ocidente, um homem trajar-se com umcamisolão pode&amp;nbsp;significar que ele queira travestir-se de mulher; napalestina, contudo, será identificada&amp;nbsp;apenas a sua tribo. Os cabelos longos e brancos podemrepresentar experiência, daí&amp;nbsp;os juizes europeus usarem perucas quando entram nas cortes.O cabelo raspado é um&amp;nbsp;costume típico dos monges budistas, enquanto os judeus maisdevotos não cortam as&amp;nbsp;franjas laterais de seus cabelos.Sendo assim, de acordo com as próprias regras de umademarcada sociedade,&amp;nbsp;uma vestimenta pode ou não carregar valores morais. E. A.Nida exemplifica:&amp;nbsp;...uma certa tribo indígena brasileira determina que asmulheres devem usar&amp;nbsp;como roupa um cordão em volta da cintura com outro amarradona direção&amp;nbsp;oposta. Como brasileiros que so-mos, achamos que isso émuito pouco para&amp;nbsp;cobrir a nudez de uma mulher. Mas dentro daquela sociedade,isso é&amp;nbsp;suficiente. E não é imoral. Os homens não se sentemperturbados por causa&amp;nbsp;daquele cordão apenas. Mas, se uma daquelas mulheres sairpara o trabalho&amp;nbsp;sem o cordão, ela estará cometendo um ato grandementeimoral.&amp;nbsp;As roupas nas culturas portuguesa e brasileira.&amp;nbsp;Posso recordar vividamente de um congresso do qualparticipei como preletor. Eu&amp;nbsp;havia falado na noite anterior e interessei-me muito emouvir o preletor daquela noite.&amp;nbsp;Ele também desenvolveria o tema do congresso: Santidade aoSenhor. Considerado&amp;nbsp;como um dos bons pregadores da nova geração dos avivalistasbrasileiros,&amp;nbsp;interessei-me por ouvi-lo. Porém, bastaram alguns minutospara que eu percebesse o rumo que&amp;nbsp;ele daria ao seu sermão. Exemplificando com a vida da suajovem esposa que nunca&amp;nbsp;tocara seus cabelos com uma tesoura e jamais havia vestidouma calça esporte, ele&amp;nbsp;redargüiu aos jovens: "Devemos ser santos." A alaconservadora da igreja gritava&amp;nbsp;glória a Deus, mas o meu coração chorou de tristeza. Saí dareunião lamentando o&amp;nbsp;futuro da igreja. Antes de querer agradar os maisconservadores, ele deveria discernir&amp;nbsp;o poder que a cultura exerce sobre nossos comportamentos esaber que nossas&amp;nbsp;raízes portuguesas, indígenas e africanas não são maispecadoras ou santas que as&amp;nbsp;de qualquer outra nação.&amp;nbsp;Os brasileiros falam, comem, vestem-se e agem de acordo coma cultura&amp;nbsp;brasileira. Tomemos, por exemplo, nosso idioma. Quem já foia Portugal sabe que o&amp;nbsp;português que falamos aqui é diferente do de lá. Nossalíngua sofreu influências aqui&amp;nbsp;que nos levaram a falar diferente de nossos antepassadoslusitanos. Os negros&amp;nbsp;africanos nos ensinaram um jeito mais manso, carinhoso defalar. Quando queremos&amp;nbsp;saber de uma criança se um ferimento está doendo, nãoperguntamos secamente: dói&amp;nbsp;muito? Perguntamos: está dodói? Repetindo a palavra duasvezes, suavizamos o seu&amp;nbsp;sentido e nos comunicamos com ternura. Isso é muitobrasileiro.&amp;nbsp;Nossa cozinha também tem um sabor singular. No Nordeste eNorte do Brasil,&amp;nbsp;nossos cardápios têm muita influência indígena. A farinha, arapadura, a carne-seca&amp;nbsp;vêm da mesa dos nativos. Já na Bahia e em Minhas Gerais, hámuito da cultura&amp;nbsp;africana nos pratos. O azeite de dendê, as frituras são dosnossos pais africanos. Já&amp;nbsp;no sul do país, os churrascos têm muita influência dospampas e da cultura européia&amp;nbsp;que imigrou para o nosso país.&amp;nbsp;Na cultura portuguesa as roupas adquiriram seus valores pelafortíssima influência&amp;nbsp;católica. Durante anos os portugueses trajaram-se de formabem conservadora. Há&amp;nbsp;pouco mais de cem anos, as mulheres não podiam mostrar otornozelo, então considerado muito sensual; cobriam-secompletamente com saias,&amp;nbsp;anáguas, meias grossas e mangas longas.&amp;nbsp;Os homens trajavam-se de calças compridas (somente criançasvestiam-se de&amp;nbsp;calças curtas), com austeros casacos, fraques e coletes.&amp;nbsp;Enquanto os ingleses, ao viajarem para os países tropicais,vestiam-se de&amp;nbsp;bermudas, os portugueses mantinham-se fiéis ás tradições dese trajarem com roupas&amp;nbsp;que eles mesmos consideravam recatadas. Mas, mesmomantendo-se conservadores&amp;nbsp;quanto aos seus costumes e tradições, os portugueses sabiamque há roupas neutras,&amp;nbsp;as quais, por não designarem o sexo a que se destinam, podemser usadas tanto por&amp;nbsp;homens como mulheres (chinelas, blusas, camisetas).&amp;nbsp;Tanto um homem como uma mulher podem calçar chinelas de dedo(tipo japonesa&amp;nbsp;ou havaiana) sem experimentarem constrangimento; todavia,convencionou-se que as&amp;nbsp;sandálias com qualquer tipo de salto são sempre femininas.Nenhum homem sente-se&amp;nbsp;bem ao calçar uma sandália que possua salto alto. Hádetalhes que muitas vezes&amp;nbsp;passam até despercebidos: a cultura portuguesa convencionouque as blusas&amp;nbsp;masculinas devem ser fechadas com botões no sentido daesquerda para a direita, ao&amp;nbsp;passo que as blusas femininas devem ser abotoadas no sentidoinverso.&amp;nbsp;A cultura brasileira adotou muitos padrões comportamentaisdo catolicismo&amp;nbsp;português. Os homens, mesmo num clima tórrido, continuamvestindo-se com paletós;&amp;nbsp;as calças curtas ainda significam trajes&amp;nbsp; infantis, e as mulheres seguem identificando&amp;nbsp;nas longas saias sua feminilidade. Mas a cultura não éestática, ela muda com o&amp;nbsp;passar dos anos. Os brasileiros, depois, passaram a imitar amoda francesa, que na&amp;nbsp;virada do século era o que havia de mais moderno. Após aSegunda Guerra Mundial,&amp;nbsp;entretanto, os americanos passaram a dar o novo tom dasvestimentas. O mais típico&amp;nbsp;exemplo são as calças jeans. Desde o século passado, oíndigo tem servido para&amp;nbsp;confeccionar as roupas dos trabalhadores rurais da Américado Norte. Contudo, elas só se&amp;nbsp;popularizaram como uma vestimenta resistente nos anoscinqüenta, ganhando, a partir&amp;nbsp;daí, o mundo inteiro; tornaram-se as vestimentas globais.&amp;nbsp;Mas por mais forte que tenham sido as influências européia eamericana, há um&amp;nbsp;resto de índio e africano em todos nós. Será essa a razãopor que temos uma forte&amp;nbsp;inclinação para nos vestir com poucas roupas? Além do calor,esse resquício indígena&amp;nbsp;nos leva a chegar em casa e tirar as roupas pesadas esóbrias. Procuramos camisetas&amp;nbsp;largas, calções frouxos. Queremos nos sentir mais à vontade.Será que nossos&amp;nbsp;antecedentes africanos não surgem, vez por outra, em nossaindumentária colorida?&amp;nbsp;Essa queda que o brasileiro tem pelo colorido não vem deberço? (Livro "É proibido" Ricardo Godim.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;A CULTURA EVANGÉLICA&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;No meu entender a cultura evangélica é a mesma da comunidade na qual essa ou aquela denominação está inserida. A postura extremamente dogmática de alguns grupos evangélicos têm proporcionado o surgimento não de uma cultura evangélica, mas de uma atitude que expressa algo que podemos denominar de contra-cultura. Isto se configura no fato de que a imposição de certos costumes por parte de algumas igrejas, os quais são justificados sob o pretexto de "Aparthaid evangélico" do mundo profano. Todavia, essa estratégia não sido eficaz &amp;nbsp;para promover o desenvolvimento espiritual de tais igrejas, como muitos têm pensado. O rigor dos usos e costumes em muitas situações tem sido algo que beira ao ridículo, pois adeptos dessas igrejas seguem tais costumes de forma tão obcecada, que para eles a obediência a tais normas torna-se o fundamento da própria fé. A ênfase a essas práticas na verdade tem promovido a expansão da religião legalista, a qual se proclama &amp;nbsp; "dona da verdade" e com prepotência condena e demoniza tudo que não for idealizado a partir do seu universo do "sagrado". Dicotomiza a vida em dois planos o "sagrado" e o "profano" (conforme suas próprias concepções), dessa forma confunde manifestações culturais com manifestações espirituais. Precisamos discernimento para tratarmos com elementos de uma cultura, pois neles, certamente estão presentes os maiores sentimentos e anseios dos indivíduos. Uma leitura adequada das culturas nos permitirá desenvolver uma antropologia eficiente que nos dará um conhecimento mais profícuo do Ser humano, o qual é o grande alvo da nossa missão. Desprezando a cultura dos homens estará provocando um distanciamento dos mesmos. Em alguns meios sociais ainda predomina o "Estereotipo" de que todo evangélico é uma pessoa ingênua. Existe uma música que procura expressar essa realidade, por meio do seguinte refrão "Eu sou crente, mas não sou besta não!", isso parece cômico, porém, se encaixa perfeitamente em alguns contextos, pois, o tratamento inadequado dado por alguns evangélicos as questões culturais, fez com que muitas pessoas passassem a julgar &amp;nbsp;os evangélicos como fanáticos religiosos e indivíduos alienados no âmbito socio-cultural.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-5048973886467126176?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/5048973886467126176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/influencia-cultural-da-igreja-licao-11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5048973886467126176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5048973886467126176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/09/influencia-cultural-da-igreja-licao-11.html' title='A INFLUÊNCIA CULTURAL DA IGREJA - Lição 11'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7771476046118545692</id><published>2011-08-29T20:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-01T07:41:03.809-07:00</updated><title type='text'>A ATUAÇÃO SOCIAL DA IGREJA - Lição 10</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-t4sWepQH0Ls/Tl-ZX1URw-I/AAAAAAAAAVk/kzegNEz0tLQ/s1600/img_uniao_fator.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="291" src="http://1.bp.blogspot.com/-t4sWepQH0Ls/Tl-ZX1URw-I/AAAAAAAAAVk/kzegNEz0tLQ/s320/img_uniao_fator.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gostaria de fazer parte de uma igreja com mais presença no campo do social, porém, não podemos negar que a igreja protestante no Brasil tem uma grande dívida para com a sociedade. Temos no Brasil diversos grupos protestantes que são detentores de um alto poder econômico, todavia, muito pouco desses recursos são investidos em obras sociais de notoriedade. Isso acontece porque existe uma preocupação transparente entre a maioria das denominações e ministérios nesse pais, a qual se traduz numa competição entre as grandes igrejas evangélicas que buscam tão somente a glorificação dos seus próprios sistemas, por meio de construções exuberantes, a conquista do status político com a eleição de candidatos que possam arvorar a bandeira da denominação e também uma corrida desenfreada pela apropriação dos espaços midiáticos, isto é, a compra de estações de rádios, canais de televisão, poderosos sites na internet que sejam eficazes na promoção denominacional e também a própria imagem das lideranças principais. As vultuosas somas de capital investidas nessas áreas parece desvanecer as motivações para os investimentos na área social. Talvez, porque o trabalho social não proporcione tanto reconhecimento e a visibilidade que a maioria está procurando. Algumas grandes igrejas mantém alguns trabalhos medíocres que usam como pretexto para apresentar como justificativa de que realmente desenvolvem uma obra social. Na verdade o que existe mesmo é um discurso por demais hipócrita que exige que cada cristão pratique solidariedade para com os necessitados, quando muitos líderes vivem como verdadeiros "marajás do evangelho" agindo de uma maneira a demonstrar que não tem a mínima preocupação com as necessidades de quem quer que seja. A maioria das igrejas evangélicas não só têm uma ação social muito pálida, como também não ajudam algumas instituições para-eclesiásticas que atuam na área social, tais como hospitais, casas de recuperação de drogados, assistência a menores abandonados e assim por diante. A maioria dessas instituições sobrevivem mais de ofertas oriundas de das pessoas de uma forma geral do que de ajuda de igrejas. Apesar da abordagem negativa, não estou afirmando que não existam igrejas e pessoas no meio evangélico que não estejam preocupados com o social, o que estou dizendo é que tais ações estão longe de traduzir o potencial da igreja evangélica no Brasil para a obra social. As chamadas ONGS parecem ser muito mais eficazes do que a igreja evangélica no tocante a obra social.  Houve épocas em que muitas lideranças negligenciavam a obra social porque achavam que o trabalho exclusivo da igreja era apenas cuidar das almas dos homens, pensavam que a única coisa que importava para as pessoas era "o pão espiritual" pois só desse pão deveria o homem viver. Por outro lado, na atualidade poucos ainda preservam essa mentalidade, teóricamente todos têm conhecimento da obrigação social da igreja, pois tal ensino é patente em toda a bíblia, a qual recomenda em diversas passagens sobre as atenções e cuidados para com os necessitados, todavia, as ambições pessoais têm mudado o foco da igreja, canalizando os seus esforços para outras prioridades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A BASE BÍBLICA PARA A RESPONSABILIDADE SOCIAL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A partir do livro de Gênesis já encontramos algumas referências sobre a responsabilidade social. Ao criar a mulher Deus estabeleceu responsabilidades que homem e mulher teriam um para com o outro. E posteriormente quando Caim matou Abel, Deus veio a Caim e lhe perguntou: "Caim onde está o teu irmão ? Porém, Caim quis esquivar-se de sua responsabilidade, e por isso disse para Deus "Sou eu porventura o guardador de meu irmão?". Deus estava cobrando de Caim o bem estar de Abel, exatamente pelo fato de que ele era responsável pelo bem estar do irmão. A situação não mudou muito, tem muita gente se negando em cumprir a sua missão social, porém, Deus estará sempre a nos perguntar "Onde está o teu irmão? ou como está o teu irmão?. Ele espera da sua igreja uma resposta coerente com o Amor Dele que foi revelado na Cruz de Cristo. Sobre este aspecto quero compartilhar o belo texto de John Stott sobre responsabilidade social. Qual é, então, a base bíblica para responsabilidade social? Porque devem os cristãos se envolver? No final das contas, existem apenas duas atitudes que eles podem adotar com relação ao mundo. Uma é a fuga, outra o engajamento. "Fugir" significa voltar as costas ao mundo em rejeição, lavar as mãos das coisas do mundo (mesmo sabendo como Pôncios Pilatos , que nem assim desaparece a responsabilidade), e endurecer o coração aos agonizantes gritos de socorro. "Engajar-se", por outro lado, significa voltar o rosto para o mundo em compaixão, sujar as mãos, sofrer e gastar-se a serviço deste e sentir no fundo do ser o comovente e incontido amor de Deus. Entre nós, os evangélicos, são muitos que se comportam como fujões irresponsáveis. Viver dentro da igreja em comunhão uns com os outros é mais conveniente do que servir em um ambiente externo apático ou mesmo hostil. Naturalmente, vez por outra fazemos investidas no território  inimigo através de campanhas evangelísticas (aliás, como evangélicos somos especialistas nisso). Depois, contudo, nos recolhemos de novo, e após cruzarmos o fosso do nosso castelo cristão (segurança da nossa própria comunhão evangélica), suspendemos a ponte &amp;nbsp;levadiça e até fechamos os ouvidos aos gritos daqueles que esmurram nosso portão. Quanto às obras sociais, nossa tendência é dizer que isto é perda de tempo, já que o Senhor vai voltar logo. Afinal de contas, se a casa está em chamas, para que pendurar cortinas novas e dar uma ajeitada nos móveis? O que importa é salvar o que está perecendo. Dessa forma tentamos salvar nossa consciência com uma teologia espúria. Ao invés de tentarmos fugir à nossa responsabilidade social precisamos abrir os ouvidos e escutar a voz Daquele que conclama seu povo em todo tempo a sair (assim como Ele o fez) para o mundo perdido e solitário a fim de viver e amar, testificar e servir, como Ele e por Ele. Pois isto, sim, é "missão". Missão é a nossa resposta humana à divina comissão . É todo um estilo de vida cristão, que tanto inclui evangelismo quanto responsabilidade social, sob a convicção de que Cristo nos envia ao mundo assim como o Pai a Ele o enviou, e que é para o mundo, portanto, que devemos ir, para viver e trabalhar para Ele. Ainda assim, no entanto, resta-nos a questão: "Por que?" Por que deveria o cristão envolver-se com o mundo e seus problemas? Em resposta, proponho que examinemos as grandes doutrinas da bíblia, nas quais todos já cremos em teoria, mas tendemos a podar e retocar a fim de adaptá-las à nossa teologia escapista. Meu apelo é no sentido de que tenhamos coragem suficiente para conservar a integridade bíblica dessas doutrinas. Qualquer uma delas já bastaria para nos convencer da nossa responsabilidade social cristã; pois tais doutrinas juntas nos deixam sem qualquer desculpa.".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A responsabilidade não é meramente proteger vidas inocentes: também inclui fazer o bem positivo em prol dos outros. Segundo Jesus, e o ensino do Antigo Testamento também que o homem é responsável por amar seu próximo como a si mesmo. Jesus disse que o amor é a essência da lei moral (Mt 22.39). Até mesmo disse que a totalidade da moralidade do Antigo Testamento podia ser reduzida à regra Áurea (Mt 7.12). Exemplos específicos daquilo que significa amar os outros não faltam nem na vida nem nos ensinos de Cristo. As curas que Jesus fez dos mancos, dos leprosos e dos cegos, ilustram Sua própria solicitude, e sua história acerca do Bom Samaritano demonstra o amor que todos os homens devem ter com os outros (lc 10.30ss). As Epístolas de Novo Testamento abundam de exortações para os cristãos cuidarem uns dos outros e dos de fora. Paulo escreveu: "Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros" (Fp 2.4). Outra vez: "Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprires a lei de Cristo" (Gl 6.2; 10). A Primeira Epístola de João é muito explícita no que diz respeito à responsabilidade do cristão no sentido de amar aos outros. (I Jo 3.17-18), como o é também a de Tiago (1.27). Em síntese, o homem é moralmente responsável pelos demais homens. Ele é o guardião do seu irmão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;PRECISAMOS DE UMA VISÃO HOLÍSTICA DO "SER"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A palavra&amp;nbsp;&lt;u&gt;hólos&lt;/u&gt;&amp;nbsp;veio do grego e significa inteiro; composto. Segundo o dicionário,&amp;nbsp;&lt;u&gt;holismo&lt;/u&gt;&amp;nbsp;é a tendência a&amp;nbsp;&lt;u&gt;sintetizar&lt;/u&gt;&amp;nbsp;unidades em totalidades, que se supõe seja própria do universo.&amp;nbsp;&lt;u&gt;Sintetizar&lt;/u&gt;&amp;nbsp;é reunir elementos em um todo; compor. Ter uma visão holística do homem é tratá-lo em todas as dimensões do seu "Ser", corpo, alma e espírito, pois, é dessa forma que a palavra do Senhor o trata. O que os cristãos as vezes não percebem, é o fato de que a responsabilidade de amar às outras pessoas se estende à totalidade do "Ser". Ou seja, o homem é mais do que uma alma destinada para outro mundo; é também um corpo que vive neste mundo. E como residente desta continuidade do tempo e do espaço o homem tem necessidades físicas e sociais que não podem ser isoladas das necessidades espirituais. Logo, a fim de amar ao homem conforme ele é - o homem total - é necessário ter um solicitude acerca das suas necessidades sociais, bem como das necessidades espirituais. Parte do descuido do "homem total" tem sua origem na ênfase platônica não-cristã sobre a dualidade do homem. Esta ênfase foi digerida pelos cristãos da Idade Média e tem sido transmitida para o presente. Em essência, argumenta que o homem é essencialmente um ser espiritual e que apenas tem conexão funcional com um corpo que, na melhor das hipóteses, é um impedimento, e na pior, um grande mal. A correção desse erro é achada no ensino bíblico acerca da unidade essencial do homem, e da qualidade boa da criação física e corpórea, feita por Deus (Gn 1.31). Tanto a unidade do homem quanto a bondade do corpo ficam evidentes na doutrina cristã da ressurreição, fato este que é repugnante à mente grega (At 17.32). A ressurreição do corpo não faria bom senso se os homens fossem completos sem seu corpo. Do outro lado, se o homem é essencial e permanentemente um corpo com alma, neste caso a negligência de qualquer aspecto é um erro sério. Se o homem deve ser amado como homem, deve-se amá-lo conforme ele é (e conforme ele será) como criatura física e social, bem como espiritual. Até mesmo se alguém rejeitar as doutrinas da unidade do homem e da imortalidade do corpo, é miopia demonstrar preocupação somente com as dimensões espirituais da vida. Os homens nesta vida, pois, têm mesmo corpos, e não podem viver aqui sem eles. Se, portanto, devemos alcançá-los para o mundo do porvir - se vamos salvar suas "almas" - então isto deve ser realizado através dos corpos deles. Os corpos que estão morrendo de fome dificilmente ficarão impressionados com a mensagem acerca do pão da vida, se nós lhes recusamos o alimento para esta vida. Jesus alimentou a multidão faminta com o pão físico antes de pregar-lhes acerca do pão espiritual (Jo 6.11ss). Os homens não têm muita probabilidade de sentirem sede pela água da vida enquanto estiverem assoberbados pela sede física. Noutras palavras, se os cristãos não mostrarem nenhuma solicitude para com as necessidades físicas e sociais básicas dos homens, neste caso não poderão esperar uma resposta muito positiva da parte deles para sua mensagem espiritual.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7771476046118545692?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7771476046118545692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/08/atuacao-social-da-igreja-licao-10.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7771476046118545692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7771476046118545692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/08/atuacao-social-da-igreja-licao-10.html' title='A ATUAÇÃO SOCIAL DA IGREJA - Lição 10'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-t4sWepQH0Ls/Tl-ZX1URw-I/AAAAAAAAAVk/kzegNEz0tLQ/s72-c/img_uniao_fator.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7350527836128600502</id><published>2011-08-12T06:32:00.000-07:00</published><updated>2011-08-13T17:13:32.816-07:00</updated><title type='text'>A BELEZA DO SERVIÇO CRISTÃO - Lição 7</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3_aZJ1Q-8BQ/TkcQGJsjKPI/AAAAAAAAAVg/1MCqEDawV7I/s1600/DSCF0117.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5640494756172867826" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-3_aZJ1Q-8BQ/TkcQGJsjKPI/AAAAAAAAAVg/1MCqEDawV7I/s400/DSCF0117.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; Na atualidade a expressão "Ministro do Evangelho" tem se distanciado do seu campo semântico original, pois a palavra "ministro" vem do mesmo termo grego que traduzimos por diácono. Nos tempos hodiernos muita gente que ostenta esse título tem se achado no direito de reivindicar muitas regalias, pois, se vêem mais como príncipes do que como servos de Deus e da igreja de Cristo. Numa certa ocasião alguns grupos da igreja de Corinto manisfestaram partidarismo em favor de alguns líderes, uns de Paulo outros de Apolo, entrentanto, o apóstolo Paulo reagiu duramente contra tal concepção, "Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o Senhor deu a cada um ? (I Co 3.5). Paulo referiu-se a sua pessoa como ministro cinco vezes e diversas vezes chama os seus colaboradores de ministros. O termo aparentemente enfatiza o papel de servo e pregador. O papel dos líderes espirituais é preparar os santos para o "serviço" (Ef 4.12). Espera-se que todos os santos ministrem. Entendo que o próprio desenvolvimento da nossa fé depedende da forma que conceituamos e vivenciamos o termo "servo". Uma profunda compreensão desse termo nos permitirá encontrar a nossa verdadeira identidade. O Serviço cristão nos proporciona alcançar as satisfações mais profundas da alma.&lt;br /&gt;Nos capítulos 25 a 32 de êxodo, achamos Moisés, o servo do Senhor, no monte, onde recebeu instruções da parte de Deus quanto à construção da habitação do Senhor (Tabernáculo). Se nós queremos ser úteis do Senhor, construir algo de valor na igreja local, fazer o serviço do Senhor segundo o plano de Deus, é imperativo que fiquemos em comunhão com Ele. Neste capítulos Deus chamou os obreiros empregados na construção do Seu santuário. Todos tinham capacidades diferentes e funções variadas. Na família de Deus todos são filhos. Cada cristão é um verdadeiro filho de Deus. Quanto à nossa posição em Cristo, somos todos iguais (Gálatas 3.26-28). Na igreja local, porém, há distinções. A igreja local não é uma sociedade sem classes, mas é um organismo composto de muitos membros com posições e funções de diversas e distintas. Na igreja primitiva havia apóstolos e profetas, os quais não existem mais hoje, mas ainda há presbíteros, diáconos, mestres da Palavra e evangelistas. Deus, por intermédio do Espírito Santo, tem distribuído dons à igreja e tais dons devem ser controlados pelo mesmo Espírito e exercidos em ampr (Ef. 4.11-15; I Co 12.4-11). Os dons são diversos e há distinções entre os irmãos, mas nunca deve haver divisões. Todos os membros devem funcionar no lugar escolhido por Deus, em harmonia e para o bem-estar do corpo, como um todo. O Tabernáculo era a habitação de Deus e só Deus tinha competência de escolher os servos. (Êx 31.1-2) estes versículos nos ensinam que Ele tem o direito de chamar quem Ele quiser e quando Ele chama não há dúvida, pois Ele chama pelo o nome. Não podemos chamar ninguém para trabalhar na obra, se antes Deus não tiver chamado essa pessoa. Antes de tudo devemos orar (Mt 9.37-38). Não é nossa prerrogativa escolher o nosso próprio serviço ou ministério. Moisés queria servir ao Senhor e, certa ocasião, vendo as necessidades existentes entre o povo de Israel, agiu precitadamente e, em vez de ajudar, ele agravou mais a situação e o sofrimento do povo (Êx 2.11-15). Foi um caso do homem certo agir no momento errado. Deus tem o direito de chamar a quem Ele quiser. Ele é Soberano, Ele é o Oleiro. E que direito temos nós de recusar quando Ele ordena? Quando a ordem do Senhor veio a Moisés de maneira tão clara, Ele pretextou a sua incompetência e levantou muitos obstáculos. Aprendamos que, antes de Deus chamar alguém, já o capacitou para fazer a obra e, com a ordem, Ele fornece a força necessária para a executar (Mc 3.1-6). Deus tem um plano para cada vida entregue a Ele e tem um serviço para cada filho Seu. Deus Escolheu Pedro para trabalhar entre os judeus, Paulo para evangelizar os gentios, Ele enviou Barnabé para servir na ilha de Chipre e mandou Tito para trabalhar em Creta. “Cada um tem uma função. Não há membro supérfluo no corpo de Cristo. Cada membro, irmão e irmã, é necessário. Portanto, o irmão ou que pensa não ter utilidade, precisa lembrar-se que é necessário. Não pode ficar inativo sem prejudicar o corpo inteiro” (R. E. Watterson). Vários nomes são mencionados em Êxodo 31. Bezalel é o primeiro e o nome do pai e do avô também são incluídos. Uri significa “uma sombra” ou “uma luz” e Hur significa “linho”, enquanto que Bezalel significa “na sombra de Deus”. O primeiro tem a idéia de iluminação ou dedicação; o segundo, de santificação e o terceiro de comunhão. São qualidade necessárias e indispensáveis em qualquer servo do Senhor. Bezalel é a primeira pessoa nas Escrituras a ser descrita como uma pessoa cheia do Espírito Santo. A obra de Deus precisa ser feita no poder de Deus (! Co 2.1-5). A obra de Bezalel era importante. O Tabernáculo era a sombra de coisas ainda futuras e, em particular, uma figura do Senhor Jesus. Tudo o que Bezalel ia fazer refletiria a Pessoa de Cristo (é exatamente aqui que encontramos a máxima da beleza do serviço cristão); por isso, ele precisava ser um homem cheio do Espírito de Deus. Por essa mesma razão, nós devemos depender deste mesmo Espírito. Muitas vezes ficamos preocupados com aquilo que Deus quer fazer através de nós e esquecemos que a maior obra é aquilo que Deus deseja operar em nós. Veja a ordem em Gálatas !.15-16). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7350527836128600502?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7350527836128600502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/08/beleza-do-servico-cristao-licao-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7350527836128600502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7350527836128600502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/08/beleza-do-servico-cristao-licao-7.html' title='A BELEZA DO SERVIÇO CRISTÃO - Lição 7'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3_aZJ1Q-8BQ/TkcQGJsjKPI/AAAAAAAAAVg/1MCqEDawV7I/s72-c/DSCF0117.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-4387246423393836297</id><published>2011-07-28T21:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T08:15:55.577-07:00</updated><title type='text'>O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA-Lição5</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nfMtRiht1OM/TjI1mjaaw5I/AAAAAAAAAVY/xxp0gQ1iOtk/s1600/290508.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 198px; height: 201px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nfMtRiht1OM/TjI1mjaaw5I/AAAAAAAAAVY/xxp0gQ1iOtk/s400/290508.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634625020251259794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por amor a sua criação Deus decidiu estabelecer o seu reino aqui nesse mundo e para isso Ele elaborou um projeto para se revelar gradativamente ao ser humano. No princípio do processo revelatório, Deus escolheu alguns homens e deles constitui uma nação para Senhor e reinar no meio dela, porém, através da história, os hebreus frustraram as expectativas de Deus. O Senhor enviou para os judeus o seu próprio Filho, o Senhor Jesus para implantar definitivamente o Reino de Deus a partir da nação de Israel, todavia, eles foram incrédulos e incompetentes para discernir o trabalhar de Deus no meio deles, e por isso, de uma forma prepotente viraram as costas para o “Rei da Glória”. João diz que Ele veio para o que era seu, porém, os seus não o receberam”. A rejeição do Judeus fez com que Deus os excluísse do reino e levantasse um outro povo para se constituírem nos novos cidadãos do Reino de Deus, e esse povo Ele denominou de “igreja” “ekklesia”,ou seja, aqueles que foram chamados para fora. Foi a rejeição dos judeus que provocou a morte vicária do Senhor Jesus, pela qual todos os demais homens da face da terra obtiveram a chance de fazer parte da igreja e se tornarem cidadãos do Reino. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O Reino de Deus refere-se à soberania de Deus sobre toda a criação. Este termo é usado apenas quatro vezes (12.28; 19.24; 21.31,43). Parece que,devido à relutância dos judeus em pronunciarem o nome sagrado de Deus, Mateus referiu usar o termo “Reino dos Céus”. Os estudiosos modernos estão de acordo que a palavra “reino”, no Antigo e Novo testamentos, significa o governo soberano de Deus. Deus é Rei, quer o homem reconheça ou não sua realeza. A soberania de Deus não depende de o homem aceitá-la. Deus é Rei, e ele prometeu um “reino que não fim” a “Um homem como o Filho do Homem” (Dn 7.13,14). O Reino é igualmente presente e futuro. É presente no sentido de que Deus é Rei agora. Aos que reconhecem Jesus Cristo como Rei, é dado o direito de entrarem no reino (Mt 5.3,10). Para os que rejeitam a soberania de Deus, o reino vem com juízo (Mt 18.23). O reino recebido um dom ou como uma herança; não pode ser adquirido (Mt 26.34). Contudo, o reino também impõe condições, ele exige tudo o que uma pessoa tem (Mt 13.44,45), completa dedicação a seus interesses (Mt 6.33), obediência à vontade do Rei (Mt 7.21) e a produto do fruto na (Mt 21.43). Aos pobres de espírito (Mt 5.3) e àqueles que têm a fé de uma criança (Mt 18.1-4), o reino confere suas bênçãos. Estar no reino significa estar dedicado a uma nova vida de serviço (Mt 20.20-28). Ele deve ser buscado no tempo presente (Mt 6.33). João e Jesus igualmente o proclamaram como estando próximo (MT 3.2; 4.17; 10.7). Jesus disse explicitamente que o reino Já e chegado (Mt 12.28), e o Cristo ressurreto tem toda autoridade (28.18).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;UMA DOUTRINA ABRANGENTE SOBRE A IGREJA (&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;JOHN STOTT&lt;/b&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Muita gente pensa na igreja como uma espécie de clube , um time de futebol ou coisa parecida. Só que, em vez de futebol ou outros interesses, seus membros vão lá por causa de Deus. São pessoas religiosas. Pagam suas subscrições, tendo, portanto, direito aos privilégios de membros do clube. Com essa visão das coisas esquecem a sutil afirmação de William Temple, de que “a igreja é única sociedade cooperativa que existe para o benefício de não-membros”. Em vez de modelo de “clube” precisamos resgatar aquilo que se poderia descrever como a “dupla identidade” da igreja. Por um lado ela é um povo “santo”, separado do mundo para pertencer a Deus. Por outro, porém, é composta de gente “mundana”, no sentido de que é enviada de volta ao mundo para testificar e servir. É isto que o Dr. Alec Vidler, seguindo a linha de Bonhoeffer, chama de “o santo mundanismo” da igreja. Raramente, no decorrer de sua longa e vigiada história, tem ela lembrado ou preservado sua dupla identidade. Algumas vezes, levada por uma correta ênfase na sua “santidade”, (isto é, sua imersão na vida do mundo), erradamente assimila padrões e valores do mundo, deixando-se contaminar por eles. Mesmo assim a igreja nunca poderá se engajar na missão, a não ser que preserve ambos os lados de sua identidade. A missão parte da doutrina bíblica que considera a igreja na sociedade. Uma eclesiologia desequilibrada produz uma missão igualmente desequilibrada. O próprio Jesus ensinou essas verdades, somente em sua famosa expressão “no mundo, mas não do mundo”, como também na vívida metáfora do sal e da luz. “Vós sois o sal da terra”, disse ele, acrescentando: “Vós sois a luz do mundo” (Mt 5.13-16). Com isso ele implicava serem as duas comunidades (a nova e a velha, a igreja e o mundo) tão radicalmente diferentes uma da outra quanto a luz das trevas e o sal da podridão. Ele também queria dizer que, a fim de desempenhar a sua função positiva o sal tem penetrar na carne e a luz tem que brilhar na escuridão. Os cristãos, de igual forma, devem impregnar a sociedade não-cristã. Assim, sua dupla identidade e a dupla responsabilidade da igreja serão bem evidentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;O renomado teólogo John Stott foi chamado para o descanso eterno, essa semana, louvamos ao Senhor pela sua vida e ministério, pois, o legado teológico que nos deixou é de valor inestimável. No texto acima John Stott, ou o tio joão, como era chamado carinhosamente pelos seus amigos, nos proporciona uma breve, porém, profunda reflexão sobre o papel da igreja no Reino de Deus. A igreja é constituída de pessoas que foram tiradas do mundo e transportadas para “o reino do filho do seu amor”, isto na dimensão do espírito, todavia fisicamente ela permanece no mundo para ministrar os valores do reino de Deus para esse mundo. Jesus imprimiu na igreja a sua própria identidade, conforme diz o apóstolo Paulo, Cristo vive em nós “Não vivo eu mas, Cristo vive em mim”. Por lado, individualmente os integrantes da igreja possuem em si elementos que os caracterizam como seres desse mundo, e isso faz com a igreja como agente do reino de Deus se apresente com uma dupla identidade uma “momentânea” e outra que prevalecerá por toda a eternidade. A percepção dessa realidade é de fundamental importância no trato da relação entre o “sagrado” e o “profano”. Muitos movimentos evangélicos fracassaram no projeto de fazer o reino de Deus conhecido entre os homens, porque compreenderam mal essa questão, ao estabelecerem uma dicotomia entre o profano e sagrado, criarem uma barreira impenetrável, a qual eliminou qualquer possibilidade de diálogo. A equivocada teologia de santidade que promove o a separação e distanciamento social deu lugar a um tipo de legalismo que pensa estar a serviço do reino, porém, está fechando as portas do reino de Deus para os homens. Essa dicotomia entre o profano e sagrado é contrária a postura do Senhor Jesus, os que assim agem, criaram patamares de santidade antagônicos aos propósitos do reino. Jesus não pregou um distanciamento dos homens devido a condição deles de pecadores, jamais deixou de ir ao encontro deles e nunca manifestou qualquer tipo de preconceito diante dessas vidas decadentes. Ao invés de se trancar num templo para orar, meditar ou coisa assim, na maior parte do seu ministério Jesus estava em busca das ovelhas perdidas, estava proclamando o reino. Jesus adentrava o profano com sagrado, e isto significava sempre levar a luz em meio as trevas, pois, ele fazia com que o profano fosse neutralizado pelo sagrado. Com a presença de Jesus o profano perdia todo o seu poder e na maioria das vezes os homens que se encontravam com Ele tiveram o profano &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;transformado no sagrado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-4387246423393836297?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/4387246423393836297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/o-reino-de-deus-atraves-da-igreja-licao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4387246423393836297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4387246423393836297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/o-reino-de-deus-atraves-da-igreja-licao.html' title='O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA-Lição5'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nfMtRiht1OM/TjI1mjaaw5I/AAAAAAAAAVY/xxp0gQ1iOtk/s72-c/290508.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-1333701067076481821</id><published>2011-07-28T19:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T08:16:19.741-07:00</updated><title type='text'>JOHN STOTT É CHAMADO PARA A GLÓRIA ETERNA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OB9A2E7ZXqQ/TjIVSnpVpqI/AAAAAAAAAVQ/CvnjyJpDjEk/s1600/1267-John-Stott-263x300.220w.tn.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-OB9A2E7ZXqQ/TjIVSnpVpqI/AAAAAAAAAVQ/CvnjyJpDjEk/s400/1267-John-Stott-263x300.220w.tn.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634589493418108578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;Eu não posso pensar em duas maiores personalidades evangélicas hoje além de John Stott  e Billy Graham. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Esta manhã (27 de julho de 2011), um dos dois -Stott- foi estar com o Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Eu não posso resumir de forma adequada o que ele significou para o mundo evangélico, mas o que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic; font-weight: inherit; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;posso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; fazer é apresentar a minha humilde percepção. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Tenho estado envolvido com o Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial há quase uma década, e John Stott foi fundamental para essa organização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Em 1974, Billy Graham convocou o 1º congresso de Lausanne sobre Evangelização do mundo  em Lausanne, Switzerland. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Embora fosse o visionário para este Congresso, possivelmente o maior encontro de líderes evangélicos missionário na história até aquele momento.-John Stott foi o principal autor do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lausanne.org/covenant" style="color: rgb(51, 102, 180); text-decoration: none; font-weight: bold; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Pacto de Lausanne&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; , o documento que saiu dessa conferência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Você já se perguntou o que significa ser um cristão evangélico?&lt;/span&gt;&lt;span&gt;'Evangélico' A palavra é tão nebulosa que tem sido utilizado em todas as formas de caricatura, até mesmo pelos evangélicos e nós mesmos. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Bem, muita gente acha que uma boa definição de "evangélico" é se você pode afirmar o Pacto de Lausanne. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Inúmeras igrejas e organizações missionárias usar o Pacto de Lausanne como seu teste decisivo para a fidelidade evangélica e ortodoxia.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Basicamente, se concorda com o Pacto Lausanne, você é um evangélico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Escrevi sobre isso no primeiro capítulo do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Routes-Radishes-Things-Evangelical-Crossroads/dp/0310324688/ref=sr_1_5?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259602710&amp;amp;sr=1-5" style="color: rgb(51, 102, 180); text-decoration: none; font-weight: bold; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;meu livro mais recente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; de que você pode ler o segundo capítulo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scriptoriumdaily.com/2010/11/15/kevlar-theology-or-the-difference-between-essentials-and-nonessentials/" style="color: rgb(51, 102, 180); text-decoration: none; font-weight: bold; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; .&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Também compareci no mais recente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scriptoriumdaily.com/2010/10/26/four-conferences-on-four-continents-cape-town-2010-epilogue/" style="color: rgb(51, 102, 180); text-decoration: none; font-weight: bold; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;3 Lausanne Congresso sobre Evangelização Mundial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; em Cape Town, South Africa (outubro 2010), onde 4.000 líderes evangélicos de todo o mundo se reuniram para strategizar e unificar em prol da missão de Deus. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;(O segundo Congresso de Lausanne foi realizada em Manila, nas Filipinas, em 1989).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Todas essas coisas foram inspirados por John Stott e o que ele fez durante sua vida produtiva. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Não posso começar para expressar quanto Stott influenciou me e o mundo Evangélico. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Durante o século XX, os evangélicos perderam o impulso para a justiça social, mesmo que nossos antepassados ​​evangélicos, como John Wesley, Charles Finney, e William Wilberforce, todos claramente ajudaram os pobres e oprimidos, Como parte de suas convicções evangélicas.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Stott trouxe um despertar Evangélica à justiça social, que agora é visto em pessoas como Gary Haugen, Ron Sider, Jim Wallis, Guinness Os, e Willard Dallas, Com sua famosa afirmação: "a atividade social, não só segue o evangelismo como consequência e objectivo, e precede-a como sua ponte, mas também a acompanha como seu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic; font-weight: inherit; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;parceiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; . &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Eles são como as duas lâminas de uma tesoura ou as duas asas de um pássaro. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Esta parceria é vista claramente no ministério público de Jesus, que não só pregou o evangelho, mas alimentou os famintos e curou os enfermos "(do Livro Lausanne ocasionais # 21,. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lausanne.org/all-documents/lop-21.html" style="color: rgb(51, 102, 180); text-decoration: none; font-weight: bold; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;"Evangelismo e Justiça Social: Um Compromisso Evangélica"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Eu me lembro quando eu estava fazendo meu doutorado em Oxford, gostava de ir para Londres, muitas vezes a "igreja de todas as almas" para ouvir John Stott pregar. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Eu amei seus sermões que foram gentis, mas tão cheios de convicção. A&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lém disso, ele também foi celibatário e solteiro em uma época onde muitas vezes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scriptoriumdaily.com/2011/03/22/the-idolatry-of-the-institution-of-marriage/" style="color: rgb(51, 102, 180); text-decoration: none; font-weight: bold; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;o casamento é feito um ídolo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; . &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Ele fez a coisa certa e serviu fielmente o seu Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O mundo perdeu um homem de fé, integridade, visão resiliência e uma rara combinação de espírito ecumênico e fidelidade Evangelical. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Tio João, que saudades de você. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Tenho certeza que Deus está dizendo: "Muito bem, servo bom e fiel".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;a href="http://www.crosswalk.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold; font-size: 12px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;Dr. Allen Yeh, Torrey Honors Institute&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;a href="http://www.crosswalk.com/"&gt;http://www.crosswalk.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-1333701067076481821?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/1333701067076481821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/john-stott-e-chamado-para-gloria-eterna.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1333701067076481821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1333701067076481821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/john-stott-e-chamado-para-gloria-eterna.html' title='JOHN STOTT É CHAMADO PARA A GLÓRIA ETERNA'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-OB9A2E7ZXqQ/TjIVSnpVpqI/AAAAAAAAAVQ/CvnjyJpDjEk/s72-c/1267-John-Stott-263x300.220w.tn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-1582443723573971435</id><published>2011-07-14T09:01:00.001-07:00</published><updated>2011-07-14T16:05:13.634-07:00</updated><title type='text'>A VIDA DO NOVO CONVERTIDO – Lição 3</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O “Novo nascimento”&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;é um dos ensinos de maior clareza do Novo Testamento, o qual também foi pré-figurado no Antigo Testamento nos ensino dos profetas hebreus. Jesus foi claro e objetivo quando instruiu a Nicodemos acerca do principal requisito para que uma criatura possa adentrar as esferas do Reino de Deus. Jesus diz a este líder da religião judaica que era necessário que a pessoa experimenta-se uma mudança radical em seu “ser”, para a partir daí começar a viver uma existência em uma dimensão do “ser” completamente diferente. Paulo ensina que a vida do novo convertido se configura num salto que é dado numa dimensão da existência totalmente desconhecida para o neo-converso, pois as antigas referências existências que ele possui já não tem muita utilidade, porque tudo muda com &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a conversão, muda o ser “se alguém está em Cristo Nova criatura é”, muda a realidade de vida “as coisas velhas já se passaram e tudo se fez novo”. De acordo estes ensinos também podemos dizer a que a vida do novo convertido se caracteriza por uma palavra “novidade”, porque ele passa a viver em novidade de vida. Todas as situações existências se processam por meio da ótica da fé e da&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;justiça do Evangelho de Cristo. Paulo nos ensina que o Justo viverá da fé e isso significa renunciar a auto-suficiência para suprir suas próprias necessidades e também realizar sonhos pessoais. Viver pela fé significa para o novo convertido um total desapego e desconfiança para com os sistemas provedores desse mundo, e assim transcender a própria razão acreditando que a doação e manutenção da vida está na dimensão do Deus criador de todas as coisas e dessa maneira encontrar o próprio sentido e alegria de sua existência. Para o novo convertido o amor e a verdade são os grandes fundamentos da sua nova realidade, porque tais virtudes constitui o divisor de águas entre a sua vida nova e a antiga, por isso ele se fortalece diariamente da verdade da palavra de Deus de forma objetiva pela leitura da Bíblia e pelo ensino da igreja, e também de forma indireta, observando como os crentes mais antigos aplicam essa verdade em suas vidas. É também o Amor de Deus que é derramado no coração do novo convertido que faz com ele se sinta realmente amparado e seguro, por outro lado o amor manifesto pelos irmãos na fé é de grande importância para o novo crente porque lhe proporciona uma vida comunitária e familiar entre pessoas nas quais ele pode confiar&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e compartilhar as suas lutas e vitórias sem nunca dar lugar para solidão. A nova vida em Cristo apresenta uma liberdade aparentemente paradoxal, tendo em vista que o neo-converso&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;é livre mais simultaneamente também é prisioneiro. A teologia paulina enfatiza que por meio de Cristo somos libertos da ditadura do pecado, o evangelista João também diz “Se o filho vos libertar verdadeiramente sereis livres”. Portanto a vida do novo convertido se distingui por uma total e ampla liberdade, isto significa dizer que este indivíduo não está mais escravizado pelo pecado, ele agora tem a liberdade de escolher entre servir a Deus ou cometer alguma transgressão, porém, se assim o fizer estará trocando a liberdade que há em Cristo pela escravidão do pecado.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A aparência paradoxal está no fato de que o novo convertido só é livre para viver na total dependência de Cristo e completamente leal a Ele, foi em alusão a essa realidade de aparência paradoxal que em alguns momentos Paulo afirmou que era livre, porém, em outros ele disse ser servo, escravo e prisioneiro de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O NOVO CONVERTIDO E A POSSE DO ESPÍRITO SANTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;A vida do novo crente se caracteriza, pois, pela posse do Espírito como realidade atual e presente. Paulo vê nesse dom os “primeiros frutos”. O Espírito é que cria a nova vida. É também o Espírito o autor da unidade que liga os cristãos uns aos outros em comunhão. Ele opera nos homens para que &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;produzam ceifa ética de “amor, alegria, paz, longanimidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5.22,23). Para Paulo, como para o autor do Quarto Evangelho, o Espírito é o instrumento da revelação que guiará os homens no conhecimento mais profundo de Deus sendo, também, a fonte sempre presente de força moral para o cristão. Estes e muitos outros frutos do Espírito falam, de algum modo, da futura consumação da obra da salvação, tanto no crente em particular, como na ordem total criada. Apesar de estar ele convencido que a dádiva do Espírito ao crente no momento em que crê em Cristo é quase axiomática, Paulo considera a salvação como processo progressivo. Em princípio a salvação torna-se real no momento m que alguém crê em Cristo e o Espírito lhe é concedido pelo Salvador, mas Paulo reconhece claramente que as paixões do homem e seu orgulho não se submetem repentinamente. A luta contra a “carne”, ou desejos maus, continua no espírito do próprio crente, mas a presença do Espírito de Cristo é garantia de que a carne será submetida e o Espírito triunfará, caso o crente permaneça fiel. E assim Paulo está plenamente “certo de que aquele que começou a boa obra em nós há de completá-la até o ao dia de Cristo Jesus”, e ele mesmo lhes escreve aos filipenses, não como já tendo ganho Cristo ou atingido a perfeição, mas como aquele que prossegue para conquistar o prêmio (Fp 1.6; 3.12-13). Entendida em termos religiosos de comunhão pessoal com Cristo, a salvação pode ser posse atual em meio a todas as provações e alegrias desta vida. Considerada exclusivamente do ponto de vista da realização deste alvo, seria muito melhor morrer e estar com Cristo (Fp 1.23). Compreendida em termos morais de se tornar “conforme à imagem de seu Filho” (Rm 8.29) e de serem feitos “santos, inculpáveis e irrepreensíveis” (Cl 1.22), a salvação é processo pelo qual se transforma o caráter. Como tal, tem ela início aqui e agora na vida do novo convertido, mas também aguarda sua realização final no mundo por vir. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-1582443723573971435?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/1582443723573971435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/vida-do-novo-convertido-licao-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1582443723573971435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1582443723573971435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/vida-do-novo-convertido-licao-3.html' title='A VIDA DO NOVO CONVERTIDO – Lição 3'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-159521979840007209</id><published>2011-07-09T21:08:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T21:09:20.585-07:00</updated><title type='text'>A MENSAGEM DO REINO DE DEUS – Lição 2</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O diferencial do Reino de Deus caracteriza-se pela manifestação da Justiça “bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos” Mt 5.6. Esta verdade produz um grande consolo em nossos corações, pois, todos os dias somos confrontados com as injustiças desse mundo, praticadas por pessoas arrogantes, avarentas, individualistas, as quais estão dispostas a praticar qualquer tipo de injustiça para alcançar os seus objetivos. Quem folga com a injustiça está agindo na contra-mão do Reino. Jesus sempre associa o Reino de Deus com a Justiça,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mt 6.33 “buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. A mensagem do Reino deve ser autenticada com a prática da justiça, esta e uma forma simples de nos auto-avaliarmos como cidadãos do Reino, pois, será o nossa empenho na prática da justiça que nos credencia para fazermos parte do Reino. Por outro quando alguém se acomoda ou até sente prazer diante da prática da injustiça, o tal que assim age está em desarmonia com a filosofia do Reino. Parece que ainda existe muita gente no contexto cristão que ainda não se apercebeu desse fundamento do Reino, pois, primam pelo discurso, pela liturgia, pelo marketing denominacional, e por uma série de coisas, porém, vivem promovendo injustiças em seus contextos, situações muito embaraçosas para os verdadeiros cidadãos do reino. Amor ao próximo no Novo Testamento significa ministrar à necessidade do próximo, que é todo homem atingido por aquilo que alguém faz ou deixar de fazer. O próximo pode ser defrontado como indivíduo e como membro das várias instituições. Em todos esses relacionamentos seu bem-estar e sua dignidade estão em jogo. A justiça social, à semelhança do amor, busca o bem-estar de todas as pessoas na comunidade. Ela visa, diretamente, ao bem do grupo e, indiretamente, ao bem de cada pessoa no grupo; e, desde que nossos relacionamentos com os semelhantes são necessariamente indiretos, a aneira mais efetiva de ministrar ao seu bem-estar total é mediante a luta pela justiça social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;Em suas conferências o teólogo Reinhold Niebuhr analisa a maneira em que os sistemas e princípios de justiça se tornam servos e instrumentos do amor à medida que alarga o sentido de obrigação para com o próximo, nos seguintes três casos. Em primeiro lugar, podem transformar a certeza de obrigação sentida de modo imediato, em presença de uma necessidade evidente, num sentimento permanente de obrigação expresso em princípios fixos de justiça social. A obrigação sentida de modo imediato, despertada pela emoção de piedade em presença de uma necessidade clara, tal como o encontro ocasional com a pobreza extrema, corre o risco de ser momentânea e passageira. Ela pode, às vezes, despertar bastante generosidade numa pessoal sensível, mas tal caridade e pobre substitutivo para o reconhecimento persistente das contínuas necessidades do pobre, quando a pessoa não é movida por esses “impulsos ociosos, momentâneos e caprichosos”.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Em segundo lugar, sistemas e princípios de justiça podem ampliar a obrigação que se sente em relação ao próximo isolado, para abranger as relações complexas do Eu com um grupo de pessoas. Por exemplo, a norma de justiça transfere a obrigação que se sente de respeitar a integridade do membro da família de alguém, ou de um amigo, a todos os membros da comunidade humana em geral, independentemente de raça, nacionalidade ou classe. E,finalmente, os princípios de justiça ainda têm outra relação positiva&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;com o amor, ao ampliar as obrigações discernidas pelo indivíduo isolado para incluir “as obrigações gerias que a comunidade define, segundo a linha de sua perspectiva mais imparcial”. Assim as regras e princípios de justiça servem, tanto para suplementar como para corrigir as maneiras de ver de cada agente quanto às necessidades dos seus semelhantes, sejam indivíduos ou grupos. Portanto, o princípio de justiça torna-se necessário, muitas vezes, como instrumento do amor nas relações que envolvem apenas dois indivíduos, para ajudar a pessoa a discernir com maior clareza e isenção de ânimo as verdadeiras necessidades do outro. O reconhecimento das exigências de justiça torna claro, por exemplo, que, mesmo em relação a um único semelhante, o amor não significa que alguém renuncie sempre aos próprios direitos e prerrogativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-159521979840007209?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/159521979840007209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/mensagem-do-reino-de-deus-licao-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/159521979840007209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/159521979840007209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/07/mensagem-do-reino-de-deus-licao-2.html' title='A MENSAGEM DO REINO DE DEUS – Lição 2'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-6059969374468497610</id><published>2011-06-30T11:37:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T06:27:39.961-07:00</updated><title type='text'>O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS – LIÇÃO 1</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;A palavra "reino" desperta muitas ambições em muita gente, até mesmo alguns dos discípulos se precipitaram ao manifestarem o desejo de obter posições privilegiadas no Reino. O Reino de Deus pode ser apresentado nas escrituras em duas dimensões diferentes, quando Jesus disse: “&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:#2E3436"&gt;E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus”, Ele estava se referindo ao reino presente,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;o qual foi estabelecido nesse mundo por intermédio da graça dada por meio do Evangelho, tendo sido à igreja dada a função de ser agência desse reino, pois, ela gerencia a entrada e permanência de todas as pessoas que pela fé no evangelho de Cristo ingressam no Reino.( Lc 10.9). Porém, em Lc 22.18 “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus”, o Senhor Jesus faz uma referência a Reino apocalíptico, eterno, o qual já está preparado para igreja que foi comprada com o sangue do cordeiro conforme João pôde ver na revelação que foi dada para ele na Ilha de Patmos. Apesar de espiritual, o reino de Deus aqui não consiste apenas de palavras, sermões, doutrinas, teologias e discursos inflamados. Veja o que nos diz Paulo: “Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder&lt;/span&gt;” (I Co 4.20). É necessário deixar bem claro que o poder aqui mencionado é o poder de Deus e não do homem, porque o reino é de Deus e não do homem. A igreja não é o reino, mas é o principal agente espiritual do reino, e como tal ela está acima dos sistemas religiosos, acima das instituições humanas. A porta de acesso do reino de Deus é graça conferida através da obra vicária do Senhor Jesus, a oportunidade é franquiada para todos, tanto para entrar como para dar frutos no reino, tornar-se um cooperador ativo. Infelizmente, alguns estão tentando ser latifundiários no Reino de Deus, estão criando monopólios, estão privatizando a eclesiologia, estão promovendo a competição de mercado. O denominacionalismo no Brasil tem produzido muito mais para o reino dos homens do que para o Reino de Deus. Na atualidade existe uma corrida frenética por parte de muitas denominações e ministérios para conseguir espaço na mídia radiofônica e principalmente na redes de televisão. O argumento utilizado por todos é que a intenção é promover o "reino de Deus", porém, por trás do discurso religioso existe uma propaganda pessoal e institucional a qual revela, que para essas pessoas o reino de Deus se restringe aos seus sistemas dogmáticos, dos quais tais pessoas são muito bem servidas e estão gozando de ilimitados privilégios, vivendo como verdadeiros reis, e povo não passa de ingênuos súditos desses reinos de pastores presidentes, reinos de bispos, reinos de apóstolos, e porque não dizer o reino das pastoras. Quem se limita a esses universos denominacionais não está preocupado com o verdadeiro Reino de Deus, e sim com os seus alvos pessoais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;CONCEITOS DO REINO&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Apesar de não se mostrar no Antigo Testamento a expressão "Reino de Deus", a idéia em si aparece em quase todas as suas partes. De igual modo, apesar de à parte dos Evangelhos Sinóticos o título ser usado raramente no Novo Testamento, toda a mensagem de Jesus se focaliza sobre o o Reino de Deus (Mc 1.14-15), e a idéia mesma se apresenta sob muitas formas diferente - por exemplo, como vida eterna no Quarto Evangelho e como misticismo em Cristo no caso de Paulo - Através de todo o Novo Testamento. Na verdade, tão penetrante e central é o conceito de Reino de Deus no pensamento do Antigo e Novos Testamentos, que se constitui num dos temas principais a manter os dois unidos. Em sua origem da realeza divina estava intimamente relacionada à crença de que Iavé era o protetor e governador de Israel. Desde o início do culto prestado por Israel a Iavé concebia-se Deus em termos de retidão. Desenvolveu-se entre os profetas a clara convicção  de que o Deus de Israel era o Senhor de toda a terra, e predisseram eles o dia em todas as nações reconheceriam sua soberania. O Deus de Israel era o Criador "dos fins da terra"; Ele era o Juiz de todas as nações e de todas as gerações (Sl 145.13); Ele era o Salvador que redimiria Israel e as nações, e estabeleceria seu governo justo sobre toda a terra (Is 45.22,23; 49.6; 66.18-23). Até então Iavé só era conhecido de Israel, mas os profetas e os salmistas predisseram o dia em que, por meio de Israel, - ou no papel de soberano ou de servo de Iavé, - Ele estabeleceria sua realeza universal. Mediante um exame mais minucioso, descobrimos que a realeza de Deus é conhecida no Antigo Testamento de três diferentes modos. Em primeiro lugar, reconhece-se que Deus já é rei. Ele criou o mundo e o governa com retidão. Ele é o Senhor das nações e as usa, mesmo que elas não O conheçam, como instrumentos de sua vontade. É eternamente Deus, apesar de estarem os homens rebelados contra Ele. É soberano mesmo quando homens e nações atraem julgamento e ruína sobre si mesmos, ao desafiarem Sua vontade reta. "O Senhor...como rei presidirá para sempre" (Sl 29.10), e por entre o tumulto da luta contra o mal seus servos podem confiar nÊle, visto que mesmo agora Ele realiza "feitos poderosos": Ele cria, julga e redime e este mesmo Senhor "reinará por todo sempre" Êx 15.18; Sl 99.1-4). Em segundo lugar, a realeza de Deus está sempre presente de modo especial nas vidas daqueles que fazem a Sua vontade. Seu governo manifesta-se de modo mais completo por intermédio do homem reto que obedece à sua lei e dess forma toma sobre si mesmo o jugo do reino (Sl 1.1-3;74.12; Sl 23). Em terceiro lugar, a realeza de Deus é descrita como um reino futuro em que seu governo se manifestará de modo pleno sobre toda a terra. Este foi o aspecto do governo de Deus que encontrou expressão na esperança messiânica. Enquanto esta esperança foi expressa de vários modos no Antigo Testamento e no judaismo dos últimos tempos, era ela, na essência, antecipação da nova era quando Deus haveria de triunfar sobre o mal. Na sua expressão primitiva, tomou a forma de esperança política e nacional, pela qual Israel se tornaria vitorioso sobre seus inimigos e o primeiro reino de Israel seria restaurado. Fé na plena satisfação do Reino de Deus apoiava-se no conhecimento de sua manifestação parcial dentro da ordem histórica. Evidentemente, Jesus cria em todos estes três aspectos do Reino de Deus, mas separou o conceito de tudo que havia de nacionalismo nele, especialmente nas formas tradicionais de esperança messiânica. Transformou o conceito submetendo-o à sua própria compreensão de Deus e do propósito da vida humana. Emancipou o termo e deu-lhe sentido novo e mais profundo; todavia, não necessitou defini-lo, visto ser herança de Israel e assim serviu como ponto focal de sua própria mensagem. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;O REINO DE DEUS NO ENSINO DE JESUS&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Pouco antes de haver Jesus dado início ao seu ministério público, aparecera João Batista no vale do rio Jordão proclamando que estava próxima uma grande crise e por isso convocava os homens ao arrependimento. Declarava que Deus estava para visitar os homens com julgamento, e dizia: "Já esta posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo" (Mt 3.10). A pá esta limpando a eira; o trigo será recolhido no celeiro e a palha será queimada em fogo inextinguível. Em vista do julgamento iminente, a existência do arrependimento assumiu nova urgência, visto que só ele - e não fato de alguém ser descendente de Abraão - seria válido no terrível dia do Senhor. Jesus foi atraido por João por causa da liderança profética deste e apresentou-se a ele para ser batizado. Na verdade, Jesus se considerou continuador da obra iniciada pelo seu predecessor. Enquanto Ele proclamava mensagem em muitos sentidos semelahante à de João, era ao mesmo tempo mestre independente desde o princípio. Parece que nunca se tornou discípulo do Batista, porque nunca praticou o rito do batismo, e o tipo de vida e o método de ensino que adotou estavam em vivo contraste com os de João. A passo que João descrever a consumação próxima do domínio de Deus primariamente como um terrível julgamento sobre o pecado, Jesus a proclamava como "boas novas". João havia repreendido severamente sua geração, dizendo-lhe: "Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?" (Mt 3.7); Jesus, por sua vez, apresentava Deus desejoso de conceder aos homens as riquezas e alegrias do Reino: "Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino" (Lc 12.32). Apesar de o advento do Reino trazer consigo julgamento, e apesar de muitos estarem destinados a serem excluídos dele, traria a mais alta alegria e benção aos que nele fossem congregados. Para Jesus o Reino era de tão alto valor que a pessoa devia estar pronta a abrir mão de tudo que possuísse para entrar na sua posse. "O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no capo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, via, vende tudo o que tem, e compra aquele campo. O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas. e tendo achado uma pérola de grande valor, vendeu tudo o que possuía, e a comprou" (Mt 13.44-45). A bem-aventurança da vida do Reino é melhor descrita como vida eterna, mas isso não consiste em sobrvivência sem fim; antes, caracteriza-se por determinada qualidade de vida muito superior à desta idade. Entrada no Reino resulta em vida eterna; e assim; a vida eterna se torna posse atual para os que entram no Reino agora. Entretanto, sua realização aguarda a vida da nova era. Desse modo, Jesus afirma aos seus discípulos que os que deixarem bens e entes queridos receberão "já no presente o cêntuplo" e "no mundo por vir a vida eterna" (Mc 10.29-30). A primeira proclamação de Jesus e a que mais chama a atenção a respeito do Reino, foi que sua consumação estava próxima. Enquanto é aceitável que os primeiros cristãos exageraram o elemento apocaplíptico no seu ensino, é impossível compreender a carreira e o ensino de Jesus, a não ser reconhecendo que considerou o Reino primariamente como o domínio futuro de Deus, mas iminente. Sua mensagem estava carregada deste tema quando começou seu ministério público na Galiléia (Mc 1.14-15), e encontrava-se continuamente em seus lábios até à última ceia com os discípulos, quando fez a promessa de se reunirem de novo no Reino de Deus. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-6059969374468497610?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/6059969374468497610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/o-projeto-original-do-reino-de-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/6059969374468497610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/6059969374468497610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/o-projeto-original-do-reino-de-deus.html' title='O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS – LIÇÃO 1'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-1201134774671847351</id><published>2011-06-24T09:25:00.000-07:00</published><updated>2011-06-25T11:24:15.078-07:00</updated><title type='text'>AVIVA, Ó SENHOR A TUA OBRA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-knwmGJx-ZZo/TgS7GCBTsGI/AAAAAAAAAVI/jGAz28DS3Ws/s1600/IMGP5517.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-knwmGJx-ZZo/TgS7GCBTsGI/AAAAAAAAAVI/jGAz28DS3Ws/s400/IMGP5517.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5621823947161186402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O termo avivamento sugere as mentes dos cristãos que a experiência com Deus nos proporciona uma existência de contínua renovação, de uma metamorfose que se configura numa sequência de melhorias do “Ser”, conforme palavras do Apóstolo, Paulo estamos num processo de modelamento para alcançarmos a estatura de varões perfeitos. O propósito dessa palavras iniciais é para deixar claro que o avivamento da Obra do Senhor não acontece de forma instantânea, não é um processo imediato, não se fundamenta por momentos “estanques”.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A expressão que incorpora o tema: “Aviva, senhor a tua obra”, é demais significativa, pois o avivamento é um processo vertical e ascendente, isso significa que somente Deus pode promover o avivamento da obra Dele e nós apenas podemos participar como cooperadores Dele, nos apresentando conforme os requisitos da palavra de Deus para sermos considerados servos de Deus. O avivamento geralmente começa no contexto individual e depois alcança o coletivo. O avivamento de uma denominação está diretamente relacionado a experiencial individual dos seus, não é possível imaginar uma igreja que se diz avivada, cujos os membros não demonstram compromisso com a palavra do Senhor nas suas relações sociais. Cultos movimentados e com muitas manifestações emocionais podem muitas vezes não nenhuma relação com avivamento. As Reformas ocorridas com Neemias e Esdras nos ensinam que existem momentos que avivamento no meio povo de Deus não depende só de elaboração de uma  liturgia atraente, mas de uma reestruturação da comunidade, da estrutura familiar, e de uma reflexão individual sobre o relacionamento com Deus, para que sejam revistos alguns conceitos. Até aceito que os pregadores possam contribuir nessa área, pregando mensagens específicas que promovam o despertamento espiritual na vida de muitas pessoas, porém, aquela mensagem, aquele culto é só mais um ingrediente do Espírito para nos ajudar. Todavia, tem existido muita ilusão nesse aspecto, alguns pregadores conhecidos como “avivalistas” ficam tão empolgados que perdem totalmente a noção de que são e do que estão fazendo, assumem uma postura de “showmans”, que se assemelha a muitos ídolos pop. Por outro lado podemos perceber que isso é produto de uma cultura religiosa do “imediatismo” na qual as pessoas estão mais em busca do “sentir” do que do “refletir”, talvez essa maneira de entender tenha uma influência inconsciente do liberalismo teológico que teve origem a partir do teólogo alemão Fridrich Schleiermacher que ensinava que tudo que importava era o sentimento, se o crente sentisse comunhão com Deus estava salvo, mesmo que não cresse no Evangelho. Infelizmente tenho que dizer que muitos eventos que algumas igrejas estão chamando de avivamento, não passa de uma mistura de fanatismo de uma parte e canalhiçe &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px; "&gt;por parte &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px; "&gt;daqueles que estão tirando vantagens da situação. Muitas dessas situações envergonham o evangelho, porque beiram ridículo, pregadores sem conteúdo se esguelando, dando gritos histéricos, suando mais do tampa de chaleira. Fico pensando, se essas pessoas dissessem as mesmas palavras sem imprimirem o mesmo esforço físico será que produziria o mesmo efeito na platéia, aqueles que são obcecados por tais situações podem até dizer que sim, porém, eu tenho certeza que uma grande maioria só produziria tédio e sono na platéia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;O MODELO BÍBLICO DE AVIVAMENTO -NEEMIAS 8&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="inter-tit24" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; line-height: 28px; display: inline !important; "&gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span &gt;I - REAVIVAMENTO AO TEMPO DO REI JOSAFÁ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span &gt;&lt;p class="inter-tit24" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;Josafá foi rei em Judá em c. de 870-845 a.C. Para conhecer mais detalhadamente como foi seu reinado, leia 2Cr 17: 1 a 21. Ele se preocupou com a segurança política do seu reino, fortalecendo-o por causa do perigo dos inimigos. Também promoveu uma reforma judiciária, nomeando juízes para todas as grandes cidades do reino, 2Cr 19: 5. Com isso deixou a Justiça mais acessível ao povo. Foi um administrador muito hábil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;Além dessa visão de administrador, o rei Josafá passou para a história também como um dos reis de Judá que promoveu reformas religiosas. Ele acabou com a adoração pagã. Sua estratégia para levar o povo a uma verdadeira reforma religiosa foi o ensino da Lei.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;Josafá escolheu pessoas competentes e determinou que fossem de cidade em cidade, ensinando ao povo, 2Cr 17: 7-9. Como resultado, houve consciência de pecado e abandono da infidelidade.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="inter-tit24" align="justify" style="line-height: 28px; "&gt;&lt;span &gt;II - REAVIVAMENTO AO TEMPO DO REI JOSIAS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;O livro de II Crônicas 34 a 36 narra um dos maiores avivamentos jamais experimentados por Israel. Foi dirigido pelo jovem rei Josias (c. 639-609 a.C.), que assumiu o trono aos 8 anos de idade e morreu, em batalha, aos 39 anos. Aos 16 anos começou sua vida espiritual e aos 20 fez uma purificação geral em todo o reino de Judá.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;Josias herdou uma nação cheia de ídolos, templos pagãos e bosques dedicados às falsas divindades: Baal, Milcom, Moloque, Astarote, culto aos astros, etc. O povo de Judá estava totalmente na idolatria. Mas, diante de tais abominações, Josias lutou contra a situação degradante e superou os problemas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;a) O valor da oração&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span &gt;Importante papel no reavivamento ocorrido ao tempo de Josias foi a oração. Ainda jovem, ele começou a buscar ao Senhor, 2Cr 34: 3. Consciente da idolatria existente em seu país, lutou contra esse pecado e destruiu todos os altares, v. 7.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;b) A redescoberta da Palavra&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span &gt;Além da oração, a descoberta do Livro da Lei foi fundamental para a implementação das reformas, 2Cr 34: 14-18. Ao ouvir a leitura da Palavra do Senhor, o rei humilhou-se diante de Deus, v. 19. Depois, reuniu todo o povo e leu diante da multidão a Lei do Senhor, v. 30. Isso trouxe um grande avivamento espiritual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;O que isso nos ensina? Que sem Palavra não há avivamento. E também nos ensina que pretensos avivamentos que não se fundamentem nas Escrituras na verdade não procedem de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;p class="inter-tit24" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; line-height: 28px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;III - REAVIVAMENTO AO TEMPO DE NEEMIAS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.2pt; "&gt;&lt;span &gt;Em Neemias 8 está uma das mais belas narrativas bíblicas sobre a relação entre Palavra de Deus e reavivamento. Durante 7 dias, de manhã cedo até ao meio-dia, Esdras e seus auxiliares abriram o livro da Lei, à vista de todo o povo, e davam explicações para que pudessem entender o que se lia, 8: 18. Essa leitura promoveu grande onda de arrependimento, avivamento e uma decisão de obedecerem à Palavra de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;1. Interesse comum, &lt;/b&gt;desejo de ouvir e entender a Palavra de Deus, reverência e temor, vv. 1, 3, 18.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;2. Homens, mulheres, entendidos&lt;/b&gt; ou não, compunham a congregação, v. 2. Não havia acepção de pessoas. O alimento da Palavra é para todas as pessoas, pois todos precisamos da bênção de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;3. O exemplo da liderança,&lt;/b&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.2pt; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;v. 4. Esdras fazia a leitura juntamente com seus auxiliares, os levitas e Neemias, que era o governador. A liderança estava à frente do povo e a leitura era feita de um púlpito construído para esta finalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;4. Respeito e temor diante da Palavra,&lt;/b&gt; v. 5.&lt;/span&gt; &lt;span &gt;O povo colocou-se em pé em atitude de reverência a Deus e respeito à Sua Palavra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;5. Houve louvor e adoração a Deus&lt;/b&gt;, v. 6, por parte do dirigente Esdras e do povo. A criatura só presta verdadeiro culto a Deus e cresce espiritualmente quando se prostra e adora a Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;6. O entendimento claro da Palavra&lt;/b&gt;, vv. 7, 8. Os auxiliares de Esdras, Neemias, e os levitas explicavam ao povo o sentido da lei. Traduziam o seu significado para a linguagem inteligível do povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="BodyText4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;7. Resultados da leitura da Palavra,&lt;/b&gt; vv. 9 a 12 - A leitura da Bíblia produziu vários resultados. Entre eles:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="bullet4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;Confissão, arrependimento e renovação do pacto;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="bullet4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;Alegria e contentamento, porque haviam ouvido e entendido a Palavra, ficando em paz com Deus e nutridos espiritualmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="bullet4" align="justify" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="display: inline !important; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span &gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Revista de Estudos Bíblicos Aleluia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-1201134774671847351?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/1201134774671847351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/aviva-o-senhor-tua-obra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1201134774671847351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1201134774671847351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/aviva-o-senhor-tua-obra.html' title='AVIVA, Ó SENHOR A TUA OBRA!'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-knwmGJx-ZZo/TgS7GCBTsGI/AAAAAAAAAVI/jGAz28DS3Ws/s72-c/IMGP5517.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-5508874571006366251</id><published>2011-06-16T08:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-18T10:39:50.665-07:00</updated><title type='text'>CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL – Lição 12</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wZu7q8lhyC4/Tfzi2uxsFvI/AAAAAAAAAVA/WphxIYBagAc/s1600/pentecostal.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 277px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wZu7q8lhyC4/Tfzi2uxsFvI/AAAAAAAAAVA/WphxIYBagAc/s400/pentecostal.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619615864948791026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O apóstolo Paulo nos adverte ao obreiro Timóteo para ser cuidadoso com relação a doutrina, não permitindo nem tolerando qualquer tipo desvio da verdade das escrituras. Na perspectiva desta abordagem não existe um consenso no âmbito do cristianismo protestante, pois, apenas uma parcela do protestantismo entende os princípios da fé pentecostal como uma prática hodierna, pelo contrário, algumas denominações evangélicas até mesmo ensinam aos seus membros que o pentecostalismo é uma doutrina herética.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Todavia, a doutrina pentecostal vai além do discurso bem elaborado&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;que se fundamenta em vãs filosofias. Esta&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;doutrina é legitimada tanto pelos fundamentos bíblicos e teológicos como por testemunhos vivos de pessoas transformadas e regeneradas pelo poder do Espírito Santo, os quais podem ser verificados nos dias atuais aos milhares e também na longa história do movimento pentecostal em todo o mundo. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;O crescimento do movimento trouxe muitos desvirtuamentos dos princípios bíblicos, muitas igrejas ditas pentecostais enveredaram pelo caminho do emocionalismo e do fanatismo religioso deixando de lado a Bíblia para dar ênfase ao discurso místico e visionário, fato que tem sido a causa da existência de muitos “cultos bizarros” nos quais as pessoas dizem que estão “cheias do Espírito”. Esse é na verdade o pseudo-pentecostalismo, são caricaturas da fé pentecostal. Até mesmo no ceio das igrejas consideradas autenticamente pentecostais existem ainda muitos casos de desequilíbrio emocional provocado pelo grande índice de analfabetismo bíblico.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A maneira mais legitima de preservar a pureza da fé pentecostal é desenvolver o ensino teológico que leve a comunidade pentecostal a cultivar o hábito da reflexão bíblica, pois, é perceptível no meio pentecostal que grande maioria nem se quer ler regularmente a própria bíblia. Além de preservar os princípios bíblicos da fé pentecostal se faz necessário uma urgente busca pela maturidade da fé pentecostal, pois, tem muita gente vivendo o pentecostalismo do “você está sentindo alguma coisa ai”, deve ser um evangelho Alá Roberto Carlos “pura emoção”. Para preservarmos o pentecostalismo bíblico é fundamental que haja uma ênfase maior ao ensino teológico que nos proporcione uma experiência cristã baseada em profunda reflexão que nos torne aptos à responder com mansidão a qualquer um que pedir razão da nossa fé. Que haja menos pregadores gritadores, contadores de histórias, sensacionalistas, popstars evangélicos, e tenhamos mais mestres, mais professores, evangelistas natos, esses realmente contribuem para conservar a pureza da doutrina pentecostal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;Vivemos uma época de muitas contradições, é só observamos o que está acontecendo no contexto eclesiástico com várias lideranças pentecostais. Apesar da grande disputa pelo poder, convenções, cargos, campos, etc, a maioria está esta empenhando todos os esforços para dar sustentabilidade ao discurso sobre a pureza e integridade do seu grupo. Em alguns casos isso se torna uma tarefa tão difícil que se faz necessário promover a degradação da imagem de outros líderes, outras convenções, outras igrejas, para tentar se auto-elevar sobre a “carniça” do outro, é a estratégia das aves de rapina. O discurso no tocante a preservação da doutrina pentecostal, eu o tenho ouvido desde os primeiros dias da minha conversão, porém, tive a oportunidade de perceber que na maioria das vezes&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;era retórica de líderes manipuladores ou em outras vezes, eram repetições de mentes alienadas que não possuíam discernimento das suas próprias palavras. A preservação da pureza da doutrina precisa antecipar-se a qualquer sistema denominacional, qualquer tradição evangélica, qualquer liturgia e qualquer sentimento e visão humana, porque antes de qualquer coisa, é necessário se processar&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;no nosso consciente, na nossa mente renovada pelo Espírito, cujas as prioridades são as verdades da Palavra do Senhor independente de tradições e costumes. Podemos exemplificar isso utilizando a corrente elétrica. Mesmo que seja poderosa, a corrente não pode produzir luz se o filamento da lâmpada estiver quebrado. Não é que a companhia de eletricidade não a produza; de modo algum; a corrente simplesmente não consegue manifestar-se através da lâmpada. Da mesma forma, se nossa mente estiver fechada, o espírito não tem como se expressar nem poder para fazê-lo. Desse ponto de vista a doutrina pentecostal é muito mais do que uma simples elaboração teológica, é uma expressão de fé que se manifesta como produto de uma relação de intimidade com Deus. Se a mente do crente não for renovada, seu espírito não terá como preservar a verdade e Deus com certeza não irá usá-lo. Pedro explicou que os discípulos não estavam embriagados no dia de Pentecoste. Se estivessem embriagados, suas mentes não estariam lúcidas, não teriam espíritos abertos para serem usados por Deus. Até onde sei, todos aqueles que são grandemente usados por Deus são pessoas cujo espírito, mente, compreensão e pensamento são lúcidos. No tocante a preservação da doutrina pentecostal existe muito discurso e até mesmo algumas elaborações teológicas, todavia, isso não é suficiente se não houver lucidez por parte das lideranças envolvidas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Tem muita gente embriagado com questões terrenas, mesmo que discurso seja bíblico, a realidade tem mostrado que os objetivos são pessoais, tais obreiros não passam de ébrios que são incapazes de promoverem o equilíbrio no meio do povo, pois estão cambaleando. Para preservar as dádivas do Senhor é imprescindível que haja uma lucidez patente, como disse alguém: “Deus precisa de Homens e mulheres de fibra que tenham a cabeça no céu e os pés no chão”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-5508874571006366251?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/5508874571006366251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/conservando-pureza-da-doutrina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5508874571006366251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5508874571006366251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/conservando-pureza-da-doutrina.html' title='CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL – Lição 12'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wZu7q8lhyC4/Tfzi2uxsFvI/AAAAAAAAAVA/WphxIYBagAc/s72-c/pentecostal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-1194322602473777652</id><published>2011-06-09T07:14:00.001-07:00</published><updated>2011-06-10T07:20:58.805-07:00</updated><title type='text'>UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL - Lição 11</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WIdoTYJgeSk/TfIlSEyfqWI/AAAAAAAAAU4/WTn3YRhP1R4/s1600/DSC04523.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 226px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-WIdoTYJgeSk/TfIlSEyfqWI/AAAAAAAAAU4/WTn3YRhP1R4/s400/DSC04523.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616592677737834850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; font-size:14pt"&gt;Quais as referências que devemos nos apropriar para fundamentarmos a tese sobre uma igreja autenticamente pentecostal. Eu entendo que qualquer igreja que tenha a pretensão de estar dentro do projeto divino, ela precisa antes de tudo ser uma igreja verdadeiramente evangélica, isto é, que teve sua origem em uma profissão de fé sincera e baseada nos princípios dos Evangelho de Cristo. Quando Jesus disse à Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja..." todos nós interpretamos que a pedra da qual Jesus se referia como a base de sustentação e crescimento da igreja era Ele próprio. Porém, eu creio que nesse texto nos é apresentado um outro elemento que também é fundamental para autenticar a igreja do Senhor, estou me referindo a confissão feita por  Pedro no contexto anterior do texto em pauta: "Tu és o Cristo o Filho do Deus vivo". Conforme as observações de Jesus, a confissão de Pedro procedia de uma revelação do Espírito Santo ao coração de Pedro. Portanto, o primeiro passo para a existência de uma igreja é que a mesma seja constituída de pessoas que experimentaram uma conversão real, conhecem e confessam a Cristo a partir da revelação do Espírito.  Muitos analistas bíblicos têm afirmado que na prática Jesus criou a igreja quando começou a reunir os primeiros discípulos, e a oficializou verbalmente no momento registrado no Cap. 16 do Evangelho de Mateus, porém, a inauguração da igreja como agente do reino de Deus aqui na terra só teria acontecido no Cap. 2 de Atos dos Apóstolos, no dia de pentecostes. A experiência pentecostal pode ser compreendida como uma credencial que Deus entregou a igreja habilitando-a com autoridade para desenvolver a sua missão de anunciação e proclamação da Palavra de Reconciliação. Uma reflexão mais profunda do evento de pentecoste fará emergir a compreensão de que ser pentecostal tem muito mais relação com evangelização do que propriamente com a experiência carismática, por isso não necessitamos estar sempre produzindo um dom carismático para provar para as pessoas que somos pentecostais. O pentecostalismo bíblico também nos propõe uma vida de profunda reflexão do conteúdo escriturístico, todavia, muitos  pensam que uma igreja só é autenticamente pentecostal, quando o seu discurso (quando existe), enfatiza constantemente testemunhos mirabolantes, revelações místicas, arroubos emocionais, e assim por diante. Quando se instala esse tipo de comportamento percebe-se que tal igreja que tenta ser pentecostal ao extremo, na verdade se distanciou da proposta pentecostal. O poder  foi dado a igreja para que ela saísse e produzisse frutos, e não para que ficássemos nos deleitando entre quatro paredes, e achando que somos melhores que as demais igrejas que não tiveram a mesma experiência que nós. Uma outra característica da igreja autenticamente pentecostal é sua capacidade de vivenciar a dimensão do amor de Deus. Podemos amar todos os seres humanos sem nunca renegarmos os princípios absolutos da Palavra do Senhor, temos condições de nos relacionarmos com todas as pessoas sem participarmos dos pecados desse mundo. O pentecostalismo sectário e anti-social falha e se contradiz com os propósitos da doutrina pentecostal. O apóstolo Paulo ensinou que é o amor prático que autentica a ação dos dons carismáticos, porque se eles forem exercidos dissociados de uma realidade cristã embasada no amor, tais manifestações podem ser descartadas e classificadas como atos de hipocrisia ou fanatismo religioso. A igreja primitiva nos ensina que a ação pentecostal produziu na vida da igreja a intensificação da prática da piedade, porém, muitos confundem pentecostalismo com "ativismo religioso", e assim muitos não tem tempo para a prática da piedade porque estão muito ocupados na "obra do Senhor", assim como estavam os religiosos que passaram de largo pelo samaritano estava caído a beira do caminho de Jericó. Talvez algumas pessoas possam até me compreender mau, porém, acho que alguns aspectos o "ativismo pentecostal", o qual em parte tem sido importante para o estupendo crescimento denominacional no país, tem também um aspecto negativo e alienador que tem produzido um alucinante sentimento de competição, que por sua vez tem produzido uma grande quantidade de obreiros obcecados pelas posições eclesiásticas de destaque cujo o lema é: "trabalhar na obra do Senhor", porém desenvolvem uma visão física e institucional da igreja igual aos clérigos que levaram a igreja romana a ser o que é hoje. Esta realidade revela uma classe de lideranças que promovem um pentecostalismo invertido e sem harmonia com a proposta do pentecostalismo bíblico, é o que chamo de "pentecostalismo sem piedade", que só está interessado em tirar algo das pessoas e em oferecer muito pouco, apenas discursos inflamados, templos suntuosos, projeção da denominacional na mídia para massagear o ego dos membros e ao mesmo promover a imagem das lideranças, isso e mais outras ações ilusórias e destituídas de uma prática pastoral que oferece cuidados e assistência a ovelha ferida. Essa ausência de piedade em muitos crentes pentecostais é produto de uma prática pastoral distorcida por parte de muitos líderes que se dizem pentecostais, mas desconhecem os fundamentos de uma igreja autenticamente pentecostal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; font-size:14pt"&gt;A palavra pentecostal biblicamente significa muito mais do que uma simples referência denominacional ou uma interpretação doutrinária. Mesmo divergindo da forma de crer no batismo com o Espírito Santo na vivência e prática dos dons carismáticos, não seria por causa disso que algumas igrejas poderiam deixar de ser consideradas pentecostais do ponto de vista bíblico. O apóstolo Pedro exclamou no dia de Pentecoste "arrependei-vos. E cada de vós seja batizado em nome de Jesus para remissão de vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (At 2.38). Assim, Pedro garantiu a todos que se arrependessem e cressem, e dessem testemunho público de sua fé penitente em Jesus, sendo batizados em seu nome, que receberiam gratuitamente de Deus dois presentes: o perdão de seus pecados e dom do Espírito Santo. A verdade é que o Dia de Pentecoste teve pelo menos dois significados, e muitos fazem confusão hoje em dia porque não entendem a distinção entre eles. Em primeiro lugar, este evento foi o último da atividade salvadora de Jesus: o derramamento do Espírito prometido há tanto tempo, subseqüente à sua morte, ressurreição e ascensão. Neste sentido, este dia deu início à nova era messiânica, a era do Espírito. Ele é singular em si, assim com a morte do Salvador não pode ser repetida, nem sua ressurreição e ascensão , nem o que precedem. Suas bênçãos, no entanto, existem para todos os que pertencem a Cristo. Desde aquele dia, todos os cristãos, sem exceção, tornaram-se participantes dessa nova era e receberam os dons do perdão e do Espírito Santo, que Cristo nos tornou acessíveis de sua morte, ressurreição, ascensão e derramamento do Espírito. Neste sentido os que se converteram no dia de Pentecoste, em resultado a pregação de Pedro são exemplos para todos os crentes subseqüentes. Porem o dia de Pentecoste tinha um outro significado, mais inesperado. Ele foi o cumprimento não só da expectativa geral do Antigo Testamento da vinda do Espírito, mas também das promessas especiais de Jesus Cristo no cenáculo, ditas primeiramente aos apóstolos, e cujo cumprimento haveria de capacitá-los para seu trabalho apostólico especial, de mestres inspirados e autorizados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-1194322602473777652?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/1194322602473777652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/uma-igreja-autenticamente-pentecostal.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1194322602473777652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1194322602473777652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/uma-igreja-autenticamente-pentecostal.html' title='UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL - Lição 11'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WIdoTYJgeSk/TfIlSEyfqWI/AAAAAAAAAU4/WTn3YRhP1R4/s72-c/DSC04523.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-9050528269563734006</id><published>2011-06-06T08:27:00.001-07:00</published><updated>2011-06-06T14:23:25.641-07:00</updated><title type='text'>PAISSANDU X REMO; BELÉM X BELENZINHO OU ASSEMBLÉIA DE DEUS X CGADB ?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VIXHpnlFhxs/Tezy1aEl5fI/AAAAAAAAAUw/f0BDYjnPLGA/s1600/rexpa-mario-quadros-copy.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 293px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-VIXHpnlFhxs/Tezy1aEl5fI/AAAAAAAAAUw/f0BDYjnPLGA/s400/rexpa-mario-quadros-copy.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615129834769737202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify; background: #eeeeec"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 19px; "&gt;O título acima parece a princípio, um tanto sem significado, porém foi o que me veio a mente para tentar expressar a minha insatisfação com o que está acontecendo com relação as comemorações do centenário da Assembléia de Deus no Brasil. No último sábado ao assistir, numa emissora  de rede nacional, os programas produzidos pelas lideranças que estão encarregadas pelos eventos comemorativos de maior vulto a nível nacional, percebi existir uma total indiferença de ambas as partes. As duas programações parecem até que estão tratando de situações diferentes, denominações distintas. Embora muitos prefiram se omitir sobre as razões que geraram  e mantêm essa desagradável realidade para todos os assembleianos do país, a verdade é que as causas que motivam tudo isso já é do conhecimento das lideranças e até mesmo da maioria dos membros da igreja, isso se deve ao fato, que um certo mega-pastor já utilizou o seu programa para agravar mais ainda o quadro, ao expor de forma detalhada para mundo não cristão, questões que devem ser tratadas no âmbito eclesiástico. Creio que o profeta nunca se cala diante do erro, porém, é necessário ser ético para agir com sabedoria e prudência, para não colocar a boca no trombone tão somente com o propósito da auto-promoção, e construir um palco em cima do fracasso de alguns irmãos. Todavia, o que me fez escrever essas linhas, foi que ao assistir programação já mencionada, fiquei sabendo que em Belém do Pará vai acontecer duas grandes celebrações de encerramento do centenário, a mais autêntica, isto é, mais enraizada com os fatos históricos da denominação no meu ponto de vista é a promovida pelo templo central da  Assembléia de Deus de Belém, a qual será no estádio de futebol conhecido como Mangueirão (o qual  tem sido palco de muitas disputas entre o Remo e o Paissandu). A outra comemoração de encerramento apoiada pela CGADB, cujo o presidente é o Pr. José Wellington  que é o presidente da A D do campo do Belenzinho em São Paulo, será realizada no estádio do grande rival da equipe do Paissandu, o  clube do Remo. Essas duas equipes de futebol expressam um maiores símbolos de rivalidade no estado do Pará. Gostaria de afirmar com segurança que tal rivalidade, conforme o tema acima, só se aplica no contexto do futebol, porém, os últimos acontecimentos testemunham fortemente contra essa hipótese, os quais estão a disposição de todos que queiram conhecê-los por meio dos blogs, de vídeos do youtube e outras fontes. Alguém com o olhar místico poderia chamar isso de "ironia do destino", porém, um olhar bíblico nos revela que a história do povo de Deus está marcada por essas situações, nas quais as lideranças perdem o foco da unidade e preferem enfatizar determinadas partes do Reino e ao mesmo tempo privatizar Deus. Algo semelhante aconteceu nos dias de Salomão, o qual se apegou demais aos negócios terrenos e perdeu a noção no tocante aos interesses divinos, isso desagradou a Deus e fez com Ele levantasse uma outra liderança, Jeroboão, o qual também tornou-se egoísta e manipulador.  A partir daí surgiu uma grande rivalidade no campo religioso. Jeroboão demonstrando uma grande insegurança quanto  a sua liderança em Israel, tentou evitar que as pessoas fossem à Jerusalém para participar das festas religiosas, tentou criar eventos religiosos tão atrativos quantos os de Jerusalém. Está situação configurou uma rivalidade religiosa cujas as raízes estavam nas questões políticas que existiam entre dois homens, Salomão e Jeroboão. Na realidade muitas lideranças assembleianas tentam promover rivalidades entre o povo Deus, esforçando-se para imprimir na mente dos crentes que seus ministérios são os melhores e mais aceitos diante de Deus. Alguns líderes estabelecem até mesmo medidas opressivas para impedir os membros de suas igrejas  de terem comunhão com crentes de outras denominações e até mesmo da própria denominação quando não pertencem a mesma convenção. Tem lideranças que só pensam na unidade da Assembléia de Deus no Brasil, nos momentos em que batem no peito e orgulhosamente dizem: "somos a maior denominação evangélica do Brasil". Assim como acontece entre as equipes de futebol, estamos alimentando a rivalidade, porque ninguém está disposto a ceder espaço para o outro, ninguém está querendo perder alguma coisa, a maioria está olhando para o outro como competidor e não como irmão. Essa situação parece até uma encenação de &lt;strong&gt;Mateus 20.20-27 &lt;/strong&gt;" &lt;span style="color:black"&gt;&lt;em&gt;Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o, e fazendo-lhe um pedido. E ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino. Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu hei de beber, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? Dizem-lhe eles: Podemos. E diz-lhes ele: Na verdade bebereis o meu cálice e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado, mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado. E, quando os dez ouviram isto, indignaram-se contra os dois irmãos. Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo&lt;/em&gt;". &lt;/span&gt;Por mais que algumas pessoas digam que aqueles que estão realizando esses eventos não estão pensando em competição, é muito difícil confirmar essa teoria no campo da prática, é só procurar vivenciar alguns momentos com os grupos lá em Belém, para percebermos o espírito de rivalidade se instala em algumas pessoas as vezes de forma consciente e em grande parte como resultado de um processo da psicologia de grupo.  O texto acima diz que os discípulos se indignaram com a atitude dos filhos de Zebedeu, e essa é realmente a palavra que expressa com exatidão o que muitos crentes assembleianos estão sentido sobre essas questões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-9050528269563734006?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/9050528269563734006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/paissandu-x-remo-belem-x-belenzinho-ou.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/9050528269563734006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/9050528269563734006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/paissandu-x-remo-belem-x-belenzinho-ou.html' title='PAISSANDU X REMO; BELÉM X BELENZINHO OU ASSEMBLÉIA DE DEUS X CGADB ?'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VIXHpnlFhxs/Tezy1aEl5fI/AAAAAAAAAUw/f0BDYjnPLGA/s72-c/rexpa-mario-quadros-copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-8557404278013448008</id><published>2011-06-02T07:48:00.001-07:00</published><updated>2011-06-02T07:54:31.772-07:00</updated><title type='text'>ASSEMBLÉIA DE DEUS 100 ANOS DE PENTECOSTES – Lição 10</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cB49_7gsTQ0/TeekHDQJvjI/AAAAAAAAAUk/i0pLWv1tKzs/s1600/images%2B%25281%2529.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 221px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-cB49_7gsTQ0/TeekHDQJvjI/AAAAAAAAAUk/i0pLWv1tKzs/s400/images%2B%25281%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613635901579705906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;Igreja Assembléia de Deus originou-se no Brasil através da visão missionária transmitida a dois cristãos da igreja Batista da Suécia, Gunnar Vingren e Daniel Berg. Os mesmos se conheceram em Chicago, por ocasião de uma conferência. Um Cristão americano por nome Olof Uldin, teve um sonho, no qual pode ver nitidamente o nome "Pará". Foi este acontecimento que determinou a viagem missionária de Gunnar Vingren e Daniel Berg para o Brasil. Essa é uma igreja que nasceu de sonho dado por Deus. GUNNA VINGREN nasceu em 1879 na Suécia, em 1903 se transferiu para os Estados Unidos, onde crusou teologia no Seminário Teológico Batista Sueco, em Chicago. Antes de vir ao Brasil recebeu um chamado para fazer missões na Índia mas não aceitou. Neste período vivenciou a experiência pentecostal do batismo com o Espírito Santo, o que acarretou na sua saída da igreja Batista. Retornou a Suécia em 1932, deixando a igreja com dois mil membros sob a liderança de Samuel Nystrom. Morreu em Estocolmo em junho de 1933. DANIEL BERG nasceu na Suécia em 1844, viajou para os Estados Unidos em 1902, tendo em mente apenas a sua realização profissional. Em visita a sua terra natal, ouviu sobre a experiência de um amigo de infância que havia recebido o batismo com o Espírito Santo, o que passou a desejar e a buscar em oração, tendo alcançado a experiência em 1909. Chegou a participar da comemoração do jubileu de ouro das Assembléias de Deus no Brasil no estádio do Maracanãzinho no Rio de Janeiro. O Pastor Paulo Leivas Macalão colocou em sua lapela uma medalha de ouro comemorativa do jubileu. Em 1963, aos 79 anos passou para a eternidade. Gunnar Vingren e Daniel Berg chegaram a Belém do Pará em 1910, foram acolhidos por um cristão presbiteriano, posteriormente pela igreja Batista. Após terem adquirido um pouco de domínio da língua portuguesa passaram a divulgar a doutrina pentecostal entre a comunidade Batista, logo algumas irmãs testemunharam a experiência pentecostal do batismo, o que provocou uma revolução na igreja, por isso foram convidados a se retirarem da igreja juntamente com mais 19 irmãos que foram excluídos. Esse grupo se organizou em igreja na residência de um irmão, em 18 de junho de 1911. Denominou-se inicialmente "MISSÃO DE FÉ APOSTÓLICA". No dia 18 de janeiro de 1918, foi registrada oficialmente como Assembléia de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;PRINCIPAIS DOGMAS DA IGREJA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;- SOBRE DEUS – Cremos em um só Deus, que é santo, criador de todas as coisas , soberano, eterno, subsistente em três pessoas: O Pai, O Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;-SOBRE A BÍBLIA – Cremos na inspiração divina e plenária da Bíblia. Bem como na sua infalibilidade e inerrância, com única regra de fé normativa para a vida e o caráter dos cristãos. (2 Tm 3.14-17)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;- SOBRE O PECADO – Cremos que o pecado degenerou o homem e, como conseqüência, destitui-o da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo o podem restaurar a Deus (Rm 3.23; At 3.19).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;-SOBRE A SALVAÇÃO – Cremos na salvação presente, imediata, completa e perfeita e na justificação do homem recebidas gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo. (At 10.43; Rm 3.24-26; Hb 5.9; 7.25).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;- SOBRE O BATISMO NAS ÁGUAS – Cremos no batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determino o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;- SOBRE A SEGUNDA VINDA DE JESUS – Cremos na segunda vinda prémilenial de Cristo, em duas fases distintas. A primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a sua igreja da terra, antes da grande tribulação; a segunda, visível e corporal, com sua igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos. (Zc 14.5; Its 4.16,17; ICo 15.51-54;Jd 14; Ap 20.4).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;- SOBRE O JUÍZO VINDOURO – Cremos no juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;-SOBRE A VIDA ETERNA – Cremos na vida eterna de gozo, de justiça e felicidade para os fiéis e de tristeza para os infiéis (Ap 20.11-15).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:14pt"&gt;Inquestionavelmente a Assembléia de Deus é a mais antiga e maior igreja pentecostal desse país. Durante esse século de existência essa igreja cresceu muito e se fez presente em quase todos os recantos da nação, por causa disso, muitas pessoas costumam dizer que: "onde tiver coca-cola tem Assembléia de Deus". Todavia, o crescimento também proporcionou uma série de problemas, com os quais  as lideranças têm se debatido na atualidade. O mais lamentável desses conflitos está relacionado com as comemorações do centenário, pois, enquanto uma parte está resignada para festejar em Belem do Pará onde tudo começou, outros estão decididos por realizar outras comemorações em outros contextos. Até o mais simples dos crentes pode perceber que o cerne da questão é política, e não doutrinária ou estrutural. Se isso tivesse acontecido no Ano do jubileu eu gostaria de saber qual teria sido a opção do Daniel Berg, apoiaria a festa de Belém ou a de São Paulo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-8557404278013448008?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/8557404278013448008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/assembleia-de-deus-100-anos-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8557404278013448008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8557404278013448008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/06/assembleia-de-deus-100-anos-de.html' title='ASSEMBLÉIA DE DEUS 100 ANOS DE PENTECOSTES – Lição 10'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cB49_7gsTQ0/TeekHDQJvjI/AAAAAAAAAUk/i0pLWv1tKzs/s72-c/images%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-8160079134854546535</id><published>2011-05-30T08:17:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T08:30:27.785-07:00</updated><title type='text'>A CRENÇA NO ENSINO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DN9s04aftp4/TeO2uC3UaUI/AAAAAAAAAUc/qm27N0oUFNI/s1600/IMGP5926.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-DN9s04aftp4/TeO2uC3UaUI/AAAAAAAAAUc/qm27N0oUFNI/s400/IMGP5926.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5612530462792902978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:0cm;margin-right:4.25pt;margin-bottom: 0cm;margin-left:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:1.0cm; line-height:normal;background:white"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;Jesus viu no ensino a gloriosa oportunidade de formar os ideais, as atitudes e a conduta do povo em geral. Ele n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;ão se distinguiu primeiramente como orador, como reformador, nem como chefe, e, sim, como mestre. Vemos perfeitamente que ele não pertenceu à classe dos escribas e rabinos que inter­pretavam minuciosamente a Lei. Não. Ele ensinou. De forma alguma se distinguiu ele como "agitador da massa popular". Não comprometeu sua Causa com apelos em reuniões populares, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-no-proof:yes"&gt;com pr&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;áticas ritualistas, ou com manobras políticas, não. Ele confiou sua Causa aos prolongados e pacientes processos de ensino e de treinamento. L. A. Weigle diz: "Jesus lançou mão do método educativo, e não do método de força política, ou de propaganda, ou do poder." E J. A. Marquis acrescenta: "A principal ocupação de Jesus foi o ensino. Algumas ve­zes ele agiu como curador, outras vezes operou milagres, pre­gou frequentemente; mas foi sempre o Mestre. Ele não se pôs a ensinar porque não tivesse outra coisa a fazer; mas, quando não estava ensinando, estava fazendo qualquer outra coisa. Sim, ele fez do ensino o agente principal da redenção. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-no-proof:yes"&gt;ênfase que Jesus deu ao ensino ressalta do fato de em geral ser ele reconhecido como Mestre. "À luz dos Evangelhos, vemos que seus discípulos e contemporâneos o tornavam como mestre." Ele foi mesmo chamado Mestre, Professor ou Rabi; e tudo isto, traz em seu bojo a mesma idéia geral expressa por Nicodemos quando disse:: "Rabi, sabemos que és mestre vindo da parte de Deus" (João &lt;span style="letter-spacing:.7pt"&gt;3:2).&lt;/span&gt; Nos Evangelhos, Jesus é cha­mado mestre nada menos de quarenta e cinco vezes, e nunca se fala nele como pregador. L. J. Sherril diz que, somando-se todos os termos equivalentes a mestre, temos o total de ses­senta e um.&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt; Norman Richardson anota que o vocábulo &lt;i&gt;Mestre &lt;/i&gt;é usado sessenta e seis vezes na Versão &lt;i&gt;King James; &lt;/i&gt;cinqüenta e quatro vezes é derivado da palavra grega que significa profes­sor ou mestre.&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt; Fala-se em Jesus ensinando, quarenta e cinco &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;vezes; e onze apenas pregando, e, assim mesmo, pregando e ensinando, como vemos cm Mateus 4:23 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;— "ensinando em suas sinagogas e pregando o evangelho do reino". Chamavam-no mestre não apenas os doze, mas também outros mais discípulos seus. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;Outrossim, Jesus a si mesmo se chamava Mestre, dizendo: "V&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;ós me chamais Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque eu o sou" (João 13:13). Também dizia ser "a luz", vocábulo que traz a idéia de instrução. Nesta linha de pensamento, interes­sante é notar que João Batista sempre foi mais chamado pre­gador que mestre. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;Outra indica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;ção desta ênfase sobre o ensino é. a termino­logia empregada para descrever os seguidores e a mensagem de Jesus. Não são eles chamados súditos, servidores ou camara­das. A palavra &lt;i&gt;cristão &lt;/i&gt;só é empregada três vezes em o Novo Testamento para caracterizá-los e assim mesmo uma vez como zombaria. No entanto, vemos a palavra &lt;i&gt;discípulo, &lt;/i&gt;que significa &lt;i&gt;aluno &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;aprendiz, &lt;/i&gt;empregada 243 vezes, para referir-se aos seguidores de Jesus. A mensagem de Jesus diz-se ser &lt;i&gt;ensino &lt;/i&gt;(39 vezes), e &lt;i&gt;sabedoria &lt;/i&gt;(seis vezes), não dando tanto a ideia de preleção ou sermão. A expressão &lt;i&gt;Sermão do Monte &lt;/i&gt;não é usada pelos escritores do Novo Testamento. Mateus apenas diz — "E ele se pôs a ensiná-los, dizendo..." (Mat. 5:2). Tal peça deve ser intitulada — O &lt;i&gt;Ensino do Monte, &lt;/i&gt;e não O &lt;i&gt;Sermão do Monte. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;Tamb&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;ém se revela bem a ênfase do Mestre em ensinar no modo entusiasta e até agressivo pelo qual externou sua atividade educadora. Ele ensinava em qualquer lugar e a toda hora — no Templo, nas sinagogas, no monte, nas praias, na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;estrada, junto ao po&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;ço, nas casas, em reuniões sociais, em pú­blico e em particular. "Relutava mesmo em curar, preferindo aproveitar a oportunidade para apresentar sua mensagem." Ma­teus diz — "Andava Jesus por toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas deles, e proclamando as boas-novas do reino, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo" (Mat. 4:23, tradução de Goodspeed). Toda a obra de Jesus estava envolta em atmosfera didática, e não tanto num ar de preleções ardentes, pois observamos que os ouvintes se sentiam à vontade para lhe fazer perguntas, e ele, por sua vez, lhes propunha questões e problemas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;Ele preparou um grupo de mestres para que levassem avante sua obra. "No decorrer dos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-no-proof:yes"&gt;últimos dias de sua traba­lhosa vida, ele se dedicou ao ensino e preparo do pequeno grupo de discípulos que a ele se agregara."&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;E ele os enviou aos confins da terra para que fizessem discípulos (para que matriculassem na escola de Cristo), a batizá-los (uma orde­nança educadora) e a instruí-los na observância de todas as coisas que lhes tinha mandado (Mat. &lt;span style="letter-spacing:.75pt"&gt;28:19,20).&lt;/span&gt; Jesus cria muito e muito no ensino, requisito este indispensável a qualquer professor. Ele se dedicou ao ensino e sempre dignificou tal vocação. "A maior glória da profissão do mestre está no fato de haver Jesus Cristo escolhido ser mestre, quando se viu face a face com aquilo que tinha a realizar na vida." George H. Palmer percebeu bem este espírito, quando assim se ex­pressou "Creio tanto no ensino que, se necessário fosse, pa­garia pelo privilégio de ser mestre em.vez de receber algo por ensinar." (&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;Price, J. M.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;A pedagogia de Jesus; o mestre por excelência. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;Tradução do Rev. Waldemar W. Wey – 3ª edição &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Rio de Janeiro – RJ – JUERP - 1980&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-8160079134854546535?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/8160079134854546535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/crenca-no-ensino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8160079134854546535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8160079134854546535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/crenca-no-ensino.html' title='A CRENÇA NO ENSINO'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-DN9s04aftp4/TeO2uC3UaUI/AAAAAAAAAUc/qm27N0oUFNI/s72-c/IMGP5926.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-5899575169508337998</id><published>2011-05-26T08:11:00.001-07:00</published><updated>2011-05-27T08:40:32.995-07:00</updated><title type='text'>A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL- Lição 9</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;Já dizia um certo Pastor "a medida que a igreja cresce a uma tendência de aumentar também o pecado no meio do povo de Deus". Isto é o que vemos hoje no contexto pentecostal, não podemos negar que o movimento pentecostal constitui a maior igreja evangélica do pais, porém, esse estupendo crescimento que produziu muito para o Reino de Deus também trouxe uma série de dificuldades no que diz respeito a pureza desse movimento no Brazil. São poucos os cristãos que ainda alimentam o ingênuo entendimento de acreditar em tudo que seus líderes dizem e nas reais intenções dos tais. Devemos evitar os extremos e agir com desconfiança para com todos, por que ai incorremos no risco de cometermos algumas injustiças, porém, não podemos ficar alienados e permitir que algumas pessoas nos manipulem em nome de Deus, quando os interesses em questão são terrenos. As vezes o próprio de discurso de pureza e santidade tem sido utilizado como ferramenta de mobilização e alienação, porque tais "ensinos" funcionam como instrumentos inibidores evitando uma reflexão da realidade e prováveis questionamentos. Alguns líderes evangélicos apesar de se apresentarem totalmente anti-católicos, mesmo assim, no tocante a concepção sobre santidade defendem um conservadorismo que nada mais é do que uma herança católica. Embora sejam contra a Canonização, procuram imprimir na mente dos crentes que o "santo" é um indivíduo totalmente passivo, indiferente as questões sociais e políticas, predisposto a uma resignação e subordinação sem reflexão. O cerne dessa mentalidade é conceber a pureza do pentecostalismo a partir de costumes, tradições e manifestações carismáticas.  A palavra do Senhor nos proporciona parâmetros necessários para vivenciarmos a fé pentecostal conforme a pureza que o Senhor requer do seu povo. Creio que o debate sobre a pureza nessa perspectiva vai se constituir num discurso de diversas arestas, pois, mais uma vez os evangélicos que tanto condenaram as tradições católicas, têm uma grande tendência em elaborar suas teologias partindo das suas concepções de costumes e não de uma pura reflexão do texto bíblico.  Na perspectiva da teologia cristã o termo "pureza" deve encontrar sua plena identificação e significado no contexto das escrituras e em nenhuma outra ideologia humana. Todavia, as tradições religiosas que se desenvolveram na fé cristã até os dias modernos, têm sido fatores determinantes na forma dos dogmas de muitos cristãos evangélicos ao ponto de promover o comportamento dualístico que estabelece uma grande barreira em o profano e sagrado. Esse sectarismo religioso gerou uma igreja fragmentada, não só no meio evangélico em geral, como até mesmo entre alguns pentecostais que se entendem como mais "puros" do que outros.  A compreensão defeituosa sobre o tema da santidade bíblica é promotora do "apartaid evangélico" em toda história da igreja evangélica nesse país, fato esse que tem impedido a coesão da comunidade evangélica na luta por mudanças sociais. Existem algumas denominações no Brasil que jamais se engajam em qualquer movimento social que visa defender os direitos da família e dos princípios morais, pois, são puros demais para se misturarem com os demais cristãos evangélicos, mesmo que não seja em contextos litúrgicos, porque preferem mostrar que são os "queridinhos de Deus" e podem muito bem resolver as coisas sozinhos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;O capítulo 2 do livro de Atos nos fornece as bases para uma experiência que se harmonize com os propósitos divinos. Atentemos para o foco da mensagem do apóstolo Pedro, a qual está centralizada não em torno do Espírito, mas em torno de Jesus. O derramamento pentecostal pretendia trazer um poderoso testemunho acerca de Jesus (Atos 1.8; João 15.26,27; 16.14). Pedro chamou atenção primeiro para o fato de que os habitantes de Jerusalém conheciam o homem de Nazaré, Jesus, e sabiam como Deus o tinha aprovado para o benefício deles por meio de milagres e prodígios e sinais. Estas são as três palavras usadas na Bíblia para milagres sobrenaturais. Elas se referem à variedade de milagres que Jesus operou, especialmente no templo nas ocasiões festivas (João 2.23; 4.45; 11.47). Este Jesus, diz Pedro, que vós, por meio de mãos iníquas matastes. Pedro não hesitou em declarar o povo de Jerusalém responsável pela morte de Jesus, embora também deixasse claro que Jesus foi entregue a eles pelo determinado conselho e presciência de Deus. No decorrer da mensagem Pedro usa a posição exaltada de Cristo para explicar a experiência pentecostal. Agora à destra do Pai, recebeu ele do Pai a promessa do Espírito Santo e derramou o Espírito, com os resultados vistos e ouvidos pela multidão – os 120 falando em outras línguas. O derramamento do Espírito Foi, também, evidência de que Jesus está ali, à destra do Pai, agora mesmo intercedendo por nós. Assim, podemos ser testemunhas de primeira mão quanto ao lugar onde Jesus está e o que ele está fazendo. A pureza do movimento pentecostal é sem dúvida uma bandeira para cumprir a grande comissão de proclamação do evangelho. O movimento pentecostal autêntico ocorre quando os crentes envolvidos se predispõem em obedecer e adorar ao Senhor espírito e verdade, sem tentar exercer algum tipo de controle na ação sobrenatural do Espírito Santo, permitir que esse poder divino corra um rio enchendo e purificando os corações. Se quisermos um pentecostalismo puro, bíblico, precisamos estar atentos para rejeitarmos as incontáveis invenções humanas que muitos tem introduzido no contexto da fé pentecostal. Não confundamos pentecostalismo puro com movimentos que dão uma ênfase rigorosa a usos e costumes, sem aqui querer desmerecer os costumes dessa ou daquela denominação, quero afirmar que a pureza do movimento pentecostal não se constitui apenas de elementos no campo das aparências, pelo contrário, tem muita coisa por ai que não passa de formalidade e hipocrisia. Também é importante saber que em sua essência a fé pentecostal não se fundamenta em experiências místicas, e sim numa experiência de profunda transformação do "ser", experiência esta que proporciona aos homens adentrarem a dimensão da divindade sem ser necessário se alienarem da sua realidade terrena. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-5899575169508337998?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/5899575169508337998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/pureza-do-movimento-pentecostal-licao-9.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5899575169508337998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/5899575169508337998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/pureza-do-movimento-pentecostal-licao-9.html' title='A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL- Lição 9'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-8244510888104748612</id><published>2011-05-18T08:06:00.001-07:00</published><updated>2011-05-19T08:47:41.471-07:00</updated><title type='text'>O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL – Lição 8</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1YR9yEr7ACw/TdU6K-xQU8I/AAAAAAAAAUM/BrIE-XjFDrY/s1600/IMGP6098.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-1YR9yEr7ACw/TdU6K-xQU8I/AAAAAAAAAUM/BrIE-XjFDrY/s400/IMGP6098.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608452871282512834" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1YR9yEr7ACw/TdU6K-xQU8I/AAAAAAAAAUM/BrIE-XjFDrY/s1600/IMGP6098.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1YR9yEr7ACw/TdU6K-xQU8I/AAAAAAAAAUM/BrIE-XjFDrY/s1600/IMGP6098.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Creio que ao escolher este tema, o autor da lição tinha em mente apresentar as principais características do culto vivenciado entre os chamados cristãos pentecostais, com o propósito de distingui-lo de alguns movimentos pseudo-pentecostais, os quais divergem da doutrina bíblica e se baseiam em emoções, sensacionalismo e até mesmo em misticismo. Para algumas pessoas o termo "pentecostal" está relacionado à desequilíbrio e fanatismo religioso, tal pensamento se estabeleceu em decorrência de muitos exageros praticados em diversas igrejas pentecostais. Todavia, aqueles que procuram fazer uma observação honesta, sabendo que em todos os grupos humanos, sejam religiosos, políticos ou de qualquer ideologia, existem aqueles que agem imaturamente e tendem para os extremos, configurando-se como radicais, perceberá que no contexto da fé pentecostal também ocorre o mesmo fenômeno, e assim vai verificar que existe uma fé pentecostal fundamentada nos princípios bíblicos e na teologia cristã ortodoxa. O movimento pentecostal genuíno é aquele que tem sua origem e continuação por meio de uma ação exclusiva do Espírito Santo, pois, é Ele que programa e determina as ações. Entendo que o Espírito Santo não faz distinção de pessoas no que diz respeito ao derramamento do poder espiritual. Todas as pessoas podem preencher os requisitos do Espírito para que possam experimentar um avivamento espiritual acompanhado pela experiência dos dons espirituais. Em primeiro é necessário que verdadeiramente haja em nossos corações o propósito de glorificar a Deus, amando e obedecendo os ensinamentos do Senhor Jesus. Obediência, submissão à verdade, amor altruísta e humildade são pré-requisitos fundamentais para que a Obra do Espírito seja realizada plenamente em nossas vidas. Nessa questão precisamos estar atentos, pois, em alguns lugares temos presenciado muita teatralidade, tem muita gente tentando fabricar "pentencoste" com a intenção de manipular as pessoas. E para fazer isso as vezes nem é necessário que o orador tenha uma grande habilidade como animador de auditório, mas apenas que possua a descarada e perigosa ousadia de simular a sublime ação do Espírito Santo, pois, em algumas comunidades pentecostais grande parte das pessoas acham que devem crer em tudo sem fazer nenhum questionamento, entendendo que tal atitude se constitui em dúvida que se caracterizaria em falta de fé, porém, é um grande erro pensar dessa forma. A fé bíblica tem uma única referência que é a Palavra do Senhor, não podemos nos conformar com qualquer outra coisa que se distancie dessa verdade. O problema é que tem muita gente que não tem interesse em conhecer a verdade de Deus, não buscam nessa verdade os valores espirituais, o fato émque essa gente tem uma visão superficial e imediatista acerca das grandes necessidades da vida e por isso estão apenas em busca da experiência mística e do suprimento de suas necessidades mais imediatas, as quais são estritamente emocionais, afetivas e materiais.  Mesmo no contexto das Assembléias de Deus onde eu entendo existir atualmente a prática de um pentecostalismo coerentemente bíblico, ainda existem muitos pregadores que se utilizam de técnicas vocais e de oratória para causar comoção na platéia. Muitos dirigentes de culto, as vezes até de uma forma inconsciente, agem como se sua competência em condicionar o auditório fosse determinante para gerar o poder espiritual. Em muitas situações que tenho vivenciado tenho saído convicto que toda comoção ocorrida foi resultado das ações humanas. Culto Pentecostal genuíno ainda existe e vai continuar existindo, porém, continuará  existindo encenação, teatro pentecostal, farsa pentecostal, tudo isso em grau muito maior. Para nos livrar de tal engano precisamos servir a ao Senhor com sinceridade e empenho na buscar da verdade.  Esse "pentecoste fabricado", não passa de um instrumento de exploração nas mãos de pessoas sem escrúpulos e também um tipo de "droga religiosa" um ópio, para algumas pessoas que buscam se alienar nessas experiências para fugir da sua triste realidade, passando a viver nesse "me engana que eu gosto". &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span&gt;Não acredito em experiências frenéticas que se caracterizam por manifestações desequilibradas, por meio de atos e gestos insignificantes, gritos estéricos que não expressam o caráter e a sabedoria de Deus. Situações que não proporcionam conhecimento e nem crescimento espiritual. Muita gente após tais experiências fica pior do que antes, digo, com relação a prática dos princípios cristãos e a produção do fruto do Espírito. Uma grande contradição nesse aspecto é quando uma igreja  pelo fato ser pentecostal "se acha"  e os seus líderes agem preconceituosamente contra cristãos de outros credos e ainda pregam um tipo de exclusivismo denominacional, se auto-proclamando como a melhor igreja. Como alguém já disse, esse é um "pentecostalismo sem piedade", é um pentecostalismo presunçoso sem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span&gt;EVIDÊNCIAS GENUÍNAS DO PODER PENTECOSTAL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Com certeza a principal evidência deve ser moral, não miraculosa, e reside no fruto do Espírito, não nos dons do Espírito. É do conhecimento de todos que os coríntios, que tinham sido batizados com Espírito Santo e ricamente dotados dos dons do Espírito, mesmo assim provaram ser cristãos "não espirituais", porque lhes faltava a qualidade moral do amor (I Co 3.1-4). Eles se vangloriavam de uma certa plenitude, o que fez Paulo escrever-lhes com um toque de sarcasmo: "já estais fartos" (cheios, 4.8)! Mas não era a plenitude do Espírito Santo. Se eles estivessem cheios do Espírito, obviamente teriam estado cheios de amor, o fruto do Espírito. O amor é o poderoso elo de união entre o fruto e os dons do Espírito. Isto não ocorre somente porque sem amor os dons são sem valor (I Co 13), mas também porque o amor requer os dons como equipamento necessário para poder servir outros. No único trecho em suas cartas onde o apóstolo Paulo descreve as conseqüências da plenitude do Espírito, elas &lt;/span&gt;são todas qualidades morais. Esta passagem é Efésios 5.18-21: "E vos não embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor, com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo, ao nosso Deus Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo. No texto grego este trecho tem dois verbos na forma imperativa ("não vos embriagueis com vinho", "enchei-vos do Espírito"), dos quais dependem quatro verbos que são particípios presentes (literalmente: "falando", "cantando e fazendo melodias", "agradecendo" e submetendo"). Em outras palavras, a ordem única de ser cheio do Espírito é seguida de quatro conseqüências descritivas da plenitude do Espírito Santo. A ordem de ser cheio é contrastada diretamente com a outra ordem de não se embriagar. A partir daí, algumas pessoas deduziram rapidamente que embriaguez e a plenitude do Espírito podem ser comparadas. Elas dizem que a plenitude do Espírito é um tipo de ebriedade espiritual; o apóstolo está contrapondo dois estados de embriaguez; física, através do vinho; e espiritual, pela plenitude do Espírito. Não é este o caso. É verdade que um bêbado está "sob a influência do álcool" e que, de maneira semelhante, pode-se dizer que um crente cheio do Espírito esteja sob o controle do Espírito. Também é verdade que no dia de Pentecoste, quando o Espírito concedeu aos 120 que falassem publicamente em outra línguas, alguns da multidão comentaram: "Estão embriagados" (At 2.13). Porém os que disseram isto evidentemente eram uma minoria; eles acharam que os discípulos estivessem bêbados porque não conseguiam entender nenhuma das línguas faladas; a maioria reagiu com surpresa, ao ouvir os galileus falarem de maneira inteligível idiomas nativos da Ásia e da África que a multidão podia entender. A interpretação errônea dada ao primeiro culto pentecostal da igreja partiu exatamente de pessoas religiosas, mas que desconheciam o poder de Deus. Tal fato continua acontecendo nos dias atuais, pois, são muitos os opositores do verdadeiro pentecostalismo, os quais as possuem muito conhecimento acadêmico, filosófico e até teológico, todavia, não sabem sobre o poder de Deus. Por lado, existe uma grande quantidade de cristãos sensitivos, que acham que para que um culto seja realmente pentecostal é necessário que aconteçam algumas performances recheadas de emoções, isto é, pessoas chorando, gemendo, gritando, pulando, marchando, outros profetizando (mesmo que seja mentira), outros falando em "mistério".  Esse tipo de atitude tem sido um "prato cheio" para os inimigos da Fé pentecostal. Quando assisto na internet os vídeos chamado "RETETÉEE..", fico tentando entender o que se passa na cabeça dessas pessoas, pois, essas reuniões com danças (que se assemelham as religiões africanas), gritos estridentes, e tantas outras coisas assustadoras e antibíblicas, porém, eu acho que elas estão olhando para a manifestação do Espírito da mesma forma que aqueles homens que pensaram que os discípulos estavam embriagados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-8244510888104748612?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/8244510888104748612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/o-genuino-culto-pentecostal-licao-8.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8244510888104748612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8244510888104748612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/o-genuino-culto-pentecostal-licao-8.html' title='O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL – Lição 8'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1YR9yEr7ACw/TdU6K-xQU8I/AAAAAAAAAUM/BrIE-XjFDrY/s72-c/IMGP6098.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-1336199928719999474</id><published>2011-05-10T08:26:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T18:06:25.104-07:00</updated><title type='text'>OS DONS DE PODER - Lição 7</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-a-edDHL3i8o/TclaP_-gB9I/AAAAAAAAAUE/UVkVq4adBP4/s1600/290508.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 198px; height: 201px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-a-edDHL3i8o/TclaP_-gB9I/AAAAAAAAAUE/UVkVq4adBP4/s400/290508.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605110442157410258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A igreja é uma instituição organizada e dirigida por seres humanos, porém, o que a diferencia das demais instituições e sociedades humanas é a sua origem divina. A igreja cristã foi fundada pelo próprio Jesus e Inaugurada no Dia de Pentecostes. O Senhor Jesus pediu ao aos primeiros discípulos que não se ausentassem de Jerusalém até que ocorresse o evento de Pentecostes, pois, tal experiência seria indispensável para que igreja pudesse realizar a sua missão. O poder espiritual é a marca distintiva da igreja de Cristo. O poder dado a igreja a partir da experiência pentecostal não ficou limitada aos primeiros cristãos, não existe nenhuma fundamentação bíblica para defendermos tal idéia. Os milagres operados pelos primeiros discípulos causaram grande impacto em todos lugares que a igreja alcançou nos primeiros séculos da era cristã. Os dons que aqui são destacados como “dons poder”, se referem aquelas manifestações que proporcionam soluções imediatas para situações aparentemente insolúveis, causando grande espanto e admiração por parte daqueles que presenciam tal acontecimento. Apesar da realidade contemporânea dos milagres, temos presenciado muita dificuldade nesse aspecto, pois, o misticismo e a necessidade das pessoas tem promovido uma busca doentia por experiências sobrenaturais que proporcionem prazer e bem estar pessoal. Por causa disso surgiram muitos mercenários que viram nessa fome do sobrenatural, um “mercado” muito promissor. O dom da cura tem sido o “carro chefe” da industria da fé para criar o seu marketing promocional, com o propósito de atrair os incautos e explorá-los financeiramente. Por que é que nenhuma igreja ou nenhum grande “homem de Deus” faz movimentos milagreiros sem pedir dinheiro?. Em nenhum momento encontramos Jesus, depois de ter realizado algum milagre, pedindo dinheiro as pessoas. Nos dias de hoje é muito raro, se porventura existir, alguém agindo como fez Eliseu diante do General &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:15.5pt;font-family:&amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:#2E3436"&gt;Naamã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt; após ter realizado um grande milagre, ao curar a lepra do general da Assíria. &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:15.5pt;font-family:&amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#2E3436"&gt;Naamã&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;quis recompensar Eliseu pelo milagre que acabara de receber, porém, Eliseu recusou veementemente. Todavia, o auxiliar de Eliseu, Geazi foi atrás do General e fez o resgate de alguns presentes, por isso ele foi severamente punido. Infelizmente, na atualidade, o ministério de Eliseu foi ofuscado pelo ministério de Geazi, a maioria pensa como Geazi, pensam que podem tirar proveito das manifestações poderosas do Espírito. Porém, com relação a isso, eu descanso na Palavra do Senhor, pois, ninguém ficará impune, assim como Geazi que recebeu a devida recompensa. Paulo registrou em Gálatas 6.7 “&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black"&gt;”. No meu entendimento, essas pessoas que simulam milagres são piores do que aqueles que se declaram ateus. Muita gente se declara ateu por causa de uma formação inadequada, uma experiência traumática ou até por falta de conhecimento aprofundado do Evangelho. Mas, esses mercenários, vendedores de milagres, têm conhecimento do evangelho e até mesmo de Deus, porém, decidiram amar mais a si mesmos, e para ter uma vida de regalias, conforme a soberba de seus corações, escolheram brincar com a esperança das pessoas e com o sublime poder do Espírito Santo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:black"&gt;O DOM DA FÉ – Quase todos os que escreveram sobre os dons se referem ao dom da fé como o de “fé especial”. A razão para isto é que o dom da fé difere da fé salvadora e da fé cristã normal, sem a qual “é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). Toda a fé é semelhante em sua natureza, mas o dom de fé especial difere das outras em grau e aplicação. O dom da fé é visto na operação da cura do coxo na porta do templo, registrada em Atos 3. Pedro teve a fé milagrosa para ordenar ao coxo que se levantasse e andasse em nome de Jesus. Donald Gee escreve, com respeito a esta fé. “Ela parecia vir sobre certos servos de Deus em tempos de crise ou oportunidade especial com tal poder que eles são tirados da esfera da fé natural ou comum em Deus e recebem uma certeza divina em suas almas que triunfa sobre tudo.” Jesus talvez estivesse descrevendo essa qualidade de fé quando disse aos seus discípulos: “Tende fé em Deus” (Mc 11.22). O grego de Marcos 11.22 diz literalmente: “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Tenham a fé que Deus tem&lt;/b&gt;”. Jesus sugeriu no versículo seguinte que com esta fé divinamente concedida é possível dizer a um monte: “Ergue-te e lança-te no mar” e isso acontecerá. O monte simbolizava qualquer obstáculo aparentemente impossível para a missão da igreja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:black"&gt;DONS DE CURAR – Embora seja inferido que todos os “espirituais” são &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;charismata&lt;/b&gt; (dons), o termo é na verdade associado somente a estes dons de curas. No grego, ambos os termos, “dons” e “curas”, são plurais. Esse fato pode sugerir que existem muitos dons de cura para diferentes moléstias, ou que cada exercício do poder de cura é um dom separado. A maioria dos evangelistas e pastores que tiveram grandes ministérios de oração pelos doentes afirmaram não possuir dons de cura. Ninguém teve certamente um ministério de cura para todas as pessoas doentes. Jesus curou todos os que se aproximaram dele em certas ocasiões, mas foi limitado em outras pela falta de fé por parte do povo (Mt 13.58). Do que temos certeza é que Deus fez provisão para que a cura física fosse um ministério da sua igreja e que os dons de cura iriam operar juntamente com a fé. A cura e tão comum no ministério de Jesus e no dos apóstolos que uma igreja sem o dom de “curas” pareceria bastante afastada do padrão bíblico. Além dos dons de cura, todos os presbíteros (pastores) devem estar prontos a ungir com óleo todos os doentes que pedirem e orar por eles através da oração de fé. Deus prometeu levantar o enfermo e perdoar seus pecados (Tg 5.14-16). Na grande comissão registrada por Marcos (Mc 16.15-18), Jesus prometeu que sinais seguiriam os ministérios que dessem testemunho do evangelho da salvação. Um dos sinais seria que os doentes iriam restabelecer-se após a imposição de mãos dos crentes. Enquanto durasse a pregação a cada criatura, os sinais seguiriam os que cressem, inclusive o da cura milagrosa dos doentes. A cláusula “aqueles que crêem” sugere que os sinais ou “dons” não deveriam ser exercidos pelos apóstolos apenas, mas por todos os que tivessem fé. No mandamento e promessa de Jesus, a “imposição de mãos” deveria ser a expressão externa da fé e amor por parte dos que orassem e mostraria que Deus usa os crentes fiéis como um canal do seu poder. A unção com óleo, segundo Tiago, cap. 5, também envolvia a imposição de mãos, com o óleo simbolizando a obra do Espírito Santo. Quando Jesus enviou os doze discípulos para ministrar, eles, segundo Marcos, “curavam numerosos enfermos, ungindo-os com óleo” (Mc 6.13). O crente é o veiculo do poder, mas a cura é obra do Espírito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:black"&gt;O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS – A operação de milagres é a tradução do &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;energemata dunameon&lt;/b&gt;, que é literalmente interpretado como “operação de poderes sobrenaturais”. Como acontece com os “dons de curas”, ambos os termos são plurais. Este não é um dom que torna a pessoa um “milagreiro”. Ao que parece, de acordo com a pluralidade das expressões, cada milagre ou manifestação sobrenatural de poder é operado através de alguém com o dom da fé (veja Mt 17.20; 21.20-22). O que é um milagre? “Um evento ou ação que contradiz aparentemente as leis cientificas conhecidas, sendo portanto julgado proveniente de causas sobrenaturais, especialmente de um ato de Deus.” No Novo Testamento, os eventos de origem sobrenatural são chamados “milagres, prodígios, sinais” (At 2.22; 2.43; 6.8; 8.13;Hb 2.4). Os termos gregos traduzidos como “milagres, prodígios e sinais” são &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;dunameis&lt;/b&gt;, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;terata&lt;/b&gt; e &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;semeia. &lt;/b&gt;Eles significam literalmente “eventos do poder divino”, “eventos que produzem admiração” e “eventos que significam algo” (sobre Deus ou suas obras). É interessante notar que o termo “prodígio” jamais é empregado sozinho, mas sempre associado ao termo “sinal”. Deus não manifesta o seu poder só para causar admiração, Ele sempre tem um propósito ou ensina alguma coisa com os seus milagres: “...dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres, e por distribuições do Espírito Santo segundo a sua vontade”. (Hb 2.4). Exemplos de milagres são: a libertação sobrenatural da prisão (At 5.18-20;12.5-10; 16.23-30);a cegueira de Elimas, o mágico (At 13.8-12); o transporte instantâneo de Filipe de Gaza para Azoto (At 8.39,40); a ressurreição de Dorcas (At 9.36-42) e de Êutico (At 20.9-12); e o fato de Paulo ter removido do braço uma víbora venenosa sem ser mordido (At 28.3-5). A cura dos doentes e a expulsão de espíritos demoníacos podem ser classificados como dons de milagres quando o sinal tem grande valor, como por exemplo, no caso de Paulo em Éfeso, em que resultou uma enorme conquista de almas. “E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas e os espíritos malignos se retiravam” (At 19.11,12); e no caso de Pedro em Jerusalém, quando só a sua sombra caindo sobre os enfermos já produzia cura (At 5.12-15).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-1336199928719999474?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/1336199928719999474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/os-dons-de-poder-licao-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1336199928719999474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1336199928719999474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/os-dons-de-poder-licao-7.html' title='OS DONS DE PODER - Lição 7'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-a-edDHL3i8o/TclaP_-gB9I/AAAAAAAAAUE/UVkVq4adBP4/s72-c/290508.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-2688786565114451975</id><published>2011-05-03T21:43:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T06:19:16.743-07:00</updated><title type='text'>DONS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS – Lição 6</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-v0kLJb1z6z8/TcDaDio6bCI/AAAAAAAAAT8/5EVJIPX1Kt8/s1600/images.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 251px; height: 201px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-v0kLJb1z6z8/TcDaDio6bCI/AAAAAAAAAT8/5EVJIPX1Kt8/s400/images.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602717690821766178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A partir de um entendimento superficial e literal do tema proposto, poderíamos afirmar que todos os dons manifestam a sabedoria e o poder de Deus, todavia, o título da lição se propõe discorrer sobre um grupo de dons que estão diretamente relacionados com a ciência de Deus, isto é, a infinita sabedoria do Eterno Deus, a qual é capaz de perscrutar todas as coisas, nada pode ficar em oculto diante Dele. Quando paramos para refletir sobre a excelência da Sabedoria de Deus ficamos totalmente deslumbrados e sem expressões para definirmos a dimensão e profundidade tal ciência. Foi desta forma que o apóstolo Paulo se sentiu quando em dado momento esteve refletindo sobre a infinita sabedoria do Ser Divino,encheu-se de admiração e então fez a seguinte exclamação: “&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="color:#2E3436"&gt;O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;” (Rm 11.33). Diante da infinitude do saber de Deus nos sentimos extremamente limitados e passamos a compreender que ninguém pode questionar os projetos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;de Deus. Quando o ser humano aponta alguma incoerência nas atitudes do Senhor é porque sabedoria finita do homem muitas vezes não consegue alcançar a elevada sabedoria de Deus, isso foi categoricamente afirmado pelo profeta Isaías, quando ele nos diz: “&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;”&lt;/i&gt; (Isaías 55.9). A partir de I Corintios 12 podemos enfatizar que o dom da palavra de sabedoria, o dom da palavra de conhecimento e o dom de discernimento de espíritos são os dons que operam exclusivamente no campo da sabedoria divina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;PALAVRA DA SABEDORIA – Este não é o dom de sabedoria em geral, mas o dom de uma “palavra de sabedoria”.Todavia, em si mesmo, não é necessariamente um dom vocal. “Palavra” (&lt;b&gt;logos&lt;/b&gt;) é definida como “conceito”, “idéia”, “ditado”, “assunto em pauta”, “razão”, “narrativa” ou “doutrina”. Se a idéia de “pronunciamento” estivesse em foco, a palavra grega &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;rhema&lt;/b&gt; teria sido provavelmente usada em vez de &lt;b&gt;logos&lt;/b&gt;. Em conjunto com a profecia, a “palavra de sabedoria” poderia funcionar como dom vocal. É provável que seja este o dom que operou em Estevão em Atos 6.10: “&lt;i&gt;E não podiam sobrepor-se à sabedoria e ao Espírito com que falava&lt;/i&gt;”. Atos 15 registra a primeira reunião da igreja apostólica para resolver uma disputa. A conclusão a que chegaram é expressa como segue: “&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Pois pareceu bem ao Espírito Santo e nós não vos impor maior encargo além destas cousas essenciais&lt;/i&gt;...” (At 15.28). O pensamento do Espírito Santo foi provavelmente transmitido aos apóstolos por uma “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;palavra de sabedoria&lt;/b&gt;”. Embora “sabedoria” tenha muitos significados, usada em contraste com “&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;conhecimento&lt;/b&gt;” talvez signifique um critério de “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;conduta ou ato prático&lt;/b&gt;”. Na vida da igreja local há circunstâncias em que decisões importantes precisam ser tomadas quanto a um curso de ação. A operação de Deus de uma “palavra de sabedoria” pode fornecer a orientação do Espírito (I Co 2.13-16). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;PALAVRA DA CIÊNCIA OU DO CONHECIMENTO – Este dom de uma palavra do conhecimento pode estar contido na declaração de Paulo em I Co 1.15: “...&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda palavra e em todo conhecimento...”&lt;/i&gt; Se a “&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;palavra de sabedoria&lt;/b&gt;” dá percepção à igreja para uma ação prática, a “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;palavra do conhecimento&lt;/b&gt;” deve trazer à luz os princípios da doutrina que formam a base&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;para essa ação. Este dom pode levar a verdade bíblica à atenção da igreja, ou revelar fatos necessários para nova ação. Paulo estava seguro de que o conhecimento espiritual operava na igreja quando disse: “&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros&lt;/i&gt;” (Rm 15.14). João provavelmente exerceu o dom de uma palavra do conhecimento para discernir as condições espirituais das sete igrejas às quais escreveu em Apocalipse 2 e 3. Esses dons da palavra de sabedoria e palavra de conhecimento são para guiar a igreja no sentido do conhecimento e ação, e não para orientação pessoal. Silas era um profeta, mas não há registro de que tivesse dado instruções a Paulo em suas decisões. Quando Paulo não sabia para onde ir em Trôade, Deus deu-lhe a visão de um homem da Macedônia chamando-o para pregar na Grécia; Silas, porém, estava com ele na ocasião. Os dons são dados para exortar, edificar, e consolar a igreja reunida. Os dons de revelação estão em harmonia com a Palavra de Deus, jamais contradizendo seus ensinamentos, pois a Palavra inspirada é chamada de “mais confirmada palavra profética” (2 Pe 1.19). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;DOM DE DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS – “Discernimento de espíritos” vem do grego &lt;b&gt;diakriseis pneumaton&lt;/b&gt;. O termo grego &lt;b&gt;deakreisis&lt;/b&gt; é definido como “discernir”, “discriminar” ou “distinguir”. A forma verbal é usada em Hebreus 5.14: “&lt;i&gt;Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal&lt;/i&gt;”. Paulo emprega várias vezes o verbo em I Corintios; em 6.5 ele emprega para indagar se eles não tinham ninguém “&lt;i&gt;que possa julgar no meio da irmandade&lt;/i&gt;?” (quando a quem tinha razão). Em 11.29 Paulo usa a palavra para repreender os irmãos de Corinto que não haviam discernido o corpo do Senhor (discernindo o significado do pão da comunhão para a saúde e cura do corpo). Evidentemente, o dom de discernir espíritos é a capacidade de discernir a fonte de uma manifestação espiritual, se é o Espírito Santo, um mau espírito, ou simplesmente o espírito humano. Em Corintios 14.29, Paulo diz: “Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem (discernir – &lt;b&gt;diakrino&lt;/b&gt;). “Isto parece insinuar que alguém com o dom de discernimento deveria estar presente ao ser usado o dom de profecia. Ao que tudo indica, o dom de discernimento em Corinto era tão comum quanto o de profecia “...e os outros (plural) julguem (discirnam). “Todos os crentes cheios do Espírito, são até certo ponto, capazes de julgar operações de dons vocais no sentido de serem ou não espiritualmente edificados para o corpo. O exercício de dons não é infalível; se um pronunciamento (profecia ou interpretação de línguas) não for recebido, o orador não deve ficar ofendido ou negar-se a aprender, mas deve orar humildemente pedindo maior sensibilidade ao Espírito e mais sabedoria no uso de seu dom. Por outro lado, os crentes devem atender à advertência de Paulo em I Tessalonicenses 5.19,20: “&lt;i&gt;Não apagueis o Espírito. Não desprezeis profecias&lt;/i&gt;." O ensino bíblico cuidadoso sobre os dons espirituais evitará manifestações imaturas e mal-orientadas, de um lado; e medo, desconfiança e o apagar do Espírito, de outro. Deve ser notado que o dom de “&lt;b&gt;discernimento de espíritos&lt;/b&gt;” não é o de julgar as pessoas, mas sim o espírito por trás da manifestação, se é santo, maligno ou humano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Um conhecimento aprofundado sobre o que a Bíblia ensina no tocante aos dons espirituais é suficiente para capacitar os cristãos para julgar e descartar muitas das falsas manifestações nessa área. Nas igrejas pentecostais não faltam aqueles que buscam destaque na comunidade, destacando-se como pessoa carismática, que fala de forma objetiva com Deus, conhece os mistérios de Deus de uma forma especial, isto é, que está constantemente em contato com o sobrenatural, tendo sempre alguma revelação para pronunciar. Todavia, os admiradores e seguidores dessas pessoas, são aqueles cristãos que não lêem bíblia e geralmente não submissos as lideranças da igreja. A experiência tem nos mostrado que essas tentativas de imitar e manipular os dons que manifestam a sabedoria de Deus, tem sido muito doloroso, tanto para aqueles que assim fazem, como para aqueles que passam a dar crédito a essas mentiras. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(46, 52, 54); "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-2688786565114451975?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/2688786565114451975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/partir-de-um-entendimento-superficial-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/2688786565114451975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/2688786565114451975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/05/partir-de-um-entendimento-superficial-e.html' title='DONS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS – Lição 6'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-v0kLJb1z6z8/TcDaDio6bCI/AAAAAAAAAT8/5EVJIPX1Kt8/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7470407310735116151</id><published>2011-04-30T09:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-30T14:58:57.640-07:00</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DO DONS ESPIRITUAIS – LIÇÃO 5</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IPNER3HNlQU/Tbw8rh2-gKI/AAAAAAAAAT0/E3hnnr0tEr8/s1600/normal_fogo.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-IPNER3HNlQU/Tbw8rh2-gKI/AAAAAAAAAT0/E3hnnr0tEr8/s400/normal_fogo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601418755063054498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;A igreja pode ser comparada a um grande exército celestial que foi levantado por meio da obra da expiação realizada pelo Senhor Jesus Cristo. Paulo ensina em Efésios 6.12 &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#2E3436"&gt;Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:15.5pt;font-family:&amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:#2E3436"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;. Essas palavras expressam com muita objetividade que as batalhas enfrentadas pela igreja de Cristo acontecem em outro plano, em outra dimensão, isto é na esfera espiritual, onde as armas deste mundo não possuem nenhuma eficácia, pois, Paulo também diz:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt; “&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:#2E3436"&gt;Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;” II Co 10.4. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;A partir desses textos podemos inferir que é os dons espirituais são os instrumentos indispensáveis com os quais Deus equipou a igreja para que ela possa enfrentar os seus inimigos invisíveis. Dons não devem ser encarados como propriedades individuais, pois eles são exclusivamente da igreja que o corpo de Cristo aqui nesse mundo. Os dons não podem ser utilizados para a promoção de homens, instituições ou qualquer outra coisa. Os dons são as armas poderosas que Deus entregou a sua igreja para garantir a existência da mesma como agente do Reino de Deus aqui na terra, pois o próprio Jesus já havia profetizado que as “as portas do inferno não hão de  prevalecer contra a minha igreja”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O texto referência para começarmos a tratar desse tema é I Co 12.4-7, no qual Paulo ensina: “&lt;i&gt;Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil&lt;/i&gt;” . O objetivo do apóstolo é enfatizar que, mesmo os dons sendo diversos há um só Doador. Ele afirma esta verdade três vezes, cada vez relacionando os dons a uma outra Pessoa da Trindade (“O mesmo Espírito”, “o mesmo Senhor”, “o mesmo Deus”). Ele também usa três palavra diferentes para os dons. Primeiro (v.4) eles são &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;charismata&lt;/b&gt;, dons da graça de Depois, (v. 5) eles são &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;diakonia&lt;/b&gt;l, maneiras de servir. Em terceiro lugar, (v.6) eles são &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;energemata&lt;/b&gt;, energias, atividades ou poderes, que o mesmo Deus energiza” ou “inspira” (energon) em todos. E há “diversidade” ou “porções” (diareseis) de cada grupo. Juntando estas três palavras talvez possamos definir dons espirituais como “certas capacidades, concedidas pela graça e poder de Deus, que habilitam pessoas para serviços específicos e correspondentes”. Um dom espiritual é, portanto, não a capacidade em si, nem um ministério ou função propriamente dito, mas a capacidade que qualifica uma pessoa para um ministério. Em termos simples, ele pode ser considerado, ou o dom e o trabalho em que é exercido, ou o trabalho e o dom com que é exercido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O interesse de alguns Cristãos parece estar limitado principalmente a três dons, que são “línguas, profecias e curas”. Entretanto, é óbvio que há mais dons do que este trio empolgante. Existe muita ênfase em torno dos “Nove dons do Espírito” conforme a primeira lista, que está registrada no início de I Corintios 12, porém, a maioria dos estudiosos concordam que é um grande equívoco restringir os dons espirituais tão somente a esta relação, pois, no final desse mesmo capítulo temos uma outra lista, apesar da mesma conter também nove dons, somente cinco destes coincidem com a primeira. De forma que mesmo em I Corintios são pelo menos 13 dons. Depois há uma lista de sete dons em Romanos 12 ( dos quais cinco não ocorrem em nenhuma lista de I Co 12) e outra lista, de cinco dons em Éfesios 4 (dos quais 4 são novos), além de outros dois dons citados em I Pedro 4, um dos quais (“Se alguém fala) ainda não recebera menção específica antes. Ao compararmos as listas, nem sempre está claro quais dons são idênticos, mas é verdade que, no conjunto, o Novo Testamento faça referência a vinte ou mais dons diferentes. A grande importância dos dons espirituais se baseia no fato que eles foram estabelecidos com a finalidade de Edificar a igreja. Se a prática dos dons não edificar o corpo, eles não tem valor. “Assim também vós, visto que desejais dons espirituais, procurai progredir, para a edificação da igreja” (I Co 14.12). “Seja feito para edificação” (I Co 12.26b). As palavras “edificar” e “proveito” (ou variações) são usadas dez vezes em I Coríntios com respeito à operação dos dons espirituais. Dons são concedidos com o propósito de proporcionar proveito e edificação espirituais para todo o corpo. Se um dom é exercido sem amor, ou simplesmente como exibição pessoal, um sino de ouro se transforma em um címbalo de bronze que retine.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;OS DONS VERBAIS SÃO GERALMENTE OS MAIS PRATICADOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O Dom línguas é sem dúvida um “dogma “ no meio pentecostal devido ao fato de que a maioria das denominações do ramo interpretam que o mesmo é a porta de entrada para o recebimento dos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;demais dons, tornando-se o dom que confere a “credencial pentecostal”, pois a própria chamada ministerial está atrelada a esse pré-requisito. Ao meu ver essa condição tem promovido uma busca doentia (que proporciona muita simulação) por parte de uma grande maioria daqueles que almejam o ministério nesses meios pentecostais. O dom de profecia, o qual tem sido também entendido de uma forma muito superficial, é amplamente praticado. A facilidade encontrada na exploração desses dons é devido a existência de uma grande tendência para o fenomenalismo e &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a busca mística que proporcione a experiência sensitiva, o que tem sido a tônica em muitas denominações pentecostais. Apesar de crer na contemporaneidade dos dons aqui citados, me preocupo&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;muito com a possibilidade do grande de índice de simulação que existe hoje nesse aspecto, e mais preocupante ainda é a total incapacidade das lideranças em apresentar um outro dom, que no meu entendimento, seria o antídoto para esse veneno, que é “&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;dom de discernimento”&lt;/b&gt;. Parece que alguns dons têm ficado no esquecimento, pois, falamos pouco e quase não os desejamos, penso, que talvez tais dons não se identifiquem ou até sejam conflitantes com os interesses predominantes na classe eclesiástica da atualidade.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Creio que a falta do “dom de discernimento” explica as contradições vividas pela igreja &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;atual. Em nenhuma outra época a igreja evangélica foi tão inclinada a absorção de heresias. Discursos distanciados da fé bíblica estão sendo recepcionados com muita facilidade. Líderes descomprometidos com a ortodoxia se apropriam dessas heresias, com o propósito de atingir suas audaciosas metas pessoais, e lamentavelmente, multidões se deixam levar pelo discurso inflamado, por falsas promessas, por fundamentos distorcidos da verdade e sem nenhum discernimento alimentam e fortalecem as estruturas da ambição dos “popstars” do Evangelho. Também encontramos pregadores, escritores, que para se manterem no topo da evidência estão ensinando heresias, alguns ousadamente tentando fazer fissuras em doutrinas ortodoxas, como a plenitude da humanidade de Cristo, ou ainda pastores que se declaram abertamente a favor da união homossexual. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Mesmo que isso aconteça no plano individual é embaraçoso para a comunidade evangélica, principalmente, quando tais atitudes procedem de pessoas que se colocaram como referencia para a igreja dos nossos dias. Porém, o que caracteriza a ausência do discernimento em grande parte do povo cristão, é o fato de que esses promotores de heresias continuam sendo seguidos por grandes multidões que ostentam o título de cristãos pentecostais, que dizem conhecer e até experimentar os dons do Espírito na sua existência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7470407310735116151?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7470407310735116151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/importancia-do-dons-espirituais-licao-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7470407310735116151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7470407310735116151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/importancia-do-dons-espirituais-licao-5.html' title='A IMPORTÂNCIA DO DONS ESPIRITUAIS – LIÇÃO 5'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-IPNER3HNlQU/Tbw8rh2-gKI/AAAAAAAAAT0/E3hnnr0tEr8/s72-c/normal_fogo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7075605753251458492</id><published>2011-04-22T21:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-22T21:13:22.251-07:00</updated><title type='text'>Free Audio Bible Download | Faith Comes By Hearing</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.faithcomesbyhearing.com/ambassador/free-audio-bible-download"&gt;Free Audio Bible Download | Faith Comes By Hearing&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7075605753251458492?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.faithcomesbyhearing.com/ambassador/free-audio-bible-download' title='Free Audio Bible Download | Faith Comes By Hearing'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7075605753251458492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/free-audio-bible-download-faith-comes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7075605753251458492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7075605753251458492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/free-audio-bible-download-faith-comes.html' title='Free Audio Bible Download | Faith Comes By Hearing'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-4662423766484700694</id><published>2011-04-21T18:55:00.001-07:00</published><updated>2011-04-21T19:00:30.190-07:00</updated><title type='text'>ESPÍRITO SANTO – AGENTE CAPACITADOR DA OBRA DE DEUS- Lição 4</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-q1hGmaD66OA/TbDhMAHu1KI/AAAAAAAAATs/bCOU_miXM28/s1600/pomba.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 294px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-q1hGmaD66OA/TbDhMAHu1KI/AAAAAAAAATs/bCOU_miXM28/s400/pomba.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598221933128635554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;A presença do Espírito Santo se constitui no grande diferencial da obra de Deus quando a comparamos com qualquer outra atividade que o homem possa realizar. Certa vez Jesus fez a seguinte afirmação para os discípulos: "sem mim nada podeis fazer", porém, em outro momento Ele também disse: "Eu vou mais não vos deixarei órfãos, enviarei um consolador e ele vos guiará...". Entendo que as palavras de Jesus aqui mencionadas, encontram um sentido mais profundo no contexto da sublime que foi colocada sob o encargo da igreja de Cristo. Jesus estava ensinando aos seus discípulos que é inútil tentarmos realizarmos a verdadeira obra de Deus de forma autônoma, por meio da nossa própria capacidade. Podemos até construirmos algumas coisas que tenham aparência de grandeza, e produza admiração em muita gente, todavia, tal realização não terá nenhuma importância para o Reino de Deus, e diante de Deus será considerada uma edificação construída com palha, sem nenhuma sustentação, pois, está desprovida da essência. Somente a ação poderosa do Espírito Santo é que pode nos habilitar para fazermos a obra do Senhor de forma que possamos atender os requisitos estabelecidos por Deus. Jesus também disse que os discípulos seriam capazes de fazer coisas mais grandiosas com a vinda do Espírito Santo do que aquelas que já faziam convivendo com a presença física Dele. A vinda do Espírito significou a infusão de um novo poder divino. É a luz deste fato que devemos compreender a declaração que os discípulos de Jesus deveriam realizar maiores obras do que as Dele, "Porque eu vou para o pai" (Jo 14.12). Tais obras maiores, com toda a certeza, localizam-se na esfera espiritual, e não na esfera física.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O ESPÍRITO NOS CONDUZ NA TRILHA DA VERDADE&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Este é realmente um trabalho realizado pelo Espírito Santo que é fundamental para a existência e o testemunho da igreja. A verdade dos homens se baseiam em conceitos relativistas, todavia, a verdade de Deus é absoluta e imutável. É a presença do Espírito agindo em nós que nos capacita à assimilarmos essa verdade e também agirmos de conformidade com a mesma. O Espírito Santo nos guia por toda verdade. Cristo é a verdade, aplicada pelo Espírito Santo à vida dos salvos, visando à sua santificação mediante a Palavra, a Bíblia. O Espírito Santo usa na santificação os mesmos recursos que empregou na regeneração da alma: "Mas nós devemos sempre dar graças a Deus a Deus por vós, irmãos, amados do Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para salvação, mediante a santificação do Espírito e a fé na verdade" (II Ts 2.13). Portanto, a verdade evangélica revelada na Bíblia é o instrumento do Espírito Santo na santificação do Crente; O Espírito Santo não fala de si mesmo, porque Cristo é o objetivo da sua obra. O próprio Jesus disse em Sua oração: "Santifica-os na tua verdade: a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17). Essa verdade esta intimamente ligada à Pessoa de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O ESPÍRITO NOS HABILITA PARA PODERMOS GLORIFICAR A DEUS&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;A bíblia diz que Deus não recebe gloria de homens, porque somente Jesus é o Espírito Santo podem agradar plenamente a Deus por meio dos seus atos de justiça. O profeta Isaías diz que a nossa justiça não passa de trapos de panos inúteis, pois olhando Deus para a terra não encontrou nenhum justo. Por essa condição e corrupção e pecado por parte da humanidade, Deus rejeitou todas as obras humanas, portanto, por mais que o homem tentasse agradar a Deus com os seus atos, jamais seria aceito. Porém, gesto de Jesus, seu sacrifico vicário por todos os homens, agradou ao Senhor e o glorificou. Cristo levantou a igreja para dar continuidade a obra Dele de proclamar a liberdade aos cativos, todavia, para que Deus fosse glorificado por dos atos da igreja seria necessário que esta tivesse a em si mesma a poderosa presença do Espírito Santo. Sendo dessa forma, apreendemos também que tanto a capacidade como os méritos do fazer a obra de Deus, pertencem ao Espírito. Quando nos despojamos do nosso egoísmo, presunção e vaidade, sendo capazes de nos auto-negarmos para priorizarmos os interesses do Reino de Deus, então, prosseguiremos na certeza de que realmente estamos glorificando a Deus. E não apenas usando chavões de púlpito "Glória a Deus", "Aleluia" e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O ESPÍRITO SANTO CAPACITA PARA O SERVIÇO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O  ministério e serviço espiritual são sempre descritos nas Escrituras como sendo efetuados pelo poder do Espírito Santo, não através da capacidade humana. "...Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel: Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zc 4.6). O Espírito Santo revela e esclarece a Palavra de Deus. O principal instrumento de que o obreiro precisa e que ele usa é a Palavra escrita de Deus – a Bíblia. Ela contém a revelação completa de Deus ao homem, indicando os meios de salvação e dando instruções sobre como viver a vida cristã. Um dos ministérios mais importantes do Espírito Santo é revelar as verdades da Palavra de Deus no coração do crente. O Espírito Santo não apenas pode dar entendimento quanto ao significado da Escritura mas também levar o indivíduo a experimentar as verdades contidas em sua páginas, fazendo dela uma palavra viva. O Espírito Santo também ajuda o crente a orar. Em conjunto com o estudo da Palavra de Deus, a oração é a fonte principal da energia do cristão para a vida diária e a luta constante com os inimigos da sua alma. O Espírito Santo está vitalmente ligado a ambas essas fontes da vida e poder do cristão (Rm 8.26,27). O ministério do Espírito na oração é muito precioso. Orar na força e sabedoria da carne pode ser muito difícil e penoso. Não é fácil exercer fé em coisas que você não pode ver. É quase impossível saber como orar por coisas que estão além de sua compreensão humana. Mas tudo isto muda quando o Espírito Santo unge o coração e a mente. A presença de Deus se torna real; o Espírito abre o entendimento; e a fé é simples, desde que Deus é tão real. O Espírito Santo concede poder para pregar a Palavra de Deus. Paulo testemunhou: "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder..." (I Ts 1.5). Pedro reconheceu a presença do Espírito Santo em sua pregação, ao testemunhar diante do Sinédrio judeu em Jerusalém. Ele declarou: "Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo..." (At 5.32). A pregação eficaz do evangelho deve estar sob a unção do Espírito Santo. Nada é mais impossível do que tentar levar os homens a compreenderem o valor das coisas espirituais e sua necessidade delas, se a mensagem não for transmitida no poder do Espírito Santo. Jesus declarou ter sido especialmente ungido para o seu ministério de pregação (Lc 4.18,19). Se isto foi necessário para Ele, certamente o será para todos os servos menores da Cruz. Os sinais que deveriam seguir a pregação do evangelho eram importantes, pois demonstravam a autoridade que os pregadores tinham sob Deus. Mas os sinais não eram a pregação do evangelho e sim uma evidência da autoridade. A mensagem que deviam pregar era o evangelho da salvação através do nome do Senhor Jesus e o chamado ao arrependimento. "De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus (II Co 5.20,21). Esta é a mensagem do pregador, e Deus deu o Espírito Santo para conceder poder à pregação. É o Evangelho de Jesus Cristo, e não o milagre que o acompanha, que é o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16,17). Nós, que vibramos com a mensagem do Pentecostes, jamais devemos deixar de ter em mente este pensamento.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-4662423766484700694?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/4662423766484700694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/espirito-santo-agente-capacitador-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4662423766484700694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4662423766484700694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/espirito-santo-agente-capacitador-da.html' title='ESPÍRITO SANTO – AGENTE CAPACITADOR DA OBRA DE DEUS- Lição 4'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-q1hGmaD66OA/TbDhMAHu1KI/AAAAAAAAATs/bCOU_miXM28/s72-c/pomba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-2419910270352378390</id><published>2011-04-08T08:41:00.001-07:00</published><updated>2011-04-08T21:52:54.300-07:00</updated><title type='text'>NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – Lição 2</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;A pedagogia bíblica se processa por meio de uma linguagem simples e diversificada visando a multiplicação das possibilidades para a compreensão dos seus leitores. Esta metodologia pode ser observada visivelmente no caso do tema proposto nessa lição, pois, os diversos nomes e símbolos atribuídos ao Espírito Santo nos ajudar construímos um conhecimento mais aprofundado sobre a natureza, o poder e função do Espírito Santo como uma das pessoas distintas da Trindade.  A pluralidade de nomes do Espírito Santo não significa que existem diversos Espíritos. Conforme Efésios 4.4, "Há um só Espírito". Estes muitos nomes apenas representam as diversas manifestações da Terceira Pessoa da trindade entre os homens. As expressões "Espírito de Deus" e "Espírito de Cristo" etc, não significam que Espírito Santo seja parte as outras duas Pessoas da Trindade. Ele é um Ser independente, apenas manifesta, através de si mesmo. Essa multiplicidade de nomes do Espírito tem uma estreita relação com os seus diversos ministérios. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;- ESPÍRITO DE DEUS – O Espírito é o executivo da Divindade, operando tanto na esfera física como na moral. Por intermédio do Espírito, Deus criou e preserva o universo. Por meio do Espírito – "O dedo de Deus" (Lc 11.20) – Deus opera na esfera espiritual, convertendo os pecadores, santificando e sustentando os crentes. Nas Escrituras as operações do Espírito são invisíveis, secretas, e internas; segundo, o Espírito Santo nunca fala de si mesmo nem se apresenta a si mesmo. Ele sempre vem em nome de outro. Ele se oculta atrás do Senhor Jesus Cristo e nas profundezas do nosso homem interior. Ele nunca chama a atenção para si próprio, mas sempre para a vontade de Deus e para a obra Salvadora de Cristo. "Não falará de si mesmo" (Jo 16.13). É o Espírito Santo uma personalidade distinta e separada de Deus? Sim; O Espírito procede de Deus, é enviado de Deus, é dom de Deus aos homens. No entanto, o Espírito não é independente de Deus. Ele sempre representa o único Deus operando nas esferas do pensamento, da vontade, da atividade. O fato de o Espírito poder ser um com Deus e ao mesmo tempo ser distinto de Deus é parte do grande mistério da Trindade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;-O ESPÍRITO DE CRISTO- Por que o Espírito é chamado o Espírito de Cristo? Porque Ele é enviado em nome de Cristo (Jo 14.26). O Espírito é o princípio da vida espiritual pelo qual os homens são nascidos no reino de Deus. Essa nova vida é comunicada e mantida por Cristo (Jo. 1.12, 13; 4.10; 7.38), que também batiza com o Espírito Santo (Mt 3.11). O Espírito é chamado "Espírito de Cristo" porque sua missão especial nesta época é a de glorificar a Cristo (Jo 16.14). Sua obra especial Acha-se em conexão com aquele que viveu, morreu, ressuscitou e ascendeu ao céu. Ele torna real nos crentes o que Cristo fez por eles. O Cristo glorificado esta presente na igreja e nos crentes pelo Espírito Santo. Ouve-se sempre que o Espírito veio tomar lugar de Cristo, mas é mais correto dizer que Ele veio tornar real a Cristo e sua obra. O Espírito Santo torna possível e real a onipresença de Cristo no mundo (Mt 18.20) e sua habitação nos crentes. A conexão entre Cristo e o Espírito é tão íntima, que se diz que tanto Cristo como também o Espírito habitam no crente (Gl 2.20; Rm 8.9,10); e o crente "em Cristo" como "no Espírito". Graças ao Espírito Santo, a vida de Cristo torna-se a nossa vida em Cristo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;-ESPÍRITO DA PROMESSA – O Espírito Santo é chamado assim porque sua graça e seu poder são umas das bênçãos principais prometidas na Antigo Testamento. (Ez 36.7; Jl 2.28). A prerrogativa mais elevada de Cristo, ou o Messias, era a de conceder o Espírito, e esta prerrogativa Jesus a reivindicou quando disse: "Eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai" (Lc 24.29; Gl 3.14). &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;-ESPÍRITO DA VERDADE – O propósito da Encarnação foi revelar o Pai; a missão do "Consolador" é revelar o Filho. O Espírito Santo é o interprete de Jesus Cristo. Ele não oferece uma nova e diferente revelação, mas abre as mentes dos homens para verem o mais profundo significado da vida e das palavras de Cristo. Como o Filho não falou de Si mesmo, mas falou o que recebeu do Pai, asssim o Espírito não fala de si mesmo, como se fosse fonte independente de conhecimento, mas declara o que ouviu daquela vida íntima da Divindade. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;-ESPÍRITO DA GRAÇA – O Espírito Santo da graça ao homem para que se arrependa, quando peleja com Ele; concede poder para santificação, perseverança e serviço. Aquele que trata com desdém ao Espírito da graça, afasta o único que pode tocar ou comover o coração, e assim separa a si mesmo da misericórdia de Deus. (Hb 10.29; Zc 12.10).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;-ESPÍRITO DA VIDA- Um credo antigo dizia: "Creio no Espírito Santo, o Senhor, o Senhor, e doador da vida". O Espírito é aquela Pessa da Divindade cujo ofício especial é a criação e preservação da vida natural e espiritual (Rm 8.2; Ap 11.11).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;ESPÍRITO DE ADOÇÃO – Quando a pessoa é salva, não somente lhe é dado o nome de filho de Deus, e adotada na família divina, mas também recebe dentro de sua alma o conhecimento de que participa da natureza divina. "Porque não recebestes o Espírito de escravidão, para outra vez, estardes em temor, mais recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual chamamos: Aba, Pai" (Rm 8.15).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;OS DIVERSOS SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – Os símbolos contribuem para o conhecimento da verdade (IPe 1.21). O Senhor transmitiu este conhecimento, através da sua Palavra em linguagem humana ao utilizar os recursos da nossa compreensão. (Ef 3.18). Quando os discípulos de Jesus tiveram dificuldade para entender as Escrituras, Ele lhes "abriu o entendimento para as compreenderem" (Lc 24.45)&amp;gt; Nada seria facilmente entendido, senão pela linguagem humana. Por isso a Bíblia é cheia de tipos e símbolos para estas verdades espirituais. Jesus usou a simbologia. Ele se declarou a porta, a luz, o caminho, o pão do céu, etc. (Jo 6.35; 8.12; 10-9; 14.6). A própria Bíblia é comparada à espada (Hb 4.12), à lâmpada (Sl 119.105), ao alimento (Jo 23.12), ao leite (I Co 3.2; Hb 5.13; I Pe 1.22), ao mel (Sl 19.10), ao fogo e ao martele (Jr 23.29), à semente (Is 55.10,11; Lc 8.11), ao espelho (2 Co 3.18). A igreja também é comparada ao edifício e lavoura (I Co 3.9), ao rebanho (At 20.28), ao castiçal (Ap 1.13,20), etc. Algumas dessas afirmativas certamente possuem significado simbólico: "O som, como de um vento impetuoso"; "encheu toda a casa onde estava assentados"; "línguas; distribuídas entre eles, como que de fogo"; "Passaram a falar em outras línguas" (At 2.24). Os seguintes símbolos são empregados para descrever as operações do Espírito Santo, sem afetar a Sua unicidade e imutabilidade. De fato, Eles representam as características da natureza do Espírito Santo. São modos especiais para compreendermos as suas operações representadas por coisas do mundo físico. Os quais são: FOGO – (Is 4.4; Mt 3.11; Lc 3.16). O fogo ilustra a limpeza, a purificação a intrepidez ardente, e zelo produzido pela unção do Espírito. O Espírito é comparado ao fogo porque o fogo aquece, ilumina, espalha-se e purifica (Jr 20.9). VENTO- (Ez 37.7-10; Jo 3.8; At 2.2). O vento simboliza a obra regeneradora do Espírito e é indicativo da sua misteriosa operação independente, penetrante, vivificante e purificante. ÁGUA – (Ex 17.6; Ez 36.25-27; 47.1; Jo 3.5; 4.14; 7;38.39). O Espírito é a fonte da água viva, a mais pura, e a melhor, porque Ele é um verdadeiro rio de vida inundando as nossas almas, e limpando a poeira do pecado. O poder do Espírito opera, no reino espiritual o que a água faz na ordem material. A água purifica, refresca, sacia a sede, e torna frutífero o estéril. Ela purifica o que está fujo e restaura a limpeza. È um símbolo adequado da graça divina que não somente purifica a alma mas também lhe acrescenta a beleza divina. Os cristãos tem a "água viva" na proporção em que estiverem em contato com a fonte divina em Cristo. SELO – A impressão dum selo dá a entender uma relação com o dono do selo, e é um sinal seguro de algo que lhe pertence. Os crentes são propriedade de Deus, e sabe-se que o são pelo Espírito que neles habita. O seguinte costume era comum em Éfeso no tempo de Paulo. Um negociante ia ao porto selecionar certa madeira e então a marcava com selo – um sinal de reconhecimento da possessão. Mais tarde mandava seu servo com o selo, e ele trazia a madeira que tivesse a marca correspondente (2 Tm 2.19). A idéia de segurança também está incluída (Ef 1.13; Ap 7.3). O Espírito inspira um sentimento de segurança e certeza no coração do crente (Rm 8.16). Ele é o penhor ou as primícias da nossa herança celestial, uma garantia a glória vindoura. Os crentes tem sido selados, mas devem ter cuidado que não façam alguma coisa que destrua a impressão do selo. (Ef 4.30).  AZEITE – O azeite é, o mais conhecido símbolo do Espírito. Quando se usava o azeite no ritual do Antigo Testamento, falava-se de utilidade, frutificação, beleza, vida e transformação. Geralmente era usado como alimento, para iluminação, lubrificação, cura e alívio da pele. Da mesma maneira, na ordem espiritual, o Espírito fortalece, ilumina, libera, cura e alivia a alma. (Sl 104.15). POMBA – Na simbologia bíblica, esta ave identifica vida, paz, brandura, amabilidade, inocência, brancura, suavidade, doçura, pureza, e paciência, comunicação, expiação , poder e simplicidade. Jesus disse: "Sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas" (Mt 10.16). Ele conhecia a natureza desta ave; por isso comparava-a à simplicidade. Isto fala da mente, sem a malicia no mundo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-2419910270352378390?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/2419910270352378390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/nomes-e-simbolos-do-espirito-santo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/2419910270352378390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/2419910270352378390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/nomes-e-simbolos-do-espirito-santo.html' title='NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – Lição 2'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-8865858392473782274</id><published>2011-04-01T08:33:00.001-07:00</published><updated>2011-04-01T19:44:53.652-07:00</updated><title type='text'>QUEM É O ESPÍRITO SANTO – Lição 1</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A resposta mais imediata que todo cristão tem na "ponta da língua" para essa pergunta, seria que o Espírito Santo é a terceira pessoa da trindade. Porém, existem muitas outras coisas importantes, no contexto da teologia, que podem ser afirmadas sobre o Espírito Santo, e é de fundamental importância para o nosso crescimento espiritual. Um conhecimento correto sobre a pessoa do Espírito Santo é imprescindível para assimilarmos qual seja a perfeita e agradável vontade de Deus para as nossas vidas. Na atual dispensação da graça, O Espírito Santo foi enviado pelo Pai para ser o nosso condutor e consolador diário. Jesus ao entregar suas últimas instruções aos discípulos, procurou confortá-los dizendo-lhes que eles não iriam ficar desamparados nesse mundo, pois, o Espírito Santo seria enviado para os ensinar e guiá-los por toda verdade. Paulo também ensinou que o Espírito Santo se constituiria no principal diferenciador entre àqueles que pertencem a Deus, e os que não são de Deus "&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele." Rm 8.9.  &lt;strong&gt;Paulo &lt;/strong&gt;também ratifica esse ensinamento na carta 2 carta aos coríntios, quando diz que O Espírito Santo é o selo que autentica, valida, confirma a salvação na vida do crente. "O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações" 2 Co 1.22. Assim como a carta não alcançará o seu o destino sem o selo do correio, da mesma o que não chegará a lugar nenhum sem a ajuda do Espírito Santo, e é por isso que o único pecado imperdoável é a blasfêmia contra  Ele. Pois, aquele que rejeita a obra do Espírito Santo ficará impossibilitado de desenvolver qualquer relacionamento com Deus,  porque depois de recebermos a salvação conquistada por Jesus na cruz do Calvário, ficamos aos cuidados do Espírito Santo, que é nossa fonte de vida, na qual estamos plugado, se formos desligados dessa fonte, a vida que há em nós se extingue, foi isso que Paulo ensinou "E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas", Col 2.13; "Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos." Ef. 2.5.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;O MINISTÉRIO DO ESPÍRITO SANTO COMO CONSOLADOR&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;O apóstolo João registrou um nome dado pro Jesus ao Espírito que não é usado em qualquer outro livro do Novo Testamento. Ao que parece, Ele foi o escritor inspirado escolhido para revelar nome "Consolador" à igreja. Embora não seja encontrado em outra parte, ele se tornou, depois de "Espírito Santo", o termo favorito para designar a Terceira pessoa da Divindade. A importância do ministério do Espírito Santo como Consolador poder ser compreendida pelas palavras de Jesus: "Mas vos digo a verdade: Convém-vos que eu vá, porque se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se porém, eu for, eu vo-lo enviarei" (Jo 16.7). Parece que Jesus considerou mais importante que o Espírito Santo estivesse presente com os discípulos  do que se Ele, em sua presença material, ficasse com eles. Jesus estava geograficamente limitado por sua encarnação. Mas o Consolador habitaria em cada crente e terá então um ministério mundial através deles.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;Duas expressões importantes são usadas em João 14.16 com respeito à vinda  do Consolador, as quais não devem ser postas de lado. Primeiro, Jesus falou dele como "outro Consolador". Esta palavra "outro" é a pista para o significado do termo "Consolador". A Palavra usada aqui significa outro do mesmo tipo.O Espírito Santo é outra espécie de Consolador, mas outro do mesmo tipo que Jesus tinha sido. O que quer que Jesus fosse para o peque no grupo de discípulos, o Espírito Santo também seria. De fato, Jesus disse: "Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros (Jo 14.18). Jesus não deixou seus discípulos órfãos. Ele na verdade não os abandonou de modo algum. Partiu como o Cristo sofredor, apenas para voltar no Espírito Santo. Isso não está restrito a uma posição no céu;Ele habita em nossos corações. Jesus habita em nós da mesma forma que o Consolador também habita. Estar cheio do Espírito significa estar cheio de Jesus. Isto não quer dizer que Jesus e o Espírito sejam o mesmo.. mas como Jesus estava cheio do Espírito, do mesmo modo o Espírito em sua presença está cheio de Jesus. Se o Espírito pode habitar no Filho, então o Filho, em estado glorificado, pode habitar no Espírito. Jesus estava no Pai e o Pai estava em Jesus, de modo que os que viam o Filho viam o Pai. Estamos em Cristo e Ele em nós. Lemos: "De fato o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à destra de Deus. E, eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com o Senhor, e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam" (Mc 16.19,20). O Senhor se achava no céu; mas Ele estava também na terra no poder do Espírito, operando os mesmos sinais e milagres. Isto só é possível porque cada membro da Trindade é onipresente, e cada um está presente nos outros. Segundo, Jesus disse sobre o Consolador: "... a fim de que esteja sempre convosco" (Jo 14. 16). O Consolador prometido foi dado num sentido permanente. Ele habita no crente para sempre. Enquanto houver uma igreja, haverá um Consolador. Podemos esperar que a permanência do Espírito na igreja resultará nas mesmas obras de poder e benção em todas as eras. È através do Espírito que Jesus que Jesus é para nós "ontem e hoje é o mesmo, e o será sempre" (Hb 13.8).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;A palavra traduzida "Consolador" é o termo grego parakletos. A idéia moderna de "consolador" não é a mais adequada para descrever o ministério do Espírito Santo. Pensamos em consolador como alguém que conforta nos momentos de tristeza. O Espírito não só consola em nossa dor, mas também dá força e vitória sobre as nossas tristezas. È verdade que os discípulos se entristeceram com a partida anunciada pelo Senhor, mas o outro Paracleto iria remover esse sentimento, tomando o lugar de Jesus. Algumas versões empregam a palavra "advogado", pois parakletos significa obviamente "advogado" quando aplicado a Jesus em I João 2.1b "se, todavia, alguém pecar, temos Advogado (paracleto) junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo..." Entendemos que advogado é aquele que representa outro ou pleiteia a causa a causa de outro. Esta é uma das funções do Espírito que fica clara em Romanos 8.26: "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar com convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis. "O Filho e o Espírito são ambos advogados de nossa causa e nossos intercessores. O Espírito intercede dentro de nós, enquanto o Filho intercede no trono da graça. Bem semelhantemente ao significado acima é o de "ajudador", Em Rm 8.26 "O Consolador não faz por nós aquilo que nós mesmos podemos fazer, mas Ele nos ajuda em tudo que tentamos fazer para Deus. Deus escolheu trabalhar através de instrumentos humanos, mas só quando tais instrumentos se entregam ao Espírito Santo. Existe ainda outro significado da palavra parakletos. A forma verbal que dá origem a parakletos significa "pedir" ou "exortar". Ela é usada em Romanos 12.1: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo." O Espírito não só consola, encoraja, intercede e ajuda; mas Ele também suplica, exorta e roga. Ele é um precursor. Sem a persuasão do Espírito Santo, nenhuma pregação teria sucesso, nem a sã doutrina permaneceria muito tempo incorruptível. Nenhuma consideração da obra do Espírito seria completa sem levar em conta sua operação de súplica, convicção e persuasão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;ELE É O REVELADOR DE JESUS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 52, 54); font-family: Helvetica; "&gt;"Esse dará testemunho de mim" (Jo 15.36); "Ele me glorificará" (Jo 16.14). essas promessas de Cristo foram certamente cumpridas na primeira igreja, e sempre que o ministério do Espírito Santo é honrado. Toda vez que o Espírito Santo está se movendo poderosamente, é certo que Jesus é poderosamente glorificado. Através da operação do Espírito Santo há uma revelação tripla de Jesus Cristo. Cristo é revelado ao crente pelo Espírito Santo "Ele me glorificará porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há  de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar" (Jo 16.14,15). Ninguém conhece Jesus como o Espírito Santo. Ele estava com Cristo através da eternidade e em todo o seu ministério terreno, até o seu sacrifício na cruz. Como o servo da antiguidade contou a Rebeca sobre o noivo desconhecido, Isaque (Gn 24.33-36), o Espírito Santo revela também as glórias do noivo celestial do cristão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-8865858392473782274?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/8865858392473782274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/quem-e-o-espirito-santo-licao-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8865858392473782274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8865858392473782274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/04/quem-e-o-espirito-santo-licao-1.html' title='QUEM É O ESPÍRITO SANTO – Lição 1'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-1878167283006778469</id><published>2011-03-24T08:32:00.001-07:00</published><updated>2011-03-24T08:32:39.818-07:00</updated><title type='text'>PAULO TESTIFICA DE CRISTO EM ROMA – Lição -13</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Em Atos 19.21,22 e 20.1-3 pode-se ver que Paulo deixou Éfeso e viajou para Corinto. Ele enviou irmãos de confiança adiante dele, a fim de persuadir as igrejas da Macedônia e de Acaia para coletarem uma oferta "para os pobres dentre os santos" de Jerusalém (Rm 15.26). Ele planejara ir a Jerusalém com a oferta, e depois, a Roma (At 19.21). Sentia que seu ministério no Oriente estava por terminar, e pensou em ir à Espanha (Rm 15.24). Passando através das áreas mencionadas, ele coletou as ofertas e estava se deslocando em Corinto por três meses antes de partir para Jerusalém. Talvez a delonga tivesse por fim solidificar sua permanência na igreja coríntia, em sucessão à época de conflito refletida na correspondência dirigida aos coríntios. Em Romanos, Paulo demonstra o seu grande desejo de visitar Roma e conseguir algum fruto de seu ministério entre os gentios, naquela cidade, como o teve em outros países gentios (1.13). Mas a visita a Roma seria apenas uma familiarização, porque ele queria prosseguir para a Espanha, a fim de ministrar lá. Portanto, Paulo escreveu que planejara ir a Jerusalém, com a "oferta de paz", e depois a Espanha, via Roma. Ele também achava que a igreja em Roma, em virtude do seu tamanho e fé, podia ajudá-lo na sua ida à Espanha (Rm 15.24). Ele queria que os irmãos participassem de seu ministério apostólico no Ocidente,em grande parte, como Antioquia havia sido para o ministério do Oriente. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;A IGREJA DE ROMA&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;A capital do Império Romano justificava sua prerrogativa de ser a cidade principal, maior que Atenas, Alexandria e Antioquia. Embora situada na ocidental do mundo romano, ela mantinha ligações íntimas com as áreas mais remotas de seu domínio. Roma era a figura dominante em todas as questões imperiais: políticas, sociais, militares, comerciais e religiosas. Embora os primórdios da cidade estejam obscurecidos em mito e mistério, o calendário romano data de 753 a. C. A cidade estava situada a dezenove quilômetros da costa, o que a protegia de ataque marítimo. Seus muros rodeavam sete montes, entre dois dos quais (o Capitolino e Palatino) estava localizado o Forum, a sede administrativa do Império, Roma era a capital de um território que incluía todas as regiões fronteiriças do mediterrâneo, os países antigos do Oriente próximo e do Oriente Médio, a Bretanha e as partes do Nordeste da África. Roma foi construída através de conquistas e sustentada pelo gênio de sua força militar, competência administrativa e rapidez de comunicações. Para esta rapidez, muitas estradas excelentes foram construídas até as partes mais remotas do império, todas levando até Roma. Por causa de suas conquistas e empreendimentos comerciais, Roma era uma cidade de imensa riqueza. Pessoas de todas as partes do Império vinham a Roma para participar da vida extravagante na capital. Durante o primeiro século da era cristã, acima de 1.500.000 pessoas habitavam em Roma, das quais 800.000 eram escravos. A riqueza e a cultura romanas exigiam uma multidão de escravos domésticos. As pessoas que vinham à Roma, fossem livres ou escravas, traziam com elas sua base cultural e religião próprios. Grande parte dessa cultura e religião foi assimilada na cultura romana, mas grande parte também permaneceu separada e distinta. Embora o latim fosse a língua oficial, a língua comumente falada em Roma e no Império era o grego, a língua universal do comércio e das nações, a língua franca da época. Só pelo terceiro e quarto séculos é que o latim substituiu o grego como a língua comum do Império. Roma Administrava suas possessões, na maior parte, com igualdade e justiça. Seus exércitos mantinham as estradas relativamente livres de salteadores e rapidamente suprimiam qualquer rebelião incipiente. O primeiro século da era cristã foi a época da Pax Romana. Foi devido ao governo romano que o cristianismo foi capaz de se propagar livremente através do Império, nas primeiras décadas importantes da existência da igreja. Roma era o centro desse império, e Paulo escreveu à igreja o mais profundo de importância teológica e ética que se encontra em toda literatura, a Carta aos Romanos. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;PAULO EM ROMA&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Os capítulos finais de Atos contêm alguns dos mais comoventes escritos de toda Bíblia. O fato marcante é que, desde o momento em que Paulo é agarrado pela multidão revoltosa em Atos 21.30, ele nunca mais consegue viver em liberdade. Ele passa o restante do livro como um prisioneiro, aparentemente abandonado diante dos caprichos da justiça romana. Mas o modo como Lucas narra a história dá uma impressão totalmente distinta. Paulo não está subjugado e desamparado. O plano de Deus está se desenvolvendo. Paulo tem muitas oportunidades para testemunhar a uma enorme multidão em Jerusalém, ao Sinédrio judaico, a dois governadores romanos, ao Rei Herodes e sua esposa, a uma tripulação de passageiros de aproximadamente 300 pessoas num navio, ao governador de Malta e, através dele, a muitos outros habitantes da ilha, aos líderes de uma grande comunidade judaica em Roma, e, finalmente, a todos os que o procuram e ouvem na capital imperial. Paulo pode ter sido um prisioneiro, mas, como ele mais adiante expressa a Timóteo, "a palavra de Deus não está algemada" (2 Timóteo 2.9). &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Em Roma Paulo foi entregue ao comandante da guarda pretoriana de Nero. Mas foi-lhe permitido morar  à parte, acorrentado pelo pulso a um soldado que o guardava. Foi-lhe permitido alugar um apartamento, nele residindo nos dois anos que passou em Roma. Lucas e Aristarco também ficaram em Roma para ajudá-lo durante esse período (Col 4.10, 14;Fil 24). Felizmente o apartemento era grande bastante para considerável número de pessoas reunir-se, como se vê (At 28.23-25). Depois de três dias Paulo convocou os líderes judeus em Roma para virem ao seu apartamento. Inscrições romanas antigas mostram que havia várias sinagogas judaicas em Roma por esse tempo. Paulo contou-lhes então como veio a estar em Roma como prisioneiro. Enfatizou ele sua inocência e explicou por que apelou para Cesar, sendo cuidadoso em não mencionar nenhuma censura à nação judaica como um todo. O propósito de Paulo, entretanto, era fazer mais do que explicar por que estava ali. Ele queria testificar do fato de que era pela esperança de Israel que estava preso por uma cadeia. Os líderes judeus responderam que haviam recebido carta alguma da Judéia, nem tinha alguém trazido alguma notícia do julgamento de Paulo ou mesmo falado qualquer coisa má a seu respeito. A seguir expressaram o desejo de ouvir Paulo falar-lhes acerca de suas idéias. Entretanto, lês não se mostraram corteses para com os cristãos, pois chamaram o Cristianismo de seita que, em toda parte, era impugnada. A epístola de Paulo aos Romanos mostra que a igreja de Roma já estava estabelecida pelo A. D. 57, provavelmente, bem antes disso. Evidentemente estes líderes judeus tinham ouvido as críticas mas não se haviam dado ao trabalho de investigar. Os judeus, entre si, combinaram uma data e compareceram em elevado número a casa de Paulo. A estes deu ele explicação acerca do que tinha em mente, apresentando solene testemunho acerca do reino de Deus. Como sempre fazia nas sinagogas, usou os livros de Moisés e dos profetas para ensinar o evangelho e procurar persuadi-los de que Jesus é verdadeiramente o Messias. Continuou ele com esse ensino e essa pregação desde a manhã até a noite. Alguns se deixaram persuadir. Isto é, creram e aceitaram a mensagem e a exortação de Paulo. Outros não creram. Por estarem em desacordo, retiraram-se, mas não antes de Paulo dizer-lhes uma palavra final. Ele citou-lhes que o Espírito Santo, em Isaías 6.9, 10, disse aos seus ancestrais. Então acrescentou ele que a salvação de Deus estava, também, sendo enviada aos gentios. Essa não foi a última oportunidade de Paulo. Por dois anos inteiros teve condições de pregar e ensinar corajosa e livremente, recebendo todos os que vinham a sua casa. Era essa uma resposta a seus pedidos de oração enviados às igrejas por ele fundadas (Ef 6.19,20; Col 4.3,4). Até mesmo alguns da casa de Cesar se converteram (Fil 4.22). Isso, provavelmente aconteceu através do testemunho dado pelos soldados à guarda pretoriana ("palácio")(Fil 1.13).  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-1878167283006778469?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/1878167283006778469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/paulo-testifica-de-cristo-em-roma-licao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1878167283006778469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/1878167283006778469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/paulo-testifica-de-cristo-em-roma-licao.html' title='PAULO TESTIFICA DE CRISTO EM ROMA – Lição -13'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-4326308769016718041</id><published>2011-03-19T15:51:00.001-07:00</published><updated>2011-03-19T16:27:04.526-07:00</updated><title type='text'>A TRAJEDIA NO JAPÃO E A POSTURA CRISTÃ</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-73gZRdHGtJQ/TYU5FPl0v7I/AAAAAAAAATk/BOoXWjwEh7Y/s1600/japao-tsunami-terremoto-2011-foto-4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-73gZRdHGtJQ/TYU5FPl0v7I/AAAAAAAAATk/BOoXWjwEh7Y/s400/japao-tsunami-terremoto-2011-foto-4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585933675070275506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O mundo inteiro foi surpreendido no dia  11 de março com a notícia de que o Japão havia sido abalado e sacudido por um grande terremoto e um tsunami devastador subseqüente. A perda de vidas e a destruição de propriedades provavelmente será calculado por dias e até semanas para vir. Tragédia que viveu no Japão não é novidade. Os últimos anos têm visto os desastres naturais em todo o globo. Foi Jesus quem assinalou que a chuva não discrimina, que recai sobre todos. Tive o desprazer de ouvir alguns comentários e até pregações, enfatizando que a tragédia ocorrida no Japão seria uma ação divina para penalizar a nação japonesa em decorrência dos seus pecados contra Deus e a natureza, por isso achei importante postar aqui o que entendo que seja uma posição equilibrada, com relação a esses acontecimentos. A maioria de nós está muito distante da realidade que o povo do Japão enfrenta agora. Nos próximos meses - talvez anos - seus corações, mentes e os horários serão preenchidos com tristeza, luto, limpeza de reconstrução, e readaptação. Então, como cristãos, qual deveria ser o nosso olhar bíblico para  para aqueles inundados numa tragédia como essa? Devemos simplesmente sentir pena? Ser  gratos por não morarmos no Japão? Sair proclamando que isso foi a "mão de Deus", porque o Japão tem desrespeitado a natreza e a Deus. Creio que nenhuma dessas atitudes são convenientes nem compatíveis com a mensagem bíblica. Um lugar para começar é cultivar a empatia por aqueles estão sofrendo. Em um mundo saturado pela mídia e notícias que tende a acentuar o mau, é fácil esquecer que as caras na tela são reais, de carne e osso, seres humanos. O povo do Japão não é protagonista de mais um filme sobre uma catastrofe. Eles são indivíduos que compartilham as mesmas esperanças e aspirações que nós. Eles são reais e suas vidas foram despedaçadas. Precisamos parar e imaginar como nos sentiríamos se estivéssemos no lugar deles, sobrecarregados com uma devastação como essa. Outra forma de responder é orar por todos aqueles que estão lá sofrendo com as perdas e lutando para sobreviver. Realmente orar por eles. Sinceramente orar por eles. Isto, se formos coerentes, é tarefa fundamental. Outra maneira é contribuir com ajuda financeira e humanitária, quando as mesmas forem solicitadas e se  tiverem ao nosso alcance.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Uma resposta mais introspectiva é perceber que a vida é incerta. A tragédia que observamos hoje bem poderia ser a dificuldade que eu você teremos que lidar amanhã. "Você não sabe mesmo o que o amanhã trará - o que será sua vida!" a Bíblia diz no livro de Tiago, que a qualquer momento os ventos podem soprar ao contrário, trazendo muitas mudanças no ambiente. Uma vez que, como diz a Bíblia, não sabemos o que a vida será daqui a 5 minutos, muito menos daqui a cinco anos, devemos viver cada dia focado no que é verdadeiramente importante. Como tal, devemos dar a nossa atenção para as prioridades de valor inestimáveis. Algo que não tem preço, que não há dinheiro que possa substituí-lo.  Algo que se você perdesse mudaria toda a sua vida. Um item de valor inestimável é algo que nada pode substituir. A nossa fé em Deus e as nossas famílias são as prioridades de valor inestimáveis. Como prioridades de valor inestimáveis, nossa fé e nossas famílias merecem o máximo de tempo que pudermos dedicar a elas. Também devemos aproveitar todas as oportunidades, a cada dia, para expressar o nosso amor  a Deus e ao nosso próximo. Num contínuo propósito de amar e praticar o perdão.  Jamais abrigar maus sentimentos para com alguém, especialmente para com aqueles que estão sofrendo. Atente para o que disse o Salmista: "Ensina-nos a contar os dias com cuidado para que possamos desenvolver a sabedoria em nossos corações." Antes de emitirmos julgamentos precipitados, devemos nos colocar no lugar daqueles que sofrem e compartilhar dar dor deles. Sofrer com os que sofrem é uma atitude sabia e cristã, julgar precipitadamente é imprudência, e porque não dizer também que é  uma atitude demoniaca. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-4326308769016718041?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/4326308769016718041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/trajedia-no-japao-e-postura-crista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4326308769016718041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4326308769016718041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/trajedia-no-japao-e-postura-crista.html' title='A TRAJEDIA NO JAPÃO E A POSTURA CRISTÃ'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-73gZRdHGtJQ/TYU5FPl0v7I/AAAAAAAAATk/BOoXWjwEh7Y/s72-c/japao-tsunami-terremoto-2011-foto-4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-816608931741067944</id><published>2011-03-17T08:06:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T19:25:48.406-07:00</updated><title type='text'>AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO – Lição 12</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-5ILUkGC-GYg/TYIkbgprpFI/AAAAAAAAATc/m6VD72ngH1k/s1600/Segunda%2Bviagem.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-5ILUkGC-GYg/TYIkbgprpFI/AAAAAAAAATc/m6VD72ngH1k/s400/Segunda%2Bviagem.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585066542932665426" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-5ILUkGC-GYg/TYIkbgprpFI/AAAAAAAAATc/m6VD72ngH1k/s1600/Segunda%2Bviagem.jpg"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-5ILUkGC-GYg/TYIkbgprpFI/AAAAAAAAATc/m6VD72ngH1k/s1600/Segunda%2Bviagem.jpg"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;A pressão começa irromper com a expansão em Samaria, no cap. 8. Também marcado por uma atividade e expressiva no Espírito Santo. A conversão de Saulo soma-se a isto, e então o longo episódio, em que a visão de Pedro e a experiência com Cornélio são relatadas duas vezes, acelera o expressivo desenvolvimento da obra. Como pode a igreja resistir à atividade do Espírito, que está evidentemente derrubando as velhas barreiras entre judeus e gentios? A igreja multirracial de Antioquia passa a existir, porém não com o apoio franco da igreja de Jerusalém (11.20,21). No cap. 12 parece que voltam os obstáculos. "Entretanto a palavra do Senhor crescia e se multiplicava" (12.24). Até quando pode a pressão continuar antes que a fervura esparrame?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Uma vez mais o Espírito dá um pass e impulsiona a igreja a seguir adiante. Pode nos parecer natural que pessoas cheguem a tornar-se cristãs sem também ser judias, mas isto não é aceitável de modo absoluto para os primeiros crentes. Como Paulo e Barnabé em sua primeira empresa missionária, eles descobrem por experiência que, quando os judeus rejeitam o evangelho, "os gentios...regojizavam-se e glorificaram a palavra do Senhor, e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna" (13.48). O Espírito Santo parece requerer apenas que eles creiam no Senhor Jesus. Não exige deles que também se tornem judeus. No final de seu roteiro missionário. Paulo Barnabé alegremente concluem que Deus simplesmente "abrira os gentios a porta da fé" (14.27). Alguns, entretanto, admitem que a ação do Espírito Santo precisa de cuidadosa interpretação. Alguns deles chegam a Antioquia insistindo em que "se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos" (15.1). Assim, o episódio relatado por Lucas em Atos 15é ma conseqüência vital da missão recém-completada. Paulo e Barnabé são nomeados, juntamente com outros, para subirem a Jerusalém a fim de resolverem a questão com "os apóstolos e os presbíteros" (Atos 15.4): devem os gentios também tornar-se judeus para que sejam salvos?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;É provável que por esse tempo Paulo escreve sua carta aos gálatas como uma circular enviada às igrejas que ele havia fundado em sua viagem missionária. A carta é uma defesa apaixonada do ponto de vista que também prevaleceu em Jerusalém – que nossa "justificação", ou aceitação, diante de Deus não depende de nossa obediência à lei, mas somente a Cristo, a quem estamos unidos pela fé. Com essa questão vital resolvida, a fundação é lançada para que o evangelho avance sem obstáculo "até aos confins da terra".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Esta viagem começa como um projeto para revisitar as igrejas fundadas na primeira viagem (15.36), porém novamente o Espírito Santo se antecipa, e em seguida os orienta. Em pouco tempo e seus companheiros decidem que devem levar o evangelho até à Grécia (16.10), e acabem ministrando sucessivamente em Filipos, Tessalônica, Beréia, Atenas e Corinto. Paulo permanece mais de dezoito meses em Corinto antes de finalmente retornar ao seu "lar", a igreja em Antioquia. Foi durante essa viagem que o ocorreu o incidente que ocasionou a separação entre Paulo e Barnabé. Esse incidente ajuda-nos a entender o segundo, que Lucas registra em Atos 15.36-40. Barnabé desejava que o jovem Marcos os acompanhasse na segunda viagem missionária; Paulo opôs-se à idéia. E a narrativa diz que  "houve entre eles tal desavença que vieram a separar-se" (v.39). Não sabemos se Paulo e Barnabé voltaram a encontrar-se. Eles "concordaram em discordar" e empreenderam viagens, cada um para seu lado. Sem dúvida o evangelho foi desse modo promovido mais do que se tivessem permanecido juntos. Então "Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu...E passou pela Síria e Cilícia, confirmando as igrejas" (Atos 15.40,41). Depois de nova visita a Derbe, o último ponto visitado na primeira viagem, Paulo e seu grupo prosseguirem até Listra para ver seus convertidos nesta cidade. Aqui Paulo encontrou um jovem chamado Timóteo (At 16.1), e viu nele um substituto potencial para Marcos. O que aconteceu aqui redimiu Paulo de qualquer acusação de não se mostrar disposto a depositar confiança em homens mais jovens do que ele. Em 1 Tm 1.2 dirigiu-se ao jovem Timóteo "verdadeiro filho", e na segundo epístola fala dele como "amado filho".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Quando o grupo de evangelista (dirigido de algum modo não especificado pelo Espírito Santo – Atos 16.6-8) chegou a Trôade e se pôs a comtemplar o outro lado da estreita península, deve ter ponderado sobre a perspectiva de avançar sua campanha ao continente europeu. A decisão foi tomada quando "à noite, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos" (At 19.6). A resposta de Paulo foi imediata. O grupo navegou para a Europa. Muitos escritores têm sugerido que esse "varão macedônio" pode ter sido o médico Lucas. De qualquer maneira, parece que neste ponto ele entrou no drama de viagem, porque agora ele começa a referir-se aos missionários como "nós". A viagem continuou ao longo da grande estrada romana que corre para o Ocidente através das principais cidades da Macedônia – desde Filipos até Tessalônica, e de Tessalônica a Beréia. Durante 3 semanas, Paulo falou na sinagoga de Tessalônica; depois foi para Atenas, centro da erudição grega, e cidade onde dominava a idolatria (At 17.6). Incansável, ele partiu para Corinto). Sua primeira e grande missão no mundo gentio estendeu-se por quase 3 anos. Depois ele voltou a Antioquia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt; TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Inclinamo-nos a pensar que Paulo tinha concebido a idéia de fazer de Éfeso o centro do ministério, à semelhança de Corinto (18.21). Ele faz isto agora, despendendo ali mais de dois anos. Éfeso era, como Antioquia, uma das maiores cidade do império e o foco da vida de uma grande área adjacente. Mas de novo o Espírito se interpõe e muda a mente de Paulo sobre tal estratégia: Roma! O itinerário um tortuoso pelo qual Paulo se decide (19.21) é provavelmente em consequência da coleta que levantou em favor da igreja em Jerusalém(por exemplo, Romanos 15.25-27): ele deseja levá-la pessoalmente até lá. Paulo está visivelmente preocupado com a visita a Jerusalém. Ele pede aos romanos que orem "para que eu me veja livre dos rebeldes que vivem na Judéia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem aceito pelos santos" (Rm 15.31). Lucas destaca este pressentimento ao relatar as mensagens proféticas que falam a respeito de sua prisão (20.22,23; 21.10-14). E por certo, logo ao chegar em Jerusalém, Paulo se vê em dificuldades com os judeus e cristãos-judeus que desaprovam profundamente seu evangelho desvinculado da lei mosaica. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-816608931741067944?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/816608931741067944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/as-viagens-missionarias-de-paulo-licao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/816608931741067944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/816608931741067944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/as-viagens-missionarias-de-paulo-licao.html' title='AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO – Lição 12'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5ILUkGC-GYg/TYIkbgprpFI/AAAAAAAAATc/m6VD72ngH1k/s72-c/Segunda%2Bviagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7017106781695743338</id><published>2011-03-11T05:52:00.001-08:00</published><updated>2011-03-11T06:00:37.327-08:00</updated><title type='text'>O PRIMEIRO CONCÍLIO DA IGREJA DE CRISTO – Lição 11</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-kG09wUyv1Nw/TXoqwIMFAiI/AAAAAAAAATU/fdQ74X8YGHE/s1600/logo-fraternidade-cristao-judaica.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 252px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kG09wUyv1Nw/TXoqwIMFAiI/AAAAAAAAATU/fdQ74X8YGHE/s400/logo-fraternidade-cristao-judaica.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582821694399382050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Os chamados Judaizantes, um grupo de cristãos que defendiam a prática dos rituais da religião judaica, incluindo a circuncisão, foram os principais motivadores para a realização do primeiro concílio da igreja em Jerusalém. Estas pessoas mesmo aceitando que o poder de Deus havia caído sobre os gentios, insistiam que estes deveriam ser circuncidados e submetidos sob o Antigo Pacto da Lei de Moisés; de outra forma não poderiam ser herdeiros das promessas futuras. Com isso também insinuavam que os gentios poderiam perder o que já haviam recebido, caso não aceitassem a circuncisão e não seguissem os regulamentos dos judaísmo. Este posicionamento dos judaizantes provocou severas e insolúveis contendas entre os irmãos, ao ponto de escolherem a Paulo e Barnabé juntamente com um grupo de irmãos a fim de irem a Jerusalém para se reunirem com os apóstolos, com o propósito de dirimir aquela polêmica que estava causando um grande desconforto na vida igreja. É provável que os mestres judaizantes já tivessem tentado espalhar seu ensino nas outras igrejas que Paulo havia estabelecido no sul da Galácia. Tendo de ir a Jerusalém, Paulo não podia ir a essas igrejas pô-las em ordem. Assim, parece evidente que, por esse tempo (A. D. 48, 49) o Espírito dirigiu e inspirou Paulo a escrever a epístola aos Gálatas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;A CONTROVÉRSIA EM DISCUSSÃO (At 15.6-12)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;em&gt;Congregaram-se pois os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto. E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem. E Deus,  que conhece os corações, testemunhou a favor deles, dando-lhes o Espírito Santo, assim como a nós; e não fez distinção alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que somos salvos pela graça do Senhor Jesus, do mesmo modo que eles também. Então toda a multidão se calou e escutava a Barnabé e a Paulo, que contavam quantos sinais e prodígios Deus havia feito por meio deles entre os gentios.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Os apóstolos e os anciãos então se reuniram para considerar o assunto. Entretanto não era uma reunião secreta. O versículo 12 indica que uma multidão estava presente. A princípio houve muita discussão, não no sentido de contenda, mas o que havia era uma grande disposição para questionar e discutir com intenção de investigar o problema. Sabiamente, os líderes deixaram que as pessoas apresentassem os vários pontos de vista. Por fim, após um longo período de debate, Pedro levantou-se e lhes lembrou que, por escolha de Deus, ele levara o evangelho aos gentios (em Cesaréia) e eles creram. Então, Deus, que viu a fé em seus corações, testificou o fato de que eram crentes dando-lhes o Espírito Santo, como já fizera com todos os judeus crentes. Na sua prédica Pedro deixa claro que não era a circuncisão, nem a observância da Lei de Moisés, e sim um coração purificado pela fé , isso era tudo que era necessário para obter de Deus testemunho em favor dessa fé pelo derramamento do seu Espírito. As palavras de Pedro acalmaram a multidão a multidão, e ouviram eles em silêncio enquanto Barnabé e Paulo relatavam quantos sinais e maravilhas Deus operara  por meio deles entre os gentios. Com isso eles davam a entender que os milagres mostravam o interesse de Deus no sentido de ganhar estes gentios para Cristo e estabelecê-los na fé. Como Paulo depois escreveu aos Coríntios, que pregou em demonstração do Espírito e de poder, poder operador de milagres, de maneira que sua fé não se firmasse na sabedoria de homens, mas no poder de Deus (I Co 2.4,5).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;A PALAVRA SÁBIA DO APÓSTOLO TIAGO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Depois que Barnabé e Paulo terminaram, a multidão esperou até que Tiago quebrou o silêncio pedindo-lhes que ouvissem. Mas, neste pedido ele fala como um irmão, não como alguém que tivesse autoridade superior. Primeiro, chamou a atenção para o que Pedro disse, chamando Pedro pelo seu nome hebraico, Simão. Fez um sumário disso, dizendo que Deus, na casa de Cornélio, fez a sua primeira visita aos gentios para, dos gentios tirar um povo para o seu nome, um povo que honrasse o seu nome e fosse seu povo. Tiago, então fundamentou, suas palavras nos profetas, citando Amós 9.11,12, da Versão dos Setenta. Esta difere do hebraico substituindo "homens (humanidade, seres humanos)" por Edom. Na  realidade, a palavra, no texto hebraico, podia ser lida "homem" (em hebraico, adam) em vez de Edom. Evidentemente, também, Tiago usou a reedificação do caído tabernáculo de Davi como paralelismo em relação à profecia da raiz de Davi. Embora a glória de Davi se tivesse desvanecido e seu reino caído, Deus levantaria a Messias dentre os descendentes de Davi e restauraria a esperança, não somente de Israel, mas dos gentios que haveriam de aceitar o Messias e tornar-se parte do povo de Deus. Esta era, como disse o profeta, a obra do Senhor que tem conhecido todas estas coisas desde o princípio do mundo, isto é, princípio dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt; AS CONCLUSÕES DO CONCÍLIO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;A palavra de sabedoria do Espírito foi que eles não perturbassem os crentes gentios. É melhor escrever uma carta para que eles se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, das carnes de animais sufocados e do sangue. Estas coisas deviam ser solicitadas aos gentios, não para colocá-los debaixo de um fardo ou sob uma lista de regras. Antes, isso estava sendo feito em atenção aos crentes judeus e por causa do testemunho nas sinagogas em toda cidade onde eles tinham por gerações, remontando aos tempos antigos. Os dois primeiros pedidos – que se afastassem da contaminação, ou das coisas poluídas da idolatria, e de todas as formas de imoralidade sexual – eram por causa do testemunho judaico ao verdadeiro Deus bem como aos altos padrões morais que um Deus santo exige. Os gentios não deviam aproximar-se de coisa alguma relacionada com o culto aos ídolos que antes praticavam, nem que se tratasse de herança de família, e ainda que soubessem, como agora acontecia com eles, que tais coisas não tinham nenhuma significação e eram inócuas. Seus vizinhos idólatras poderiam interpretar mal e, daí, supor que o culto a Deus podia ser associado ao culto pagão ou às idéias pagãs. Os crentes gentios também precisava ser advertidos quanto aos elevados padrões morais que Deus requer. Eles procediam de uma tradição religiosa onda a imoralidade era aceita e mesmo estimulada em nome da religião. Exigia considerável ensino fazê-los compreender que as coisas que os demais praticavam estavam erradas. Em várias das epístolas de Paulo ele teve de tratar, com bastante severidade, dos problemas da imoralidade. (Rm 6.12,13, 19-23; I Co 5.1, 9-12; 6.13, 15-20; 10.8; Gl 5.19-21; Ef 5.3, 5; Col 3.5,6; ITm 1.9,10).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Os dois pedidos que vinham em segundo lugar visavam a promover a comunhão entre crentes judeus e gentios. Se havia alguma coisa capaz de embrulhar o estômago de um crente judeus, era o comer carne da qual não tivesse sido retirado todo o sangue, ou comer o próprio sangue. Se os crentes judeus iam ceder comendo alimento não permitido pela Lei nas casas dos crentes gentios, então os crentes gentios podiam ceder um pouco e evitar servir e comer as coisas que nenhum judeu, não importa quanto tempo ele já fosse cristão, podia tragar. Havia precedente para estes dois últimos pedidos porque muito antes do tempo de Moisés, bem antes de ser dada a Lei, Deus disse a Nóe que não comesse o sangue pois ele representa a vida. A mesma restrição na lei de Moisés considerava o sangue de Cristo e mostrava sua importância. Tiago, entretanto, não pôs em relevo esta tipologa. Antes de tudo era o interesse pela comunhão entre os judeus e os gentios que estava em jogo. Esta era uma espécie de sabedoria de que Tiago fala em sua epístola (Tg 3.17,18). Era pura, pacífica e moderada. A carta expressava claramente que a igreja de Jerusalém não estava ordenando que os crentes gentios devessem ser circuncidados e guardassem a Lei. Sua decisão de enviar homens escolhidos com seus amados, Barnabé e Paulo, surgiu quando estavam concordemente reunidos. E outras palavras, a decisão foi unânime. Além disso, Barnabé e Paulo eram ambos amados por eles. Assim, eles os recomendavam aos crentes gentios em Antioquia como homens que haviam exposto sua vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Judas e Silas pessoalmente confirmaram isso. Somente as coisas necessárias que pareciam boas ao Espírito e aos crentes de Jerusalém seriam pedidas deles. Se eles se guardassem dessas coisas, fariam bem. "Bem vos vá", literalmente, quer dizer "Fazei-vos fortes", mas se tornara uma frase usado no fecho de uma carta com o sentido de despedida ou adeus. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7017106781695743338?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7017106781695743338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/o-primeiro-concilio-da-igreja-de-cristo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7017106781695743338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7017106781695743338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/o-primeiro-concilio-da-igreja-de-cristo.html' title='O PRIMEIRO CONCÍLIO DA IGREJA DE CRISTO – Lição 11'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kG09wUyv1Nw/TXoqwIMFAiI/AAAAAAAAATU/fdQ74X8YGHE/s72-c/logo-fraternidade-cristao-judaica.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-122606689222695315</id><published>2011-03-04T08:14:00.001-08:00</published><updated>2011-03-04T08:14:16.286-08:00</updated><title type='text'>O EVANGELHO PROPAGA-SE ENTRE OS GENTIOS – Lição 10</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Em João 3.16 quando diz que "Deus amou o mundo..." fica claro a ilimitada extensão do amor divino, o qual abrange a toda sua criação. A nação judaica equivocou-se tremendamente nesse ponto, pois, pensam eles serem objetos exclusivos do amor de Deus. Podemos até admitir que eles foram privilegiados em ser escolhidos como povo peculiar para ser a testemunha de Jeová perante as nações pagãs, pois, era por meio deles que Deus queria levar o seu amor aos demais povos. Deus disse a Abrão: "Em ti serão benditas todas as famílias da terra", isso nos mostra que sempre esteve no coração de Deus manifestar o seu amor para com todos os homens. A igreja primitiva precisou ser impactada pelo poder do Espírito Santo para entender a extensão do plano de Deus para a salvação de todos os homens. Não entendendo porque alguns sistemas doutrinários insistem em ensinar que Deus teria excluído algumas pessoas, não dando-lhes a oportunidade de poderem crer para receber a salvação, essa posição é muito contraditória com o caráter de Deus, pois, o apóstolo Paulo nos diz: "Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade", se Ele fechou a porta para alguns, então Paulo deveriam dizer que Deus deseja que apenas aqueles que Ele escolheu antecipadamente cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Deus não excluiu nenhuma pessoa do plano da salvação, sem antes dar a essa pessoa uma oportunidade de crer na obra redentora de Cristo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;OS GENTIOS NA CASA DE CORNÉLIO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Os gentios na casa de Cornélio receberam a Palavra de Deus. Isto significa que a receberam de bom grado, reconheceram sua verdade, e aceitaram sua mensagem de arrependimento, perdão e salvação. Essa era uma notícia preciosa e, para alguns dos judeus, provavelmente não era uma boa notícia. Uma notícia assim viajava depressa e alcançou os apóstolos e os demais irmãos em Jerusalém antes da volta de Pedro. Quando ele chegou, "os que eram da circuncisão" (que, por esse tempo, incluíram todos os crentes em Jerusalém, porque eram todos judeus prosélitos plenos), estavam prontos para atirar-se a ele. Imediatamente disputaram com ele por entrar na casa de homens incircuncisos e, pior, ainda, comer com eles. O fato de que estes crentes estavam perturbados patenteia-se em não usarem a palavra costumeira para "não circuncidado". Em seu lugar eles usaram uma palavra da gíria por demais depreciativa para os gentios. È muito provável, também, que umas das razões pelas quais estavam perturbados era o medo de que a ação de Pedro pudesse encerrar o período de paz que estavam gozando, provocando os judeus não-convertidos contra eles. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Pedro, então, passou a explicar-lhes tudo por ordem, isto é, desde o momento em que tivera a visão em Jope. Ele acrescenta que o lençol desceu bem perto dele de modo que lhe foi possível olhar e inspecionar o conteúdo sem possibilidade de engano. Ele foi cuidadoso, também, em apontar para as seis testemunhas que estiveram em sua companhia em Cesaréia e que ele trouxera consigo a Jerusalém (Vers. 12). Como uma prova a mais da direção de Deus, acrescenta que o anjo disse a Cornélio que Pedro falaria palavras pelas quais Cornélio e toda a sua casa seriam salvos. Então, sem repetir o sermão que pregou em Cesaréia, Pedro lhes disse que, logo que começou a falar, o Espírito Santo desceu sobre eles "como também sobre nós". Isto é, tão real e tão evidentemente como sobre os 120 sobre os 3000 no dia de pentecoste, "no princípio". Alguns escritores procuram evitar mencionar aqui "como no dia de pentecoste" (At 2.4), que visto que não houvera nenhuma descida ou derramamento do Espírito em cumprimento da profecia de Joel até então.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Pedro, então, prosseguiu dizendo que Deus deu a estes gentios o mesmo dom que havia dado aos crentes judeus. "Mesmo", no grego, significa igual ou idêntico. Isto é significativo porque a evidência convincente não foi o vento ou o fogo. Eles precisavam de uma evidência convincente, e a única evidência convincente dada era o fato de falarem eles em outras línguas e magnificarem (darem glória) a Deus. Os gentios não tiveram de perguntar se tinham realmente recebido este poderoso derramamento. Eles sabiam. Pedro e as testemunhas não disseram "eu penso" ou "eu suponho" ou mesmo "eu espero" ou "eu acredito" que estes gentios foram batizados no Espírito Santo. Eles sabiam. Seguramente, no meio de toda a controvérsia e discussão acerca do Espírito Santo hoje, precisamos da mesma evidência convincente. Desde que Deus deu aos gentios o dom do Espírito, para Pedro o recusar-se a aceitá-los seria resistir a Deus – e, quem era ele – e quem é qualquer pessoa – para fazer tal coisa? Nem os crentes judeus de Jerusalém podiam resistir a Deus. Os fatos relacionados com o caso silenciavam todas as suas antecipadas objeções; eles eram bastante sensíveis ao Espírito e à Palavra para glorificar a Deus e reconhecer que Deus havia dado, mesmo aos gentios, arrependimento para vida. Ainda mais especificamente, Deus aceitara o arrependimento deles e dera-lhes vida espiritual sem que tivessem de ser circuncidados; o batismo no Espírito Santo trouxe o testemunho para isso. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-122606689222695315?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/122606689222695315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/o-evangelho-propaga-se-entre-os-gentios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/122606689222695315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/122606689222695315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/03/o-evangelho-propaga-se-entre-os-gentios.html' title='O EVANGELHO PROPAGA-SE ENTRE OS GENTIOS – Lição 10'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-6694487734388291557</id><published>2011-02-25T03:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T03:52:26.155-08:00</updated><title type='text'>POLÍTICA, UMA ILUSÃO EVANGÉLICA</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(70, 70, 70); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 40px; background-image: url(http://geremiasdocouto.blogspot.com/2011/02/parlamentares-evangelicos-em-maioria.html); 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Estado)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Poucos&lt;/b&gt; dias após as eleições escrevi que este blog ficaria atento ao trabalho dos parlamentares evangélicos na Câmara dos Deputados e, sempre que necessário, não deixaria passar em branco qualquer notícia do interesse dos eleitores que lhes concederam através das urnas o direito ao exercício do mandato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O primeiro&lt;/b&gt; embate foi a votação do aumento do salário mínimo. Em sua esmagadora maioria, 55 ao todo, os deputados federais, em votação nominal, votaram contra a emenda que o elevava para R$ 560,00, concordando, portanto, que ficasse em R$ 545,00 (quinze reais a menos), como aprovado em votação simbólica feita horas antes pelos líderes partidários. 11 foram favoráveis à emenda que concedia o aumento, enquanto dois se abstiveram e alguns poucos estavam ausentes da sessão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Abaixo&lt;/b&gt; a lista dos que votaram contra. Os nomes em negrito pertencem à Assembléia de Deus, minha denominação, segundo a lista que consta no blog da &lt;a href="http://frenteparlamentarevangelica.blogspot.com/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: none; "&gt;Frente Parlamentar Evangélica&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Anderson Ferreira (PE)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;André Sacharow&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Aguinaldo Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Antonio Bulhões&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Anthony Garotinho&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Antônia Lúcia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Áureo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Benedita Silva&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Cleber Verde&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Dr. Grilo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Edinho Araújo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Edmar Arruda&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Edivaldo Holanda Junior&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Eduardo Cunha&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Erivelton Santana&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Fátima Pelaes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Filipe Pereira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Georhe Hilton&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Heleno Silva&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Íris de Araújo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Jefferson Campos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Jhonatan de Jesus&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Josué Bengston&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Laercio Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Lauriete - Assembéia de Deus (ES)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Leonardo Quintão&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Liliam Sá&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Lincoln Portela&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Lourival Mendes&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Manato&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Marcelo Aguiar&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Mario de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Marcio Marinho&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Missionário José Olimpio&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Neilton Mulim&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Nilton Capixaba&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Otoniel Lima&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Oziel Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Pastor Eurico (PE)-Assembéia de Deus &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Pastor Marco Feliciano&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Pastor Paulo Freire&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Professor Sétimo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Pastor Ronaldo Fonseca&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Ronaldo Nogueira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Sérgio Brito&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Sueli Vidigal&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Silas Câmara&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Sabino Castelo Branco&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Hidekazu Takaiama&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Vitor Paulo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Walter Tosta&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Walney Rocha&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Washington Reis&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Zé Vieira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Zequinha Marinho&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A seguir&lt;/b&gt; a lista dos votos favoráveis à emenda que concedia o aumento para R$ 560,00, também com os nomes dos deputados pertencentes à Assembleia de Deus em negrito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;ol style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Andreia Zito&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Arolde de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Bruna Furlan&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Fernando Francischini&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Henrique Afonso&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;João Campos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Jorge Tadeu Mudalen&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Onyx Lorezon&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Romero Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Ruy Carneiro&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Vaz de Lima&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Abstiveram-se&lt;/b&gt; de votar: &lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Lindomar Garçon &lt;/b&gt;e pastor Roberto de Lucena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Rápida &lt;/b&gt;análise:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;ol style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A votação &lt;/b&gt;demonstra que a maioria dos deputados federais evangélicos pertence à base aliada do Governo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Tanto &lt;/b&gt;os que votaram contra a emenda quanto os que votaram a favor seguiram a orientação de seus partidos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Dos&lt;/b&gt; deputados vinculados à Assembleia de Deus, segundo a lista da &lt;a href="http://frenteparlamentarevangelica.blogspot.com/p/parlamentares-da-fpe-igreja-partido-e.html" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: none; "&gt;Frente Parlamentar Evangélica&lt;/a&gt;, 18 votaram contra a emenda, dois favoráveis, um se absteve e um esteve ausente.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O deputado&lt;/b&gt; João Campos, vinculado à Assembleia de Deus e presidente da Frente Parlamentar Evangélica, votou favorável, mas ressalte-se o fato de pertencer ao PSDB, que orientou os seus deputados a votarem a favor da emenda.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os parlamentares &lt;/b&gt;evangélicos perderam, a meu ver, uma grande chance de votarem unidos em favor do aumento, que faria justiça a milhares de brasileiros, mostraria a força da Frente Parlamentar Evangélica e lhe daria credibilidade para discutir de igual para igual outros projetos que interessam ao país, sem ater-se apenas à questão dos valores, que tem sido tema recorrente nas últimas legislaturas. Onde estavam as lideranças?&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Este&lt;/b&gt; fato explica, em parte, alguns dos motivos pelos quais renunciei ao Conselho Político da CGADB. É enorme a dificuldade de fazer com que os deputados de nossa denominação votem afinados numa mesma proposta, que, embora possa contrariar os interesses do Governo, poderia atender os interesses do país e dar a eles capacidade estratégica para discutir com igual peso os grandes temas da nação.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Acho&lt;/b&gt;, por fim, que essa votação sinaliza como será o comportamento dos deputados federais evangélicos pertencentes aos partidos da base aliada: votarão sempre afinados com os interesses do Governo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer" style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 8px; padding-right: 30px; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; color: rgb(102, 102, 94); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: italic; font-weight: normal; "&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="post-author vcard" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;sábado, 19 de fevereiro de 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://geremiasdocouto.blogspot.com/"&gt;http://geremiasdocouto.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-6694487734388291557?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/6694487734388291557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/politica-uma-ilusao-evangelica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/6694487734388291557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/6694487734388291557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/politica-uma-ilusao-evangelica.html' title='POLÍTICA, UMA ILUSÃO EVANGÉLICA'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-cPk7YTpv3cA/TV3JHKAFscI/AAAAAAAAAUw/LwyYxlN8o8s/s72-c/camaravota620x300.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7925280688958740827</id><published>2011-02-24T17:34:00.001-08:00</published><updated>2011-02-24T17:39:09.864-08:00</updated><title type='text'>A CONVERSÃO DE PAULO – Lição 9</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-AEhD7rR4MlE/TWcINOodk9I/AAAAAAAAATM/4yCcQ9syd7I/s1600/images%2B%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 210px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-AEhD7rR4MlE/TWcINOodk9I/AAAAAAAAATM/4yCcQ9syd7I/s400/images%2B%25282%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577435686880777170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O capítulo 9 do livro de Atos dos Apóstolos é sem dúvida "um divisor de águas" na estrutura literária desse livro do Novo Testamento. Pois, é notório o fato que até o capítulo 10 de Atos a ênfase maior é dada ao ministério do apóstolo Pedro, porém, a partir daí Lucas vai dedicar seu registro aos fatos relacionados a obra realizada pelo apóstolo Paulo. A conversão de Paulo está entre os principais e mais importantes fatos que constituem a história de toda igreja cristã. A experiência de Paulo antes da conversão nos mostra como a religiosidade sem conhecimento pode ser extremamente destrutiva, constituindo-se numa forte oposição a obra de Deus. Por lado observamos o intento de Deus em proporcionar uma oportunidade para que pessoas, que como Paulo, apesar de estarem lutando contra a verdade, pensam estar a serviço de Deus. Conhecendo Deus o zelo e a sinceridade de Paulo para com a religião e que o mesmo não agia apenas movido pela arrogância humana, mas com o propósito de agradar ao próprio Deus. O Senhor escolheu Paulo para ser o maior missionário da igreja primitiva, como também o maior teólogo dessa igreja, depois de Jesus, é óbvio. A chamada desse apóstolo nos proporciona um dos mais belos momentos do Novo Testamento, no qual o próprio Jesus aparece para Paulo em visão e fala diretamente com ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;ATOS A CONVERSÃO DE SAULO (Paulo) (At 9.1-9)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;"&lt;em&gt;Saulo, porém, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote, e pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, caso encontrasse alguns do Caminho, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém. Mas seguindo ele viagem e aproximando-se de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu; e caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és Senhor? Respondeu o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, e lá será dito o que há de fazer. Os homens que viajavam com ele ficaram emudecidos, ouvindo na verdade, a voz, mas não vendo ninguém. Saulo levantou-se da terra e, abrindo os olhos, não via coisa alguma; e, guiando-o pela mão, conduziram-no a Damasco. E esteve três dias sem ver, e não comeu nem bebeu."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O termo "respirando" significa literalmente, aspirando. É um particípio grego (empneon), deixando claro que a perseguição empreendida por Paulo se caracterizava num ato contínuo. Damasco ficava a acerca de 225 quilômetros ao nordeste de Jerusalém, mas, mas naqueles dias, por estrada, o percurso chegaria provavelmente a 320 Km. Próximo ao fim da viagem, de repente Saulo foi cercado por um resplendor de luz do céu. Como Atos 26.13 mostra, a luz cercou-o continuando a brilhar com fulgor mais intenso que o sol do meio-dia. Saulo que provavelmente, estava andando, caiu ao chão, abatido. Então ele ouviu uma voz: "Saulo, Saulo, por que me persegues? Lucas, ao referir-se a Saulo, usa sempre a forma grega de seu nome (como o vers. 1, "Saulos"). Jesus usa a forma hebraica (Saoul), que o livro de Atos tem o cuidado de preservar aqui. Saulo, depois confirma que Jesus estava falando em hebraico (Atos 26.14). Saulo conhecia muito bem a Bíblia hebraica e reconheceu que manifestação devia ser divina. Mas a pergunta o confundia. Quem estava perseguindo além dos cristãos? Por isso perguntou: Quem és tu, Senhor? Alguns acham que isso quer dizer. "Quem é o Senhor?" usando a palavra senhor meramente como um termo de tratamento respeitoso. Mas em resposta a esta manifestação obviamente sobrenatural, a palavra não pode significar senão Senhor divino. A resposta veio imediata: "Eu (enfático) sou Jesus, a quem tu (enfático) persegues (continua perseguindo)." Perseguindo a Igreja, Saulo perseguia o Corpo de Cristo cujos membros individuais estão em Cristo. (Mt 25.40,45;Ef 1.23; 2.6). Então Jesus acrescentou: "Dura coisa te é recalcitar contra os aguilhões. Por esse resposta Jesus reconhecia que o motivo principal da perseguição de Paulo contra os cristãos estava em não ter ele resposta adequada para os seus argumentos. Era uma reação por meio da qual ele tentava resistir à convicção do Espírito Santo. Como um homem tangendo um boi, o Espírito Santo tinha estado levando Saulo para a verdade do evangelho, mas ele estava resistindo violentamente, escoiceando contra os aguilhões, a propagação do evangelho e a resposta dos crentes eram aguilhoes; os milagres que confirmavam a palavra eram todos aguilhões. Em tudo isso estava ele ferindo-se perigosamente. Isso não significa que Saulo estava consciente  de que esses fatos eram aguilhões ou mesmo que ele percebesse não possuir bons argumentos contra os crentes. Ele estava só dominado pelo furor que não conseguia pensar senão em alguma coisa que pudesse detê-los. Mas agora que se via enfrentado por esse fato e por Cristo, não apenas como o homem Jesus mas como divino Senhor, ele simplesmente respondeu "Senhor, que farei?" Isto mostra uma completa mudança na atitude de Saulo, o que constitui evidência de genuíno arrependimento de sua parte.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;SAULO RECEBE INSTRUÇÕES PÓS-CONVERSÃO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;O Senhor então lhe disse que se levantasse e entrasse na cidade de Damasco. Ali lhe seria dito tudo o que deveria fazer. Jesus, na realidade, disse mais coisas a Saulo na ocasião, mas Lucas não registra a fim de deixar o restante para Saulo dizer em sua defesa diante de Agripa (At 26.16-18). Em Gálatas 1.1, 11, 12, 16, Saulo também  deixa claro que foi comissionado diretamente por Jesus, não por algum homem. Em outras palavras, ele era um apóstolo genuíno ou "enviado", enviado pelo próprio Jesus. Enquanto isso, os homens que viajavam com Saulo emudeceram, ouvindo a voz (o som) mas não vendo ninguém. Como diz Atos 26.14, eles todos caíram ao solo mas tiveram condições de levantar-se antes que Saulo o fizesse. Saulo, ao que parece, fechou os olhos por causa do contínuo resplendor, mas viu Jesus. Então, quando se levantou do chão, nada podia ver. Seus companheiros de viagem o levaram pela mão até Damasco. Ali ficou três dias sem poder ver, e não comeu nem bebeu coisa alguma.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7925280688958740827?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7925280688958740827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/conversao-de-paulo-licao-9.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7925280688958740827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7925280688958740827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/conversao-de-paulo-licao-9.html' title='A CONVERSÃO DE PAULO – Lição 9'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AEhD7rR4MlE/TWcINOodk9I/AAAAAAAAATM/4yCcQ9syd7I/s72-c/images%2B%25282%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-4904103772364208833</id><published>2011-02-17T07:27:00.001-08:00</published><updated>2011-02-18T04:50:13.912-08:00</updated><title type='text'>QUANDO A IGREJA É PERSEGUIDA – Lição 8</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Qualquer cristão com um mínimo conhecimento sobre a história do cristianismo, vai concordar com o fato de que embora as perseguições tenham produzido muitas tribulações para o povo Deus, por outro lado funcionou como instrumento de despertamento, obrigando a igreja a viver numa total dependência de Deus. Em períodos de perseguições a comunhão espiritual tende a ser aprofundada, as necessidades emergentes forçam os crentes a dedicaram mais tempo na vida de intimidade com Deus, orando mais, jejuando mais, se humilhando diariamente na presença de Deus, não dando espaço para o orgulho pessoal, egoísmo, competições e tantos outros comportamentos que se constituem em grande vexame para muitas igrejas da atualidade. O iminente perigo produzido por uma perseguição gera unidade na igreja, as pessoas passam a entender melhor o quanto precisam umas das outras, e assim cria-se um ambiente verdadeiramente propício para a prática e manifestação do amor cristão, e não apenas discursos retóricos e contrários à realidade, como temos visto em grande dos contextos evangélicos desse país. Quando a igreja passa a viver uma fé conforme os parâmetros ensinados por Jesus, ela incorpora a identidade do seu próprio Mestre. A Igreja perseguida é uma igreja cujos os membros sempre foram muito parecidos com Jesus, por causa disso alguns deles chegaram até mesmo a serem confundidos com Jesus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Infelizmente temos que admitir a triste realidade, que nós cristãos, em épocas de refrigério e tranqüilidade apresentamos uma forte tendência para acomodação e muitas vezes desvios grosseiros da verdade. Podemos citar o exemplo clássico e negativo do Rei Davi, que após ter vencido todos os seus inimigos, estando agora vivendo no conforto do seu palácio, deixou de ir para guerra, acomodou-se, e na sua ociosidade se esqueceu de dar continuidade a sua comunhão com Deus, caindo de forma desastrosa. Há um ditado popular que diz o seguinte: "mente desocupada é oficina do diabo", isto é, a ociosidade é algo muito perigoso, pois, a realidade tem demonstrado que isso realmente acontece.  As perseguições sempre incitaram o povo de Deus a se ocuparem mais com atividades de interesse da alma, do que propriamente com aquelas inerentes ao bem estar aqui neste mundo. A igreja de Roma, sobre a qual não temos como determinar quem teria sido seu fundador, porém, podemos destacá-la pelo fato de ter sido abençoada com a obra missionário, do grande apóstolo do gentios. Paulo esteve por dois na cidade de Roma, embora em prisões, ele estava evangelizando e ensinando a igreja que ali já existia. Essa igreja foi muito perseguida, muitos cristãos foram jogados nas arenas para serem devorados pelas feras e ao mesmo tempo servir de espetáculo para uma população pagã que odiava todos os cristãos. Para termos uma idéia do que realmente aconteceu com os cristãos do  1° século na cidade de Roma eu vou transcrever um extrato do livro "As Catacumbas de Roma" de Benjamim Scott; "Encarando a oposição ao Cristianismo manifestada no reinado de Cláudio, a circunstância, narrada por Paulo, de que ninguém assistiu a ele na sua primeira defesa, mas que  todos o desampararam quando teve de comparecer perante Nero, a presença de Judeus não convertidos naquele mesmo lugar e tempo, e por terem os judeus não convertidos dito: 'o que nós sabemos desta seita, e que em toda parte a impugnam' cremos que os cristãos, tendo ainda em conta sua a sua própria segurança, começavam a buscar refúgio da antipatia popular, da oposição judaica e da oposição do governo romano nesses esconderijos subterrâneos que se estendiam pelo menos até quinze milhas de Roma na direção  da Via Ápia. Isto, é claro, não passa de mera suposição;  mas poderia explicar como esses irmãos puderam encontrar com Paulo a uma distância tão grande de Roma. A tempestade da perseguição aos cristãos, tão repetidamente predita pelo seu Senhor e Mestre, estava prestes a começar. Antes do fim do reinado sanguinário do monstro Nero, eles, sem dúvida, foram compelidos a refugiarem-se nessas covas e cavernas da terra... o primeiro caso bem fundado de perseguição ocorreu sob o reinado de Nero, cerca do ano 64 da nossa era, após a primeira visita de Paulo a Roma. Tácito narra minuciosamente as circunstãncias; e, sendo pagão, encara o grupo cristão debaixo desse ponto de vista. No décimo ano do reinado de Nero, a cidade foi incendiada, ficando quase totalmente destruída; o fogo durou oito dias e dos seus catorze departamentos somente oito escaparam. Tal foi a indignação do povo que acusava Nero de ter lançado fogo propositadamente, que ele, para se livrar da ira popular, atribuiu o crime aos desprezados cristãos."  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Durante todo esse período a igreja se mostrou uma coluna inabalável, os cristãos viviam uma profunda comunhão com Deus e uns com os outros, por meio da fé enfrentavam os seus algozes como muita ousadia, não temendo até mesmo a morte. Sabiam que iam morrer, porém, tinham plena confiança nas promessas de Deus, pois, tinham a total certeza que o lar celestial lhes esperava, e lá eles haveriam de receber a coroa da vitória. Todavia, quando a perseguição terminou e veio o período em que o imperador Constantino declarou o cristianismo a religião oficial do Estado, a igreja acomodou-se uma estreita relação de acomodação com o poder político e social, e a partir daí começou a perder a sua identidade, e assim tem sido até, essa união de igreja e estado nunca deu certo. Hoje é a igreja evangélica que está ambicionando o mesmo troféu estatal que um dia pertenceu a igreja romana, o qual a levou a ruína.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify"&gt;Hoje muitos evangélicos reclamam de perseguição por parte do mundo não evangélico, é verdade que existem algumas formas de perseguição, porém, nenhuma comparação pode ser feita com os períodos em que a igreja enfrentou perseguição de verdade. O que existe na verdade nos dias atuais, é uma certa cumplicidade da igreja evangélica com a ética do mundo.  Digo isto, porque tenho visto grandes igrejas evangélicas nesse pais, as quais arrecadam grandes somas em dinheiro, não tem uma obra social relevante, não dão assistência nem aos seus membros, porém, estão ávidas pelo poder político, pois, têm se empenhado bastante para eleger candidatos nos vários escalões do governo, e o pior é que não tem, nem se quer um projeto que vise alguns benefícios sociais. A preocupação está relacionada apenas com status político da instituição, demonstrar o poder político de suas lideranças que visam se utilizar do tráfico de influências para fazer o que bem entendem, e muitos casos até mesmo legitimar ações ilegais. Existem lideranças que querem construir prédios sem obedecer a legislação em vigor, utilizar som de forma abusiva, publicidade sem a devida legalidade, e quando são autuados como infratores se justificam diante da comunidade dizendo que as autoridades estão perseguindo a igreja. Isso não passa de um pretexto para justificar o erro e também para manipular as pessoas, ou em alguns casos apenas a mania de perseguição que muitos crente têm. Sem falar nos muitos empregados relapsos que ostentam o estigma de evangélico, todavia, não são fiéis nas suas obrigações para com seus subordinados e quando sofrem alguma punição ficam propagando que estão perseguidos porque são crentes. Que o Senhor tenha misericórdia! não confundamos as consequências dos nossos erros com perseguição.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-4904103772364208833?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/4904103772364208833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/quando-igreja-e-perseguida-licao-8.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4904103772364208833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/4904103772364208833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/quando-igreja-e-perseguida-licao-8.html' title='QUANDO A IGREJA É PERSEGUIDA – Lição 8'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-3986140908268766893</id><published>2011-02-13T05:30:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T06:46:27.604-08:00</updated><title type='text'>A PAROUSIA E A 2ª VINDA DE JESUS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-IZVwS_pBjcA/TVfsOT7sxzI/AAAAAAAAATE/BpUFQUfF3mA/s1600/volta.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-IZVwS_pBjcA/TVfsOT7sxzI/AAAAAAAAATE/BpUFQUfF3mA/s400/volta.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573182794507274034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Esse assunto tão querido à igreja  primitiva e tão destacado no ensino e na pregação apostólica, nesse nossos dias de pensamento e teologia modernos tem sido renegado bem para o segundo plano. O ensino a respeito da volta de Cristo tem sido na história eclesiástica, muito semelhante ao pêndulo de um relógio, oscilando de um estremo para o outro. Nos dias em que o apostolo Paulo escreveu as suas duas cartas á igreja de Tessalônica, o pêndulo dessa doutrina se projetara até um desses extremos. Parece que alguns haviam chegado a conclusão de que a vinda de Cristo estava tão próxima quanto a única coisa que lhe competia fazer era abandonar o trabalho por sua própria subsistência e aguardar o sonido da trombeta que anunciaria a volta do Senhor. Paulo, entretanto, escreveu a segunda epístola para regular esse pêndulo e  orientar seu fervor religioso para seus canais próprios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Após os primeiros séculos o pêndulo passou ao outro extremo, parecendo mesmo que o mundo religioso perdeu a vista essa bendita esperança da igreja. Esse foi o caso  durante o período lembrado “TEMPO DAS TREVAS” , Quando o papado e o sacerdotalismo reinavam, e mesmo algum tempo depois da reforma. Então começou a ser reavivada a doutrina da “Segunda Vinda”; o grito da meia noite ecoou em meio as trevas  da supertição e do falso ensino ,  e a igreja começou a examinar e atiçar suas lâmpadas, preparando-se para o encontro com o noivo Jesus Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A segunda vinda de Cristo tem sido a expressão coroante , a estrela dalva , desde que a promessa de sua vinda lhes foi comunicada, ela os tem animado,  fortalecido e encorajado. Nas horas mas escuras. Cristo e os apóstolos implataram nos corações dos primeiros crentes o ato de vida de Cristo e sua eminência como um motivo de vida piedosa e serviço fiel ao senhor Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Entre os primeiros discípulos do Senhor Jesus nasceu uma expectativa muito grande sobre quando seria o seu retorno para estabelecer o seu reino aqui neste mundo. Essa esperança era expressa através do termo grego "parousia", que significa presença, aparição. O termo era muito utilizado no mundo grego para falar sobre a visita de um governante ou até mesmo um rei. Essa esperança era muita enfatizada e influenciava profundamente a vida da igreja naqueles dias, pois, segundo alguns estudiosos, a maioria dos cristãos acreditava firmemente que Jesus retornaria ainda naqueles dias, alguns atribuem a isso o fato deles se disporem em desfazer-se de suas propriedades para ajudar nas necessidades da comunidade. Outro fato relacionado a influência da "parousia" tem a ver com questão que envolve a produção literária do Novo Testamento, atentando-se para o fato de que o primeiro evangelho só foi escrito aproximadamente 30 depois da morte de Jesus. Analisando esse caso, muitos estudiosos entendem que isso se deve ao fato da profunda certeza que os cristãos tinham acerca da vinda de Jesus em seus dias, sendo assim não havia necessidade fazer algun registro, pois haviam muitas testemunhas oculares dos fatos, as quais transmitiam tudo com muita fidelidade. Nos primeiros 30 anos de existência a igreja praticou a pregação e o ensino através da transmissão oral, a qual ficou conhecida como "KERIGMA". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: 300; line-height: 22px; color: rgb(46, 52, 54); "&gt;Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. (II Tm 4.8). Segundo nos diz o apóstolo Paulo nesse texto, a vinda de Jesus não é somente uma doutrina a mais, e sim uma doutrina para ser amada. Porque em alguns momentos da história a igreja dá uma ênfase maior a essa esperança do que em outros?. Na minha perspectiva isso está muito relacionado a própria espiritualidade das pessoas em cada um desses períodos. Não podemos amar a vinda do Senhor se ainda temos um extremo apego as coisas e aos prazeres relacionados a nossa existência nesse mundo, pois vinda de Jesus é uma realidade que se contrapõe a qualquer situação de conforto e prazeres terrenos. O amor aos valores do mundo terreno nos distancia dos valores do Reino de Deus. Precisamos fazer uma reflexão e auto-análise para descobrirmos se de fatos amamos a vinda do Senhor, ou estamos apenas sendo retóricos quando afirmamos isso. Quando alguém é capaz de mentir, ofender, agir indiferentemente ao sofrimento do outro e se omitir diante de várias outras necessidades da igreja para não abrir mão de seus valores pessoais, essa pessoa demonstra que está muito preso ao mundo terreno, não tendo motivos para amar ou pregar sobre a vinda do Senhor. Para amarmos a vinda do Senhor temos que promover uma super desvalorização dos valores terrenos. Paulo diz aos colossenses: "&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(46, 52, 54); font-weight: 300; line-height: 22px; "&gt;Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus." (Col 3.1). Quando nos voltamos para os valores de cima, ficamos cheios de expectação pela vinda do Senhor, pois, nenhum acontecimento poderá ser mais extraordinário para nós. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. (Ap. 22.20). A bíblia praticamente encerra sua mensagem com essa lembrança, devido ao fato da importância dessa promessa para nossas vidas. Não podemos perder essa expectação nem se sequer por alguns momentos, pois, o retorno Dele poderá acontecer a qualquer instante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-3986140908268766893?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/3986140908268766893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/parousia-e-2-vinda-de-jesus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/3986140908268766893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/3986140908268766893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/parousia-e-2-vinda-de-jesus.html' title='A PAROUSIA E A 2ª VINDA DE JESUS'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-IZVwS_pBjcA/TVfsOT7sxzI/AAAAAAAAATE/BpUFQUfF3mA/s72-c/volta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-8993339823131666282</id><published>2011-02-08T17:27:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T17:45:31.799-08:00</updated><title type='text'>ASSISTÊNCIA SOCIAL, UM IMPORTANTE NEGÓCIO – Lição 7</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_2Gjvh_ppEww/TVHuaxuA7iI/AAAAAAAAAS8/Xa16t1GW7Hg/s1600/responsabilidade_social_monografias.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 362px; height: 257px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_2Gjvh_ppEww/TVHuaxuA7iI/AAAAAAAAAS8/Xa16t1GW7Hg/s400/responsabilidade_social_monografias.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571496357824359970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Este é um tema no qual preciso confessar que tenho uma posição bastante crítica no que diz respeito a ação social da igreja evangélica em nosso pais, pois temos igrejas nesta nação que esbanjam o seu potencial econômico construindo templos suntuosos, comprando emissoras de rádio e televisão, fazendo campanhas de marketing caríssimas, pagando salários aos seus ministros, considerados altos para a realidade salarial do país, e outros investimentos de natureza semelhante. Todavia percebemos pouco interesse em se investir em obras sociais. Conheço igrejas com mais de 100 mil membros (pentecostal) que para tentar justificar um trabalho social tem umas duas escolinhas funcionando precariamente, um projetinho de ajuda a uma comunidade carente, um precário abrigo de velhos e outras coisas desse nível para constar nos relatórios sociais ou para serem usados como pretextos na hora de levantar ofertas. Lamento, mais no meu Estado as grandes igrejas evangélicas têm uma grande dívida para com a sociedade, pois, a obra social que muitos dizem fazer, não&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;atende nem aos domésticos da fé.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Muitas lideranças de igrejas têm espiritualizado a mensagem bíblica, e assim passaram ver as pessoas como se elas fossem constituídas apenas de alma e espírito, e o corpo não tivesse muita importância, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;agindo como se a função dos líderes eclesiásticos fosse apenas cuidar da parte espiritual. Essa atitude tem se constituído num grande equívoco, pois a palavra de Deus nunca faz essa distinção na constituição do ser humano. Deus olha para o homem na sua totalidade e trata com ele atentando para todas as necessidades desse ser que é corpo, alma e espírito. Quando Jesus disse que “nem só de viveria o homem”, Ele não quis dizer que o homem não precisa de pão, porém, que da forma que o pão material era fundamental para sua existência, assim também a Palavra do Senhor não poderia jamais faltar-lhe. Segundo o apóstolo Tiago, se alguém visitar um necessitado, orar por ele e ir embora sem praticar uma assistência social, procurando suprir as necessidades de tal irmão, esse ato religioso não tem nenhum valor diante de Deus, pois a devoção religiosa sem as obras é contrária a fé cristã. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;A RESPONSABILIDADE PARA COM AS OUTRAS PESSOAS&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;As Escrituras expressam de formas múltiplas e objetivas que todos somos responsáveis uns pelos outros, fugir a essa responsabilidade é negligenciar numa tarefa que foi entregue a cada homem pelo próprio Deus. Vejamos o que aconteceu com Caim. Após ter assassinado o seu irmão, Caim ouviu a voz de Deus: “Caim onde está o teu irmão”, porém ele respondeu “Acaso sou eu guardador do meu irmão”. Essa resposta demonstra o descaso de Caim para com a responsabilidade que Deus lhe entregara, a qual era cuidar do seu irmão. Infelizmente tem muita gente em muitas igrejas que estão morrendo por falta de cuidado, e alguns estão até mesmo sendo mortos por causa da inveja, do egoísmo e da avareza de outros. Todavia, a Palavra do Senhor continua cobrando daqueles que têm negligenciado no que diz respeito ao cuidado com o semelhante, o Senhor continua nos perguntando “onde está o teu irmão?”, o que você fez para ele, e o que você fez com ele ?. Tenhamos muito cuidado, porque a Bíblia nos diz que: “aquele que sabe fazer o bem e não o faz peca”. Não confundamos fé bíblica com religiosidade, os fariseus eram as pessoas mais religiosas da época de Jesus, porém, eles não praticavam a fé bíblica, porque sobre estas pessoas, Jesus fez a seguinte afirmação: “vocês me honram com os lábios, mas seu corações estão longe de mim”. O amor cristão é altruísta, e se caracteriza por uma constante preocupação com o bem estar do nosso semelhante. A presença do amor de Cristo em nossos corações nos conscientiza da grande responsabilidade que temos de nos empenharmos em promovermos o bem para beneficiarmos as pessoas de uma forma geral. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;A responsabilidade não é meramente proteger vidas inocentes; também inclui fazer o bem positivo em prol dos outros. Segundo Jesus e o ensino do Antigo Testamento devemos ser responsáveis  para amar o nosso próximo como a nós mesmos. Jesus disse que o amor é a essência da lei moral (Mt 22.39). Até mesmo disse que a totalidade da moralidade do Antigo Testamento podia se reduzida à Regra Áurea (Mt 7.12). Exemplos específicos daquilo que significa amar aos outros não faltam nem na vida nem nos ensinos de Cristo. As Epístolas do N. T. abundam de exortações para os cristãos cuidarem uns dos outros e dos de fora. Paulo escreveu: “Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Fp 2.4). Outra vez: “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gl 6.2, 10). A primeira Epístola de João é muita explícita no que diz respeito `a responsabilidade do cristão no sentido de amar aos outros. (3.17, 18), como também a de Tiago (1.27). Em síntese, o homem é moralmente responsável pelos demais homens. Ele é o guardião do seu irmão. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;A RESPONSABILIDADE PARA COM OS IRMÃOS NA FÉ&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Paulo conclamou aos gálatas: Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (6.10). O próprio Paulo estava muito ativo em levantar uma oferta para os santos pobres em Jerusalém (Rm 15.26).João, semelhantemente ressaltou a providência para as necessidades dos irmãos, e escreveu: “ora, aquele que possuir recursos deste mundo e vir seu irmão padecer necessidade e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus ( I Jo 3.17). Tiago é igualmente firme na ênfase sobre a providência para os irmãos: “Se um irmão ou irmã estiverem carecidos de roupa, e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: “ide em paz, aquecei-vos, e fartai-vos”, sem contudo, lhe dardes o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?” (Tg 2.15,16). A responsabilidade social do cristão, quanto ao amor além da sua própria família, começa com a família de Deus. Esta verdade também é subentendida no cuidado da igreja primitiva com suas próprias viúvas (At 6.1; I Tm 5.9ss). A responsabilidade social do cristão começa com a sua própria pessoa, continua com a sua família, depois com os irmãos na fé e se estende para com todas as pessoas. Como filhos de Deus somos encarregados de praticarmos o bem para com todas as pessoas sem jamais excluir qualquer pessoa. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;A RESPONSABILIDADE SOCIAL PARA COM OS POBRES&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;A igreja tem a obrigação de cuidar dos pobres e não explorá-los como muitos têm feito. A primeira igreja em Jerusalém pediu a Paulo “que nos lembrássemos dos pobres,” disse ele, “o que também me esforcei por fazer” (Gl 2.10). Em cumprimento desta incumbência, Paulo escreveu: “Por que aprouve à Macedônia e a Acaia levantar uma coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém” (Rm 15.26). Até antes deste tempo, quando havia fome em Jerusalém, “Os discípulos, cada um conforme as suas posses, resolveram enviar socorro aos irmãos que moravam na Judéia” (At 11.29). Tudo isso era furto da responsabilidade social que predominava naquelas comunidades cristãs do primeiro século. A Antigo Testamento abunda em exortações acerca dos pobres. A lei de Moisés ordenava que os cantos e as espigas dos campos fossem deixados para os pobres e estrangeiros (Lv 19.9). Era ordenado, ainda mais: “Se teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então sustentá-lo-ás” (Lv 25.35; Dt 15.15). Uma benção especial é prometida aos que dão aos pobres: “Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício” (Pv 19.17). Outra vez: “Bem-aventurado o que acode ao necessitado” (Sl 41.1). Os profetas eram campeões dos pobres, Isaías escreveu: “Aí dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo...” (10.1-2). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-8993339823131666282?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/8993339823131666282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/assistencia-social-um-importante.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8993339823131666282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/8993339823131666282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/assistencia-social-um-importante.html' title='ASSISTÊNCIA SOCIAL, UM IMPORTANTE NEGÓCIO – Lição 7'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_2Gjvh_ppEww/TVHuaxuA7iI/AAAAAAAAAS8/Xa16t1GW7Hg/s72-c/responsabilidade_social_monografias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-6924503857511491070</id><published>2011-02-02T06:55:00.001-08:00</published><updated>2011-02-02T06:55:29.975-08:00</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA NA IGREJA- Lição 6</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;As nossas experiências diárias nos revelam claramente que a disciplina é fundamental para uma existência harmônica de qualquer grupo social, e também de suma importância para o êxito individual.  Onde a disciplina não e considerada existe uma plataforma para que se estabeleça a anarquia e caos.  A disciplina ajuda na definição dos papéis sociais, fazendo com que cada indivíduo desempenhe a sua função de uma forma que contribua para funcionando da engrenagem social.  A disciplina produz maturidade e prudência nos indivíduos,  pois toda pessoa que procura obedecer normas que visam o bem da maioria expressam consciência de coletividade, entendendo que as suas atitudes podem beneficiar ou prejudicar os demais.  A pessoa indisciplinada caracteriza-se pelo tipo de gente cuja característica principal é o egoísmo e uma tremenda falta de conhecimento da vida.  A disciplina é um instrumento de correção que visa o melhoramento do caráter dos indivíduos, o qual  deve ser utilizado em qualquer processo educativo.  No processo disciplinar muitas vezes se faz necessário penalizar o infrator, isto é, aquele que não obedeceu as normas estabelecidas como pré-requisitos para se atingir os alvos desejados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;A lição de hoje está focada em Atos 5.1-11 o qual diz respeito ao relato sobre Ananias e Safira. Um caso clássico no Novo Testamento de uma medida disciplina que foi adotada para um casal que maquinou uma mentira relacionada à venda de uma propriedade. Ao ler esse texto muitos podem até interpretar que a punição imposta ao casal, seja devido ao fato deles terem se negado a entregar todo o valor da venda da propriedade,  o que não é correto pensar dessa forma.  É necessário observamos que ninguém era constrangido para vender suas propriedade e entregar o dinheiro aos apóstolos, tudo era feito espontaneamente.  O que realmente aconteceu com Ananias e Safira pode ser explicado pela pergunta que o apóstolo Pedro fez para Ananias "Por que Encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo..." ,  então, percebemos claramente que o texto trata do desfecho de um caso que possuía profundas raízes, as coisas não aconteceram do dia para a noite.  O casal aqui mencionado se deixou enganar pelos ardis de satanás, o qual os induziu a avareza e por causa disso cometeram o terrível sacrilégio, de premeditarem uma mentirem contra o próprio Espírito Santo. O pecado de Ananias e Safira não foi somente o de ter retido parte do dinheiro da propriedade, porém, a tentativa de enganar o próprio Deus, tendo em vista que os apóstolos eram autênticos representantes de Deus, por isso, mentir para eles representava mentir ao Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Podemos dizer que o episódio descrito no texto em apreço é algo de natureza inédita, pois, não encontramos nenhum outro caso no Novo Testamento em que alguém tenha recebido uma punição tão imediata como conseqüência do pecado praticado. Observando este aspecto entendemos que a situação em si não se apresenta nas Escrituras como um método disciplinar para os dias atuais. O "por quê?" de Deus escolhido aquele casal nos deixar tal exemplo de disciplina, aplicando uma tão severa punição, apenas podemos dizer que não cabe a nós questionarmos os atos soberanos do Criador.  Mesmo que nunca tenhamos visto mentirosos sendo desmacarados por homens de Deus e sendo sentenciados a uma morte fulminante, podemos afirmar com toda certeza que os princípios disciplinares que se apresentam nesse episódio ainda permanecem com total validade.  A punição aplicada a Ananias e Safira foi fundamental para aquela igreja que estava no seu processo de formação e precisava urgentemente aprender que a desobediência a Palavra do Senhor e a insubordinação às suas lideranças poderia trazer-lhes conseqüências fatais. O desfecho do caso casou em toda igreja o impacto desejado pelo Espírito Santo "Sobreveio grande temor a toda a igreja e a todos os que ouviram estas coisas".  Não devemos nesse caso, confundir temor com medo e pavor,  pois trata-se de um temor baseado em reverência e confiança na justiça e no amor de Deus. A partir daí  todos passaram a ser mais cuidadosos em suas vidas espirituais, para não pecarem contra Deus e também não viessem sofre nenhuma conseqüência produzida por seus próprios pecados.  Esse caso repercutiu não só no meio da igreja, mas também entre todos que ouviram sobre isto, parece que até mesmo pessoas de fora da igreja foram contagiadas por esse temor, se não se converteram pelo menos para a ter muito respeito pelo povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;A IGREJA PODE DISCIPLINAR E NÃO JULGAR&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Ananias e Safira foram julgados pelo Senhor e receberam a punição devida pelo pecado Deles. Somente Deus pode aplicar  sentenças justas para aqueles cometem pecados, pois, por mais severa que seja a sentença aplicada, ela sempre será justa, porque Deus jamais comete injustiças.  A Bíblia nos diz em II Co 11 que nós precisamos nos julgar a nós mesmos para não sermos julgados pelos Senhor, isto significa que se quisermos evitar o severo julgamento do Senhor, o qual só exerce o  juízo Dele depois de ter longamente exercido  a graça, precisamos exercitar a auto-disciplina por meio de uma continua auto-avaliação, "Examine-se pois, o homem a si mesmo" , porém , quando alguém peca e fica fora da vontade do Senhor, a igreja que pode aplicar a disciplina sobre esta pessoa, tal ato disciplinar não deve ter como propósito único de punir e julgar. Todavia, disciplina da igreja deve funcionar com o propósito terapêutico, isto é, a disciplina é como se fosse o bisturi do médico, o qual para eliminar um determinado mal antes precisar antes ferir o paciente, pois, é o único meio de arrancar o mal que está profundamente arraigado, vai gerar algum incômodo para o paciente, porém, no futuro ele agradecerá pela cura. A disciplina na igreja deve ser exercida com a atitude de que estamos tratando de "um soldado ferido", portanto é necessário agir com amor, respeito, valorização ao indivíduo, porque somente assim este soldado vai ser beneficiado com a força da auto-estima e consequentemente a vontade de ser curado. Infelizmente a disciplina em muitas igrejas está funcionando como um veneno letal que está matando aqueles que foram feridos e estão a beira da morte.  Porém, se negligenciarmos em nossa auto-avaliação e ainda desprezarmos a disciplina da igreja, não escaparemos do julgamento do Senhor, na Carta aos Hebreus está escrito "horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo", pois diante Dele nada passará impune. Ainda II Co 11 está escrito que muita gente fica fraco, doente e até morre antes do tempo por causa de pecado,  então, observe que os princípios de julgamento aplicados a Ananias e Safira ainda têm validade&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;A PALAVRA GREGA PARA DISCIPLINA : KATARTIZEIN&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;O principal significado prático de Katartizein pode ser encontrado em Gálatas 6.1, que em algumas versões é traduzida pela palavra "restaurar", referindo-se a algum irmão que foi surpreendido em alguma falta. Se procurarmos nos aprofundar no campo semântico de Katartizein vamos descobrir alguns significados que nos ajudarão a compreender corretamente o método e propósito da disciplina na igreja. No grego clássico, esta palavra tem uma ampla gama de significados, entre eles ajustar, colocar em ordem, recuperar. Em alguns contextos se referia a ação de "equipar um homem ou habilitar algo para um determinado propósito.  No N. T. esse termo aparece em Mt 4.21; Mc 1.19 e diz respeito aos discípulos "remendando suas redes", a idéia é que as redes estavam sendo preparadas para um uso futuro. Já em Lucas 6.40 estar relacionado com "equipar" , aqui diz que o discípulo não pode estar mais equipado do que o seu mestre. E Também Rm 9.22 Katartizein tem o mesmo sentido de estar equipado. Em 2 co 13.11 e I Pe 5.10 katartizein é traduzido como "aperfeiçoar".  A antiga versão Reina Valera traduz em I Co 1.10 por " estar perfeitamente unidos" . Nesse caso Katertizein é utilizado com o propósito de unificar os elementos discordantes na igreja de Corinto. A idéia poderia ser de ajustar e recompor os membros deslocados e acalmar e pacificar os elementos facciosos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;Quando aplicamos tudo que foi dito sobre Katartizein a disciplina da igreja, emergem idéias sumamente significativas. 1) Fica claro que a disciplina nunca foi um castigo para purgar pecados, nem uma simples vingança contra o malfeitor. 2) A disciplina que dizer "recuperar" a um homem "restaurá-lo", a disciplina reconhece ao homem mais como um "pobre ferido" do que como um pecador deliberado. 3) Disciplinar uma pessoa é "equipá-la" para que ela possa enfrentar e vencer as tentações que a derrubaram, por isso é função da igreja não somente aplicar um castigo, mas preparar as pessoas para viverem conforme os princípios cristãos. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-6924503857511491070?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/6924503857511491070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/importancia-da-disciplina-na-igreja.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/6924503857511491070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/6924503857511491070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/02/importancia-da-disciplina-na-igreja.html' title='A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA NA IGREJA- Lição 6'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-7718087705349823760</id><published>2011-01-29T14:00:00.001-08:00</published><updated>2011-01-29T14:00:29.940-08:00</updated><title type='text'>SINAIS E MARAVILHAS NA IGREJA – Lição 5</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;Os milagres são uma realidade histórica, eles estão presentes em todas as épocas, registrados de maneira indubitável para o nosso conhecimento. A história do homem do homem está ornamentada com feitos extraordinários. Os milagres nunca cessaram, isto é reconhecido quando analisamos a história de uma forma geral, e a vida da igreja de modo específico, Igreja primitiva, Medieval, Reformada, Moderna, e Contemporânea, mostram-nos milagres. É verdade que eles não aconteceram uniformemente, aconteceram de formas diferentes, com maior ou menor intensidade em alguns lugares e outros não.  E mesmo nos lugares onde aconteceram com maior intensidade, posteriormente cessaram, mas surgindo em outros lugares. Cremos que os milagres são atos extraordinários de Deus, intervindo na história para auxiliar o seu povo, em tempos de dificuldades, em perseguições, na pregação do Evangelho. Embora existam certos períodos de relativa ausência, isto se deve ao uso soberano da própria vontade de Deus, que é segundo Seu propósito. Por ISS não devemos limitar os milagres a épocas passadas, pois ao fazê-lo limitamos também os atos extraordinários de Deus. Embora muitos queiram afirmar que o mundo mudou também em relação aos milagres, e que estes são mais necessários, temos dificuldades históricas para sustentar tal afirmação. As atitudes em relação ao sobrenatural continuam as mesmas, por parte do homem sacrifícios são oferecidos aos demônios, de modo semelhante ao que contemplamos na história da igreja primitiva, sangue e animais são oferecidos em sacrifícios idólatras, existe uma busca contínua ao sobrenatural. Embora as pessoas sejam diferentes as atitudes são as mesmas, existem algumas diferenças é verdade! Mas também muitas semelhanças. Historicamente, os milagres estão presentes em todas as épocas. Na atualidade eles também estão presentes. Se não estão presentes em todos os lugares, se não acontecem diariamente, se não acontecem diante dos nossos olhos, não podemos negar a relevância do testamento histórico, não podemos negar a história, não podemos negar os milagres.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;A TEOLOGIA E O MILAGRE&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;Apesar de um assunto que envolve questões etimológicas, terminológicas e cientificas, o assunto "milagre"é um assunto essencialmente teológico. As teologias sistemáticas não lhe atribuem relevantes destaques. O assunto milagres absorve apenas pequenos tópicos nas teologias sistemáticas. Na teologia dogmática os milagres recebem destaque apenas na teologia de Tomáz de Aquino. Como parte da teologia de forma integral envolve a teologia própria, a cristologia, a antropologia e a pneumatologia. Os período em que encontramos a maior parte dos escritos sobre milagres são: o período de Agostinho, o grande teólogo da Patrística, que viveu entre os anos 354-430 d.C. no norte da África. Neste período, encontramos nos escritos, deste teólogo pai da igreja, a mais completa opinião sobre milagres. Agostinho opina sobre a quase totalidade dos temas polêmicos sobre milagres. Estudar o pensamento de Agostinho sobre milagres é dos mais deslumbrantes assuntos da teologia desse período. O segundo período onde encontramos outra quantidade considerável de escritos sobre milagres é o final do Século Dezenove e o princípio do Século Vinte. Nesse período surgiram os mais famosos escritos sobre o tema "milagres". J&amp;gt;B. Mosley, B.B. Warfield, Johannes Wendland são teólogos reformados que nos deixaram muitos escritos sobre milagres. Estes trabalhos teológicos responderam às necessidades da época, mas novos fatos foram acrescidos à vida a igreja; o movimento pentecostal cresceu, surgindo inúmeros movimentos cuja a ênfase principal é o milagre, o mundo decepcionado com o fracasso da ciência, em oferecer-lhe plena satisfação espiritual, volta-se para o misticismo. O desafio cresceu, continua, urge a necessidade de esclarecimento bíblico correto, a necessidade de uma perspectiva sobre os milagres para os nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;DEFINIÇÃO TEOLÓGICA DO TERMO MILAGRE.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;Temos aqui as definições apresentadas por famosos biblicistas: A. Kuipper. "É a vida interpretando energia de Deus, quebrando todas as posições em face das desordens trazidas".  Para Baker, "É um fenômeno efetuado por Deus, que arrastae desvia a sequência natural". Já o teólogo Shaffer diz"É o que osbrepassa o mundo físico, o conhecimento humano e poderes morais e, portanto, demonstra a agência do sobrenatural". E por fim temos Tomaz de Aquino "O nome de milagre vem de admiração. Tal qual surge ante a presença de efeitos cujas causas são desconhecidas".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;Estas posições refletem influências filosóficas sofridas pelos respectivos autores em suas teologias. Expressões como "Violação das leis naturais" demonstram uma influência típica, do supranaturalismo, servindo servindo de um bom exemplo. Agostinho, por exemplo, discordava desta posição e argumentava contra a definição partindo do princípio de que Deus não precisa quebrar as suas próprias leis para realizar algo extraordinário, pois se assim o fizer está estabelecendo um princípio de desordem no mundo. A idéia de uma lei superior é característica da influência da terminologia presente na cultura enciclopedista do Século Doze onde predominavam as definições etimológicas, porém a definição etimológica grega, usada por Aquino PE incompleta. O milagre é mais do que espanto. É notório ainda que, estas definições históricas desconhecem o elemento espiritual, aludido pelos teólogos contemporâneos como milagre e de merecido destaque, pois, segundo Tomaz de Aquino, as transformações espirituais são os milagres. Na realidade, o tempo acrescentou novos elementos, o avanço semântico o termo exige uma nova definição que possa ser mais abrangente e completa. Portanto, definimos o milagre como: "Uma intervenção sobrenatural".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-7718087705349823760?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/7718087705349823760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/01/sinais-e-maravilhas-na-igreja-licao-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7718087705349823760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/7718087705349823760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/01/sinais-e-maravilhas-na-igreja-licao-5.html' title='SINAIS E MARAVILHAS NA IGREJA – Lição 5'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-3578893399044335337</id><published>2011-01-22T11:33:00.001-08:00</published><updated>2011-01-22T12:39:11.137-08:00</updated><title type='text'>O poder Irresistível da Comunhão na Igreja – Lição 4</title><content type='html'>&lt;span xmlns="" &gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Para iniciar nossa reflexão sobre Comunhão, entendendo que seja necessário nos atermos um pouco nos termos gregos "Koiné" e "Koinonia". Koiné foi o nome dado a uma variedade lingüística do idioma grego e significava "dialeto comum", pois essa era a variedade lingüística compartilhada pela maioria das pessoas nos primeiros séculos da existência da igreja Cristã. A Palavra kononia (que significa comunhão) é derivada do termo koiné, a partir dessa relação podemos dizer que a comunhão pode ser expressa entre dois ou mais seres humanos quando existirem entre ambos experiências que sejam compartilhadas de uma forma aprofundada. Nessa perspectiva observamos que o nível da comunhão de uma pessoa com Deus e com seus semelhantes será medido pela quantidade e extensão das coisas e situações que essa pessoa compartilha com ambos. A comunhão cristã pode ser ensinada por meio de um discurso bem elaborado, todavia se transforma numa prática pedagógica ineficaz quando não é acompanhada de uma práxis compatível. O poder da comunhão se expressa numa prática diária como resultado de um coração transbordante do amor de Cristo. É lamentável, mas temos que admitir que estamos vivendo numa época de muita hipocrisia, pois, temos muitos discursos inflamados nessa área, na qual pregadores eloqüentes, gritam, esbravejam para que os membros da igreja vivam em união "Ó quão bom e quão suave é os irmãos vivam em união.." esse talvez seja um dos Salmos mais citados nos chamados cultos de doutrina de muitas denominações, porém, as relações pessoais não são tão suaves, mas na verdade um tanto conturbadas, as que vivemos na maioria das denominações evangélicas da atualidade, caracterizando uma realidade muito antagônica. Neste domingo muitos estarão pregando uma "koinonia denominacional", como se fossem os únicos com o direito de ostentarem o título de "povo de Deus".  Essa prática exclusivista e farisaica tem prejudicado tremendamente a visão de muitos servos de Deus, que devido a esse tipo de ensino deturpado, que visa muito mais a manutenção de interesses eclesiásticos (poder e dinheiro) do que o amadurecimento espiritual dos crentes, muitos crentes olham para irmãos de outras denominações com uma expressão de superioridade ou até mesmo de desprezo, pois foram ensinados que suas tradições, as quais confundem com doutrinas bíblicas, os tornam privilegiados diante de Deus. A parte mais triste é que tais atitudes não são externalizadas apenas por pessoas com pouco conhecimento bíblico, mas também por líderes de grandes igrejas, que de púlpito pregam "comunhão" e quase que simultaneamente chamam de inimigos e desviados, irmãos que ostentam o mesmo rótulo denominacional, só porque  pertencem a uma outra convenção.  A cada dia que passa estamos perdendo os "pontos comuns", e isso está concorrendo para uma gradativa fragmentação da igreja, estamos nos distanciando da visão de uma "igreja universal". Eu compreendo que para que sejam vencidas as barreiras denominacionais que permitam uma prática da koinonia bíblica, não é necessário nenhum um tipo de ecumenismo protestante, é necessário que as lideranças tenham suas visões do reino de Deus alargadas, a partir de uma profunda experiência com o amor de Deus, e assim estejam aptos para abrir de mão de muitos interesses baseados em puro egoísmo. A comunhão bíblica no âmbito da igreja como corpo de Cristo, pode desenvolvida a partir do momento em que aprendermos a lidar com as diferenças, respeitando-nos uns outros sem discriminarmos alguém por causa de um hábito ou costume que não nos agrada. Conforme apresentada pelo termo koinonia, nós temos uma boa orientação melhorarmos a nossa comunhão, só precisamos criar mais elos, situações que possam ser compartilhadas, nas quais teremos sempre a oportunidade de manifestarmos o amor de Cristo que habita em nós. Por outro lado quando estabelecemos barreiras e limites para nos relacionarmos com outros irmãos, estamos simplesmente andando na "contra-mão" da comunhão, promovendo dessa forma o esfacelamento e fragmentação do Corpo de Cristo.  Poucas pessoas se arriscam em afirmar que o Corpo de Cristo restringe-se tão somente a denominação na qual eles estão inclusos, porém, as ações de muitos crentes nos levam a crer que realmente os tais acreditam nisso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Eu acho que nesse ponto sobre a comunhão já existe ensino até mais do que necessário para cada de um de nós, o que falta em cada um, é coragem e força de vontade para renunciar alguns dos nossos valores pessoais em prol do próximo. O povo tem se frustrado diariamente dentro das igrejas, pois estão sempre percebendo a distancia que existe (no assunto da comunhão) entre o discurso e a prática.  Apesar de ter abordado um aspecto um tanto negativo da prática da igreja atual, eu contínuo a cultivar a esperança de que possamos despertar para investirmos no desenvolvimento de uma comunhão que vá além dos contextos convencionais e denominacionais, pois, conheço alguns homens Deus nesse pais que comungam com esse ideal. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; font-family: 'Times New Roman'; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;A palavra grega&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;aparece 20 vezes em o Novo Testamento (veja lista no final): em 12 ocasiões é traduzida por comunhão, em 4 por comunicação, 1 por dons, 1 por cooperação, 1 por dispensação e 1 por coleta. A palavra portuguesa “comunhão” vem do latim &lt;i&gt;communione &lt;/i&gt;, que significa “ter algo em comum”. É o sentido primário desta palavra grega, uma vez que ela é derivada de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinoj &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;(&lt;b&gt;koinós &lt;/b&gt;- comum). Mostra o ideal da fé cristã, onde não deve haver um povo com doutrinas divergentes, ideais divergentes, deuses diferentes...&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;É o ideal de Atos 2.44: “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum”. E a unidade da Igreja, mostrada em Efésios 4.3 – 6: “procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz:&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;um só Senhor, uma só fé, um só batismo;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos”. Porém é mais do que simples ideais em comum. A palavra também significa &lt;i&gt;compartilhar&lt;/i&gt;. E este compartilhar pode ser demonstrado através da comunicação (“deste serviço” – 2 Co 8.4; “de suas aflições [de Cristo] – Fp 3.10; “da tua fé” – Fm 1.6; “comunicação [cristã, do evangelho]” – Hb 13.16). Este compartilhar também pode ser demonstrado pela preocupação profunda com o próximo, quando Paulo fala dos “dons” (contribuições) que os coríntios deram com liberalidade (2 Co 9.13) e da “coleta” que pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazer para Jerusalém (Rm 15.26). Este compartilhar também fala de cooperação (Fp 1.5), de trabalhar juntamente com o seu irmão em Cristo para o crescimento da Obra. E este compartilhar também denota uma &lt;i&gt;mordomia&lt;/i&gt;, um senso profundo de responsabilidade dos bens alheios (veja mais à frente o sentido de Lv 6.2 na Septuaginta), pois muitos fazem a palavra &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;derivar de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;oikonomia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;(&lt;b&gt;oikonomia &lt;/b&gt;– mordomia). Por isto, em Ef 3.9 , alguns manuscritos trazem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;e outros &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;oikonomia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt; (em português, optou-se em traduzir por&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;“dispensação”, sentido que está mais próximo de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;oikonomia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;; na Versão Autorizada inglesa,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;usa-se fellowship – “companheirismo”, sentido mais próximo de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; font-family: 'Times New Roman'; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;Porém há um detalhe a mais todo especial neste compartilhar. Jamais haverá uma comunhão perfeita se não houver relações próximas profundas – um &lt;i&gt;companheirismo.&lt;/i&gt;Embora em possa ter uma perfeita comunhão na fé com um irmão chinês, por exemplo,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;isto não se compara com o compartilhar que eu tenho com aquele irmão que estou sempre em contato aonde congrego. Este sentido dado à &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt; é mais forte; tanto que, na Versão Autorizada inglesa , &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt; é traduzida 12 vezes por &lt;i&gt;fellowship &lt;/i&gt;(companheirismo). Entendendo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Bwgrkl; "&gt;koinwnia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt; por este outro ângulo, os versículos que em português trazem “comunhão” ganham um novo e profundo entendimento... Por este motivo A Bíblia Na Linguagem de Hoje traduz 1 João 1.3 assim: “Contamos a vocês o que vimos e ouvimos para que vocês estejam &lt;i&gt;unidos&lt;/i&gt; conosco, assim como nós estamos &lt;i&gt;unidos&lt;/i&gt; com o Pai e com Jesus Cristo, o seu Filho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8979363630979427933-3578893399044335337?l=pensandoteologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/feeds/3578893399044335337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/01/o-poder-irresistivel-da-comunhao-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/3578893399044335337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8979363630979427933/posts/default/3578893399044335337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensandoteologia.blogspot.com/2011/01/o-poder-irresistivel-da-comunhao-na.html' title='O poder Irresistível da Comunhão na Igreja – Lição 4'/><author><name>Pr. Vicente Farias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10338598140523518741</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://2.bp.blogspot.com/-wutca2BamRc/ToMso_b9npI/AAAAAAAAAVw/hU8dYMUSMhA/s220/DSCF0147.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8979363630979427933.post-3258556770130952895</id><published>2011-01-12T04:45:00.001-08:00</published><updated>2011-01-13T18:44:06.282-08:00</updated><title type='text'>O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO NO PENTECOSTES – Lição 3</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="PadderBetweenControlandBody" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;De repente, sem prévio aviso, um som veio do céu como de um vento impetuoso ou m tufão. Mas era o ruído que enchia a casa e os envolvia, e não um vento real. O vento devia recordar-nos as manifestações divinas do Antigo Testamento. Deus falou a Jó dum redemoinho (Jó 38.1; 40.6); um forte vento oriental abriu o caminho através do mar Vermelho, ajudando os israelitas a escaparem do Egito pisando terra seca (Êxodo 14.21). O vento era também, símbolo freqüente do Espírito no Antigo Testamento (Ez 37.9, 10, e 14, por exemplo). Jesus também usou o vento para falar do Espírito (Jo 3.8). O ruído do vento indicava aos presentes que Deus estava para se manifestar, bem como seu Espírito, de uma forma especial. Aquele som era o de um vento que, trazendo poder, também falava do poder que lhes seria conferido conforme a promessa de Jesus em Atos 1.8, um poder para o serviço. Subitamente, apareceram línguas distribuídas como línguas. Alguma coisa que parecia uma porção de flamas se dividiu, e uma só língua, semelhante a uma labareda de fogo pousou sobre a cabeça de cada um, homens e mulheres. Na realidade, não havia fogo real, e ninguém se queimou. Mas o fogo e a luz eram símbolos comuns da presença divina, como no caso da sarça ardente (Ex. 3.2), e, também, na aparição do Senhor em fogo no Monte Sinai depois que o povo de Israel aceitou o Antigo Pacto (Êxodo 19.18). Alguns supõe que essas línguas constituíam um batismo de fogo purificador. Entretanto, os corações e as mentes dos 120 estavam já abertos à ressurreição de Cristo, já purificados, já cheios de louvor e alegria (Lc 24.52, 53), já responsivos à Palavra inspirada pelo Espírito (At 1.16), já unânimes. Mais do que purificação ou condenação, o fogo aqui significava a aceitação, por parte de Deus, do corpo da Igreja como o templos do Espírito (I Co 6.19). Assim, a Bíblia deixa claro que a Igreja já existia antes do batismo pentecostal. Hebreus 9.15, 17 mostra que foi a morte de Cristo que pôs em vigor o Novo Pacto. Desde o dia da ressurreição, quando Jesus assopro sobre os discípulos, a Igreja estava constituída como um Corpo da nova aliança. É importante notar que estes sinais precederam o batismo pentecostal ou os dons do Espírito. Não faziam parte dele, nem foram repetidos em outras ocasiões quando o Espírito foi derramado, Pedro, por exemplo,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;identificou o enchimento dos crentes na casa de Cornélio com a promessa de Jesus de que seriam batizados no Espírito, qualificando-o como o mesmo dom (At 10.44-47; 11.17). Mas o vento e o fogo não estavam presentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Este derramamento ou batismo no Espírito haveria de ser uma das bênçãos mais distintivas da nova época. Tanto que o apóstolo Paulo pôde descrever a nova era iniciada como “o ministério do Espírito” (2 Co 3.8). è claro que isto não quer dizer que o Espírito Santo não existia antes. O Espírito Santo é Deus e, portanto, eterno. Também não quer dizer que ele estava inativo antes. No Tempo do Antigo Testamento, ele estava incessantemente ativo – na criação e na preservação do universo, na providência e na revelação, na regeneração de crentes, e na capacitação de pessoas especiais para tarefas especiais. Mesmo assim, alguns profetas predisseram que nos dias do Messias, Deus concederia uma difusão liberal do Espírito Santo, nova e diferente, bem como acessível a todos (como veremos). Neste sentido Isaías falou do dia em que o Espírito seria “derramado sobre nós lá do alto” (32.5). Em Isaías 44.3 Deus prometeu: “Derramarei 
